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Mercedes lidera mercado premium global em 2017

19/1/2018


Marca chega a 2,28 milhões de unidades; BMW é vice-líder, com 2,08 milhões

A Mercedes-Benz liderou o mercado global de veículos premium em 2017, com 200 mil unidades a mais do que a BMW, que ficou na segunda posição. No total, a marca do Grupo Daimler emplacou 2,28 milhões de veículos em todo o mundo, representando crescimento de 9,9% sobre o volume do ano anterior. 

No caso da BMW, as vendas de 2017 fecharam em 2,08 milhões, um aumento de 4,2% na comparação com o resultado de 2016. Em ambos estão considerados apenas as vendas por marca. Entretanto, quando há soma de vendas por grupos, a BMW reverte o cenário: o grupo, que também agrega as marcas Mini e Rolls Royce, terminou o ano com volume recorde de 2,46 milhões de veículos vendidos, alta de 4,1% no comparativo anual, e com isto mantém na liderança do mercado premium global. 

Já para o Grupo Daimler, que reúne as marcas Mercedes-Benz e Smart, as vendas totais de 2017 ficaram em 2,42 milhões, alta de 8,8% sobre 2016. O resultado não foi melhor devido à queda de 6,5% dos negócios da Smart, cujo volume não passou de 135 mil. Ainda considerando o resultado do grupo, 2017 encerrou como o sétimo consecutivo de quebra de recordes, uma vez que o atual patamar de vendas é o maior já registrado na história da empresa.

O novo membro do conselho administrativo do Grupo BMW e diretor global de vendas da marca, Pieter Nota, que assumiu o cargo em 1º de janeiro, comemorou: “Estou confiante de que as vendas da BMW continuarão a crescer em 2018, enquanto também seguimos com nosso foco na rentabilidade. O aumento da oferta de modelos e da nossa ofensiva de lançamentos garantirão que ainda mais clientes venham para as marcas do grupo em 2018”.

O presidente do Grupo Daimler, Dieter Zetsche, também destacou o desempenho da companhia: “Superamos nossas vendas pela sétima vez consecutiva. Com a Mercedes-Benz, nossa marca principal, nós fomos a marca premium mais vendida mais uma vez em 2017. Podemos nos orgulhar dessa conquista - e vamos construir sobre ela. O sucesso em nosso core business fornece a base para que possamos moldar ativamente a mobilidade do futuro. Em 2018, continuaremos sistematicamente por esse caminho com CASE [iniciais para Conectado, Autônomo, Compartilhado, Elétrico; novo plano estratégico do grupo]”.

Na terceira posição global do mercado de veículos de luxo está a Audi, que em 2017 emplacou pouco mais de 1,8 milhão de unidades, que embora tenha registrado leve crescimento de 0,6%, foi o oitavo ano consecutivo de alta. 

“Apesar de uma situação muito desafiadora, tivemos em 2017 um crescimento positivo em todos os principais mercados e alcançamos resultado recorde de vendas em todo o mundo. Todos os mercados contribuíram para esse desempenho”, disse o membro do conselho de administração da Audi para vendas e marketing, Bram Schot.

Fonte:  www.automotivebusiness.com.br 

Reunião Ordinária Abrafiltros dia 23/01/18, CEPB-Centro Empresarial Pereira Barreto - Santo André - SP

18/1/2018

Prezados Senhores Associados,

Convocamos todos os associados e integrantes da Diretoria para a reunião da ABRAFILTROS a realizar-se dia 23/01/2018 (terça-feira), conforme abaixo: 

Reunião Ordinária Abrafiltros – Janeiro/2018

Data: 23/01/2018 - (terça-feira)

Programação Abrafiltros: 

1ª 09h00 às 10h00: Reunião CSFI – Câmara Setorial Filtros Industriais 

2ª 10h15 às 11h30: Reunião CSFA – Câmara Setorial Filtros Automotivos

Local:  AUDITÓRIO - CENTRO EMPRESARIAL PEREIRA BARRETO

Av. Pereira Barreto, 1395 – Bairro Paraíso – Santo André – São Paulo – Brasil - 09190-610 - Tel.: 11-4083-8901 - http://www.cepb.com.br

Solicitamos a gentileza de confirmar presença até o dia 22/01/2018, através do e-mail secretaria@abrafiltros.org.br, para que possamos adequar o espaço em nosso local de reunião.


