Mecedes-Benz começa ano acelerado e projeta crescimento

6/2/2018

Em dois meses, empresa fecha vendas de 6,2 mil veículos para entrega em 2018


Após fechar vendas 6,2 mil veículos nos últimos dois meses, o ano começou acelerado na Mercedes-Benz e o clima mudou, bem diferente dos últimos quatro anos de profunda recessão. Agora todas as projeções apontam pata a volta de crescimento. Roberto Leoncini, vice-presidente de vendas e marketing da empresa, aposta em expansão de 30% nas compras de caminhões no Brasil, e de 15% para os ônibus. 

“Há muito tempo não tínhamos um janeiro como este. No ano passado o desafio era encontrar clientes. Agora, se a economia continuar a se recuperar no ritmo atual, este ano o desafio vai ser atender todos os pedidos”, afirma Leoncini.


As renovações de algumas grandes frotas estão ajudando significativamente as vendas de caminhões da Mercedes-Benz. Foram fechados 250 negócios em dezembro e 823 em janeiro, totalizando 1.073 nos dois meses. O maior comprador foi o Grupo Raízen, dono da marca Shell no País, que sozinho foi responsável por mais da metade dos contratos nesses 60 dias, com a aquisição de extrapesados, 233 Axor para ajuda na colheita de cana e 300 Actros para o transporte de combustíveis. “Fechamos vendas importantes que garantem entregas nos próximos meses. Mas existem muitas outras conversas em andamento que devem abrir novas oportunidades este ano”, diz Leoncini. 

O executivo destaca que a oferta de serviços e crédito tem feito diferença na hora de fechar os contratos. “Mapeamos a situação de muitos clientes e hoje podemos oferecer pacotes que facilitam os negócios, como modelos diferentes de financiamento de acordo com a necessidade de cada um”, afirma. Segundo Leoncini, as mudanças do Finame, principal instrumento para financiar a aquisição de caminhões no País, com a aplicação da TLP (taxa variável de longo prazo) sobre as parcelas, tem causado muita confusão no mercado, “mas depois que o comprador entende continua a ser competitivo, embora daqui por diante outras modalidades vão ganhar mais espaço, como CDC com juros fixos, leasing e consórcio”, avalia. 

Para este ano, a expectativa é que boa parte do crescimento das vendas de caminhões venha, mais uma vez, do agronegócio. “É a grande frente de expansão, mas também já percebemos aumento de pedidos no setor de logística, como carga industrial, que vem do reaquecimento da economia e da produção, como a nossa própria aqui”, lembra Leoncini. 

Fonte: AutomotiveBusiness

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