Estacionamento:  Acesso pela Rua Itaquera, 432 - parte de trás do Centro Empresarial.
Mapa do local: https://goo.gl/maps/9RUFt

Cummins anuncia oferta de energia solar para norte do país

16/1/2018


Julio Ottoboni

A distribuidora da Cummins nos estados do Amazonas, Rondônia, Roraima e Acre anunciou para potenciais clientes a oferta de energia solar em conjunto com grupos geradores para a região Norte do Brasil. A empresa, que pertence ao grupo DCCO, aposta na venda integrada de soluções energia solar para clientes que também usam geradores fabricados pela Cummins.

A oferta é de energia solar Grid Tied, que inclui homologação e instalação do sistema para mini e micro geração de energia tanto para residências quanto para comércios e indústrias. “A energia solar é um complemento às soluções de energia que a Noroeste já disponibiliza. Estamos trabalhando com o sistema on-grid”, diz diz Sérgio Gabriel, diretor da Noroeste. Essa metodologia interliga a geração solar própria à rede da concessionária.

Os estados de Amazonas, Rondônia, Roraima e Acre recebem boa incidência solar, de 5,5 kWh/m², na avaliação da Noroeste. Entretanto, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), há poucos projetos instalados e homologados nesses estados. Em 2016, o número foi de 41 projetos, representando 0,003% dos projetos instalados no Brasil.

“O nosso objetivo é aumentar o número de projetos instalados na região Norte, mostrando as vantagens de se ter um sistema fotovoltaico e diminuir os custos nas contas de energia desses clientes. Nosso primeiro foco será nos clientes que têm geradores Cummins, uma vez que temos relacionamento com eles e podemos oferecer mais uma solução em energia”, diz Sérgio Gabriel. Fonte InfraRoi (#Envolverde)

Fonte: Envolverde

GM amplia liderança, Fiat perde mais

11/1/2018

Entre as 10 marcas mais vendidas, Jeep foi a que mais cresceu

PEDRO KUTNEY, AB

Na lista das 10 marcas mais vendidas de veículos leves em 2017, chama a atenção o desempenho da Fiat, única que terminou o ano com queda nas vendas, retração de 4,5% sobre 2016, também a que mais perdeu participação, quase dois pontos a menos, com 13,4%. Ainda assim a marca conseguiu sustentar a segunda colocação no ranking, por pouco à frente da Volkswagen, mas com cerca de 100 mil unidades emplacadas a menos que a líder GM, que conseguiu ampliar sua liderança com crescimento de quase 14% no ano, superior à média de 9,4% do mercado, fechando o período com market share de 18,1%, e 0,7 ponto porcentual maior do que o registrado nos 12 meses anteriores. 

Sem novidades, cerca de dois terços (65%) dos volumes da GM em 2017 foram consolidados, de novo, por apenas dois modelos: o hatch Onix – carro mais vendido do País com 188,6 mil unidades emplacadas, que segue colado no topo do mercado mesmo com motor ultrapassado e baixos índices de segurança nos testes do Latin NCAP – e o sedã derivado Prisma, em quinto no ranking anual (69 mil). Parte da explicação está nas vendas diretas a frotistas, responsáveis por mais de um terço das compras do Onix; as 66,5 mil unidades do modelo comercializadas por essa via são quase o dobro do segundo colocado na categoria, o Ford Ka (39,2 mil). Mas o Onix também liderou no varejo (122 mil emplacamentos), à frente do Hyundai HB20 (86,8 mil) por boa margem, o que pode ser explicado pelo número bem maior de concessionárias Chevrolet, perto de 150 pontos de vendas a mais do que a concorrente coreana. 

Na mão contrária, a Fiat passou 2017 reformulando seu portfólio, lançou o Argo quase já no segundo semestre e nos últimos seis meses tirou de linha cinco modelos antigos, como Punto, Weekend, Siena, Doblò e o mais importante deles, o Palio, que deu adeus no fim de 2017 após figurar entre os mais vendidos do País por 21 anos. Não houve tempo para o Argo ajudar a recuperar volumes, assim a Fiat dependeu de dois comerciais leves (as picapes Strada e Toro, líder e vice-líder do segmento) e um subcompacto não muito bem aceito (o Mobi) para defender sua segunda colocação no ranking. A situação tende a melhorar pouco em 2018 com a chegada do sedã Cronos em março e outras novidades mais adiante. 

A situação no Brasil para a dona da Fiat, a FCA, por causa do lado Chrysler da companhia, com a marca Jeep, a que mais cresceu em 2017, subindo do décimo para o nono lugar do ranking, com vendas que avançaram substancialmente 49% de um ano para outro e garantiram participação de mercado um ponto maior, para 4%. O resultado, ou 99% dele, foi construído por apenas dois modelos produzidos no País, na moderna fábrica de Goiana (PE): o SUV médio Compass terminou o ano na liderança da categoria de utilitários esportivos (49,2 mil unidade emplacadas) e o irmão menor Renegade foi o quarto (38,3 mil). 

A terceira colocada do ranking de 2017, a Volkswagen, passou por situação parecida da Fiat, precisou fazer reformulações importantes em seu portfólio, mas não tirou modelos de linha, conseguiu sustentar o Gol entre os carros mais vendidos do País (ficou em quarto com quase 74 mil unidades emplacadas, cerca de um quarto das vendas totais da marca no ano), e assim reconquistou parte do terreno perdido nos últimos dois anos. Os emplacamentos avançaram 19%, o dobro da média de mercado, e a VW recuperou um ponto de participação, agora em 12,5%. 

Ford também fez resultado acima da média do mercado, as vendas cresceram 14,7% em 2017 e a participação avançou levemente 0,44 ponto, para 9,5%, o suficiente para recuperar o histórico quarto lugar do ranking perdido um ano antes, quando a marca ficou na sexta colocação ultrapassada por Hyundai e Toyota. Quase metade das 205 mil unidades comercializadas foi garantida pelo Ka, que fechou o ano como terceiro carro mais vendido do País (95 mil emplacamentos), em boa medida ajudado pelos negócios com frotistas que representaram 41% das compras do hatch – e metade das do sedã derivado Ka+. O EcoSport foi oi segundo Ford mais emplacado, mas a renovação do modelo feita já no meio do ano impediu resultado mais robusto. 

A Ford empurrou a Hyundai para a quinta colocação por poucas milhares de unidades. A marca ainda conseguiu expansão de 2% nas vendas, mas a participação de mercado deslizou levemente para 9,3%, ou 0,66 ponto menor do que em 2016. Os três produtos feitos em Piracicaba (SP) sustentaram o resultado. O hatch HB20 (105,5 mil emplacamentos) respondeu por quase metade do volume da marca no País e foi o segundo carro mais vendido de 2017, enquanto o SUV Creta lançado no início do ano vendeu mais de 40 mil (foi o terceiro utilitário esportivo mais emplacado) e o sedã HB20S registrou vendas acima das 32 mil unidades. O problema foi o fraco desempenho dos outros modelos importados ou produzidos sob licença em Anápolis (GO) pelo Grupo Caoa. 

Também superada pela Ford, a Toyota caiu uma posição no ranking, agora figura em sexto lugar, mas conseguiu crescimento de 5,3%, o dobro do verificado um ano antes, quando foi a única marca entre as mais vendidas do País que tinha registrado expansão das vendas. O carro chefe da fabricante japonesa no Brasil continua sendo o sedã médio Corolla (66,2 mil emplacamentos), que apesar de ostentar preços acima dos R$ 100 mil foi o sétimo carro mais vendido em 2017, após pequena reestilização de design no começo do ano. Também foram razoáveis os desempenhos do popular Etios (42 mil) e da picape média Hilux (34,3 mil, líder de seu segmento), garantindo assim participação de mercado quase inalterada de 8,7%. 

Renault se manteve na sétima posição do ranking com novidades que ainda não ajudaram a marca a fazer volumes, caso do SUV Captur lançado no início do ano sem todas as versões (o 1.6 com câmbio CVT chegou só no segundo semestre) e do subcompacto Kwid que começou a ser vendido só em agosto – fez sucesso inicialmente mas passou por problemas de entrega e um grande recall que atrasou a produção. Assim o Renault mais vendido no Brasil continuou sendo o Sandero (67,3 mil, o sexto carro mais emplacado). Foi o suficiente para garantir bom crescimento de 11,3% e market share de 7,7%, quase igual ao de 2016. 

Parada no mesmo oitavo lugar de 2016, a Honda teve crescimento pouco abaixo da média do mercado em 2017, de quase 7%, e seu market share ficou estável em 6%. O maior sucesso da marca segue sendo o SUV HR-V, responsável por pouco mais de um terço das vendas, mas que no ano perdeu por poucas unidades a liderança do segmento de utilitários esportivos para o Jeep Compass. O principal lançamento da Honda no período, o WR-V, não emplacou bem, com 15,3 mil unidades vendidas em nove meses de mercado. 

Nissan perdeu para a Jeep a nona posição do ranking e caiu para o décimo lugar, apesar da expressiva expansão de 29,4% nas vendas do ano e ganho de meio ponto porcentual de participação, agora em 3,6%. O SUV Kicks, que começou a ser produzido em Resende (RJ) no ano passado, rapidamente se tornou o mais vendido da marca no País, dominando 42% dos emplacamentos (33,4 mil unidades). O problema é que os outros dois Nissan nacionais, o hatch March e o sedã derivado Versa, não acompanharam o mesmo ritmo



    Fonte: AutomotiveBusiness

Tendências no segmento de filtração automotiva

10/1/2018

Os filtros automotivos surgiram há mais de um século, logo após a invenção do automóvel, com a finalidade de reter uma série de impurezas que prejudicavam o desempenho, a confiabilidade e a durabilidade dos veículos. Nas últimas décadas, os filtros da cabine passaram a cuidar, também, da qualidade do ar interno dos veículos.
De acordo com Marcel Pezenatto da Silva, representante da Filtros INflow, estes filtros têm papel fundamental na filtragem de partículas que podem ser prejudiciais ao sistema, ocasionando perda de desempenho e falhas mecânicas prematuras. Já os filtros de cabine têm papel muito importante na retenção de partículas, gases e odores, melhorando a qualidade do ar no habitáculo e reduzindo potenciais problemas respiratórios.
Atualmente é muito comum o motor de um carro ultrapassar os 300 mil quilômetros sem a necessidade de uma retífica. Em boa parte, o mérito dessa durabilidade é por causa da alta eficiência dos modernos filtros do ar, do óleo e do combustível. Os donos dos veículos que trocam regularmente os filtros e usam produtos com qualidade original podem usufruir desses benefícios. “Cada filtro tem sua devida importância e, ao fazer a correta manutenção, o aplicador/consumidor irá garantir longevidade, menor consumo e menor emissão de poluentes, além de diminuir o desgaste das partes móveis e outros componentes.
O filtro é importantíssimo na manutenção de qualquer veículo, máquina ou equipamento e é o segundo item mais consumido. O primeiro é o óleo lubrificante” – completa Robson Quito, responsável pela área de filtros da Delphi - divisão de aftermarket. 



Mercado
No cenário atual, em virtude do aumento da poluição atmosférica nos centros urbanos e da conscientização da população sobre a necessidade de respirar ar de qualidade faz com que os filtros de cabine tenham maior participação no setor automotivo. Silva explica que existe uma forte tendência por esse tipo de filtros se aperfeiçoarem ainda mais. 
Diante desse cenário, com as novas tendências automotivas para incrementar a eficiência energética e reduzir a poluição atmosférica, os veículos passam a ser cada vez mais compactos (downsizing). Com isso os espaços disponíveis para o desenvolvimento de filtros de ar para motores tornam-se limitados. As novas tendências também apontam para motores menores e sobre alimentados (turbos), que exigem filtros com menor restrição a passagem do ar. 
Silva explica ainda que os desafios consistem em desenvolver filtros menores, mas que tenham vazão suficiente, capacidade de armazenamento de sujeira adequado e baixa manutenção. “Com o exercício em vigor da política reversa, é importante que as montadoras procurem aumentar o prazo de manutenção de peças, reduzindo a quantidade de lixo produzido por meio do desenvolvimento de peças que tenham maior vida útil. Portanto, para atender a estes novos critérios, os filtros passam a exigir novos formatos e principalmente novos materiais filtrantes que sejam eficientes e tenham ótimo custo-benefício”, completa. 
As empresas de filtração que fornecem produtos originais estão muito atentas aos atuais desafios da indústria automobilística mundial, como aumentar a eficiência dos veículos, reduzir o tamanho e o peso dos motores, ampliar os intervalos de manutenção, facilitar a troca das peças e garantir uma máxima reciclabilidade. Por essas razões, há um investimento intenso no desenvolvimento de novos materiais de alta eficiência e designs inovadores capazes de reduzir o tamanho e o peso dos filtros, colaborando com o atual processo de downsizing dos veículos realizado pelas montadoras. 
Em complemento, Carlos Canova, diretor de pesquisa e desenvolvimento da Sogefi Filtration do Brasil, destaca que o compromisso ambiental está popularizando essa nova geração de filtros do tipo cartucho, que são muito mais fáceis de reciclar. No relacionamento entre o fabricante de filtros e a montadora, também está cada vez mais comum o fornecimento de módulos completos (com caixa, dutos, etc.), ao invés de componentes separados.



“Como estamos falando de um mercado extremamente competitivo, é fundamental que sejamos cada vez mais ágeis, que tenhamos uma logística ainda mais eficiente e que o nosso atendimento ao cliente seja de excelência, pois hoje já oferecemos produtos e serviços de altíssima qualidade. Há também a necessidade de trabalhar junto ao cliente, ou seja, ajudá-lo na estratégia de vendas para que este consiga aumentar gradativamente a sua participação junto ao aplicador/consumidor e fazer com que vendedores e representantes foquem em nosso produto e marca” – ressalta Quito. 
De acordo com Marcio Cirino, gerente de desenvolvimento de mercado da Parker, o mercado de filtros automotivos está com tendência de alta, já que as montadoras estão se recuperando, após dois anos bem difíceis. A Parker está conseguindo trazer inovação e tecnologia para ajudar nesta recuperação. Ele explica ainda que o mercado de reposição está muito aquecido e a Parker tem atuado forte para estar cada vez mais próximo dos clientes. Uma novidade importante é a aquisição pela Parker da empresa Clarcor, dona das marcas Baldwin, Peco Facet entre outras. 
“O que influenciará no futuro próximo são as questões de reduções de emissões, bem como o aumento da mistura de biodiesel no diesel, que poderá trazer consequências. A Parker já se antecipou e possuí meios filtrantes testados e validados para até 100% de biodiesel e já estamos preparados para atender as novas legislações de emissões” – completa o gerente.

Tendências e novidades
De acordo com Silva, as novidades do mercado de filtros automotivos consistem no desenvolvimento de filtros de ar para motores que apresentam baixa manutenção e longa vida útil sem comprometer a vazão de ar, a eficiência de filtragem e a capacidade de armazenamento de sujeira. 
Para 2018, a Filtros INflow  esta desenvolvendo filtro de ar com maior área de filtragem superficial, o que reduzirá a necessidade de trocas frequentes garantindo maior vida útil da peça. Tudo isso para satisfazer as necessidades das montadoras em relação às exigências da política reversa. Alguns testes já demonstram sucesso no desenvolvimento do produto.
  

“Nossos filtros podem ser utilizados por mais tempo no veículo, sem causar restrição do ar. Consequentemente teremos um produto com maior vida útil, gerando menos custos com manutenção pelo proprietário do veículo e menor frequência de trocas com reposição, reduzindo a quantidade de lixo, importante para a política reversa por parte das montadoras” – explica Silva. 
Além disso, a empresa tem novidades também para os filtros de cabine, com modelos capazes de eliminar a proliferação de fungos e bactérias que tipicamente se desenvolvem nos filtros e passam a causar maus odores. Os filtros passarão a ter novos materiais para melhor filtragem de odores e gases derivados da poluição atmosférica que possam ser nocivos à saúde dos ocupantes do veículo.
Para Quito, o mercado filtrante sempre foi muito competitivo em função do alto volume de filtros consumidos e com a presença de grandes marcas. Como a frota está cada vez mais diversificada e em crescimento, as oportunidades aparecem e a Delphi está trabalhando neste sentido. Com o avanço de tecnologia nos veículos, houve a necessidade de inovar neste segmento. Uma das novidades recentes foi à criação dos filtros para ARLA, já utilizados em mercados como Europa e EUA.
Ele explica que, recentemente, a empresa percebeu que os filtros do óleo lubrificante e do combustível passaram por mudanças, como a substituição dos filtros blindados (aço) e implantação dos filtros ecológicos, também conhecidos como filtro refil ou cartucho. Estes filtros possuem tecnologia de termo-fusão (ou termo-soldados) que eliminam o uso de cola plástica e evitam que o papel se desprenda (em função da reação química da cola com o óleo ou combustível), além das partes plásticas serem produzidas com material biodegradável, o que facilita o descarte e não contamina o meio ambiente.
Além disso, a empresa oferece filtros com papel (ou mídia filtrante) “Multi-grade” que trabalham com camadas de celulose e fibra sintética, temos filtros com tecnologia “Acquablock” (bloqueador de água). Existem também filtros com nano-tecnologia na composição do elemento filtrante. De acordo com Quito, a tendência é que novas tecnologias surjam em função da necessidade dos fabricantes de veículos cumprirem as regras de redução de emissão de poluentes e as leis de meio ambiente. Cabe à empresa acompanhar toda a evolução e lançar produtos que atendam a frota atual e também os novos veículos que forem disponibilizados ao mercado.
“A Delphi entende que há um mercado potencial enorme de filtros e está trabalhando fortemente para aumentar a participação neste segmento. Uma vez que nossos clientes tenham em mãos um produto de alta qualidade, uma marca forte e uma estratégia inteligente de vendas, nosso papel é fazer com que tudo isso chegue ao aplicador/ consumidor e que estes se sintam felizes e satisfeitos em terem um produto original e que trará benefícios ao seu veículo e ao seu bolso” - completa o representante. 


Cesar Costa, diretor de vendas e marketing da Wega Motors explica que devido à conscientização dos usuários de veículos está aumentando a cada ano, o mercado está em expansão. A empresa traz para o mercado modelos de filtros com sensores eletrônicos, filtro de cambio automático e filtro de cabine antibacteriano. Novos tipos de papel e formatos de filtros com acessórios e estrutura de plástico.
“O mercado vai continuar positivo em 2018 e com a abertura para veículos importados e novos modelos de veículos nacionais, vamos ter muitas novidades e aumento de demanda. Temos que continuar nos atualizando e levando treinamento ao aplicador. Por exemplo, conscientizar a importância da troca do filtro de cabine para saúde de todos que estão no veiculo”- ressalta Costa.
A Sogefi esta fechando o ano de 2017 de uma forma bem positiva e acredita que o mercado se manterá estável em 2018, apesar das eventuais “turbulências” de um ano eleitoral. Para empresa, o principal desafio de todo o mercado brasileiro de filtração automotiva é manter-se atualizado tecnologicamente, com uma linha diversificada (algo fundamental no mercado de reposição), ter uma operação competitiva e rentável. 
“Para alcançar esses objetivos, contamos com o apoio tecnológico da nossa matriz, sempre estamos disputando os novos projetos das montadoras, investimos no fortalecimento da marca e na cobertura de linha dos produtos Fram na reposição, realizamos ações de conscientização sobre as vantagens dos filtros com qualidade original e trabalhamos intensamente na conquista de novos mercados de exportação” - destaca Canova.
Paralelo a isso, a empresa apresenta uma série de filtros que são exclusivos da linha pesada, como os filtros separadores de água, filtros secadores para o sistema de freios, filtros hidráulicos, filtros do sistema de arrefecimento e filtros para o Arla 32, o reagente usado nos modelos mais novos para reduzir as emissões de poluentes. 
De acordo com Sergio Gazarini, diretor comercial da Seineca Automotive do Brasil, o mercado de filtros automotivos se mantem aquecido com uma concorrência enorme, mas com espaço ainda a ser conquistado por novas marcas. Para ele, as novidades se distinguem em manter a nova frota de veículos com opções de abastecimento. 


“O que hoje é uma realidade é termos os refis para filtros de óleo com reposição sem a carcaça metálica, mas conhecido como filtro ecológico, pois não necessita do programa de politica reversa de seus componentes como acontece com o filtro de óleo blindado. Acredito que o grande desafio seja conseguir abastecer o mercado, pois ainda temos problemas em um abastecimento farto de papel como matéria prima” – destaca o diretor. 
A novidade principal da Parker são os Filtros Ecológicos EMAX, que trazem ao mercado a tecnologia plástica, deixando os filtros até 50% mais leves que os convencionais. Bem como a patente, que impossibilita a utilização de filtros de baixa qualidade, a não utilização de filtros e as reduções de garantias dos sistemas de injeção, garantindo a utilização de filtros testados e homologados. O filtro contribui para a logística reversa, já que seu elemento filtrante não possui partes metálicas, desta forma basta apenas prensar o filtro para retirar o excesso de óleo e incinerar.
“Nós já homologamos os filtros EMAX nas principais montadoras de caminhões, ônibus e na reposição com a aquisição da Clarcor pela Parker. Com certeza vamos atender ainda melhor nossos clientes já que, com as marcas Baldwin e Peco Facet,  nossa linha de produtos para os mercados de ferrovias, postos de abastecimento de aeroportos, bem como o mercado de mineração, geração de energia e agricultura será ainda mais completa” – destaca Cirino.


Carros hídricos 
Hoje em dia muito se escuta falar sobre carros híbridos, elétricos e até autônomos. De acordo com Silva, ainda que haja outras tecnologias mais modernas entrando no mercado como carros híbridos e elétricos, o mercado de filtros ainda é promissor, havendo outras demandas de filtragem nos mais diversos segmentos. 
Até que estas formas de energia limpa estejam totalmente em uso, as montadoras ainda precisarão de novas tecnologias de filtragem para reduzir o consumo de combustível, as emissões atmosféricas e a quantidade de resíduos e lixo gerado com a quantidade de material descartado. Portanto, para ele, terá ainda alguns anos de ascensão deste material e constante pesquisa e desenvolvimento para atender os regulamentos cada vez mais rigorosos deste mercado.  
As pessoas estão cientes sobre o tempo em que permanecem dentro de um veículo, principalmente aquelas que residem em grandes centros urbanos com intenso transito. E infelizmente, é esperado que estas condições de transito lento nas cidades tenderá a piorar no futuro, expondo as pessoas a um maior contato com a poluição atmosférica gerada pelas emissões veiculares. 
“O crescimento da tecnologia automotiva com base em veículos elétricos pode ameaçar o mercado de alguns filtros, como o de ar para motores, de óleo e combustível. Contudo, o mercado de filtros de cabine tende a ter importante papel nas vendas. Isso ocorre principalmente devido a conscientização da população que passa a entender mais sobre os malefícios da poluição atmosférica e sua relação com problemas respiratórios” – ressalta o representante da INflow.
Canova explica, ainda, que no futuro, mesmo com a popularização dos veículos híbridos, elétricos e a hidrogênio, os filtros automotivos continuarão desempenhando um papel fundamental para preservar a integridade e a durabilidade desses novos sistemas e a saúde dos ocupantes. 
 
Normas e legislação 
No final de 2013, o Parlamento Europeu e o Conselho da União Europeia acordaram sobre duas propostas regulatórias que tratam sobre metas de emissões de CO2 permitidas por veículos de passeio e comerciais. Silva explica que ficou estabelecido que até 2020, 95% da frota de veículos novos a serem vendidos terão que possuir máxima emissão de 95 g-CO2/km. Já em 2021, 100% dos veículos novos terão que atender a esta conformidade.
As montadoras que não atingirem estas metas terão que pagar aproximadamente 95 Euros por g-CO2/ km das emissões excedentes por veículo. Em perspectiva de consumo de combustível, para atingirmos emissões de 95 g-CO2/ km o consumo médio de combustível deve ser de 26,3 Km/ L para os carros de passeio; ou 17,8 km/L para veículos comerciais. A média de consumo em 2015 no Brasil para os carros de passeio foi de aproximadamente 16 Km/L; ou seja, média muito acima das metas estabelecidas para 2021 na União Europeia. 
Até o final de 2017, é esperado que a média de consumo de combustível no Brasil melhore, mas não significativamente, ficando em 17,4 Km/L. O país, como o quarto maior mercado de automóveis do mundo, possui o programa Inovar-Auto, que é um programa nacional voluntário com forte incentivo fiscal. 
Os fabricantes de automóveis no Brasil que atinjam o objetivo de eficiência energética de consumo de combustível são qualificados para redução de impostos IPI (desconto de até 30% do preço de venda mais impostos de importação e outras taxas exigidas). 
“Portanto, é extremamente vantajoso para as montadoras explorar novas tecnologias para a produção de carros cada vez mais econômicos e menos poluidores. Esta é uma postura inteligente a ser tomada no cenário nacional antes que as legislações ambientais relacionadas às emissões atmosféricas tornem-se cada vez mais rigorosas, como ocorre no cenário europeu” – enfatiza Silva. 

Ele ressalta ainda, que dentre várias peças que compõem um motor, o filtro de ar do se destaca por apresentar importante função tanto em desempenho quanto em redução das emissões atmosféricas. Filtros de ar confeccionados com materiais especiais e formatos apropriados podem melhorar o desempenho do motor, reduzir o consumo e as emissões atmosféricas. Desta forma, a busca destes materiais novos designs estruturais, que é a base dessa proposta, continuam a ser de grande relevância para as montadoras. 
De acordo com Canova, a exemplo de toda a indústria automobilística brasileira, existe uma espera pela definição de medidas importantes do governo federal que podem impactar diretamente o setor. Uma delas é a nova política setorial de longo prazo, o programa conhecido atualmente como “Rota 2030”, que deveria ser aprovado ainda em dezembro, de forma a substituir o Inovar-Auto a partir de 2018. 
Para ele, outra decisão importante são as próximas fases do Proconve (Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores) para motocicletas, automóveis, veículos pesados, máquinas agrícolas e equipamentos de construção. “Há alguns anos o Brasil não avança nessa área e está ficando para trás em relação aos outros países” – destaca. 
Quito destaca também, que há algum tempo foi criada a Lei que estabelece procedimentos relacionados ao descarte consciente de filtros, o que a empresa entende como totalmente correto, pois é importante sempre pensar na relação que os produtos estabelecem com o meio ambiente e a responsabilidade social.
“Para os filtros de Cabine, o governo poderia passar a considerar um produto de proteção à saúde, Saúde Pública, devemos todos juntos fazer isso acontecer. Outro ponto é orientar o aplicador para troca 100%, troca completa na manutenção preventiva do veículo” - completa Costa. 


Contato das empresas:
Filtros INflow: www.filtrosinflow.com.br
Wega Motors: www.wegamotors.com

Mercedes-Benz lidera as vendas de veículos comerciais no Brasil em 2017

9/1/2018


Mais de 20 mil unidades emplacadas somando os volumes de caminhões e ônibus

·    Mais de 14.600 caminhões foram comercializados no ano passado. Assim, a marca conquistou quase 1/3 do mercado 

·    Com 6.007 ônibus vendidos, Empresa garantiu mais de 50% de participação do total de emplacamentos no País 

·    25% de aumento nas exportações de caminhões em 2017

 A Mercedes-Benz do Brasil liderou as vendas de veículos comerciais no mercado brasileiro em 2017. Durante todo o ano, mais de 20 mil unidades foram emplacadas no País, somando os volumes de caminhões e ônibus.

“É o melhor presente de Natal que podíamos receber de nossos clientes” afirma Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz do Brasil e CEO América Latina. “Esse resultado é um prêmio para todos os nossos colaboradores e parceiros, que se empenharam para oferecer o melhor produto aos clientes. Os números provam que somos uma marca desejada e cada vez mais reconhecida nos mercados interno e externo”.

Os volumes de vendas da Mercedes-Benz em 2017, no mercado brasileiro, foram de 14.670 caminhões, com 28,2% de participação e 6.007 ônibus, sendo 51,1% de market share (Fonte: Anfavea). “E o bom desempenho também aconteceu nas exportações: foram mais de 14.000 unidades entre ônibus e caminhões. No caso dos caminhões, o aumento foi de 25% em relação a 2016”, diz Schiemer. 

Considerando os mercados interno e externo foram cerca de 35.000 veículos comercializados. “Este resultado é bem expressivo, especialmente porque 2017 ainda foi um ano de baixos volumes de vendas e os sinais de retomada do crescimento aconteceram somente nos últimos meses do ano. Ou seja, a liderança aconteceu num mercado extremamente competitivo, desafiando as marcas na oferta do melhor produto, o que é decisivo na hora de fechar o negócio”, ressalta Schiemer.   

O mercado total de caminhões no Brasil atingiu um volume de 51.941 unidades no ano passado, enquanto o segmento de ônibus alcançou mais de 11 mil unidades. 

Grandes vendas em dezembro
Confirmando sua preferência pelo mercado, a Mercedes-Benz realizou grandes negócios em dezembro de 2017. Nessas negociações estão 1.000 ônibus para renovação de frota em várias empresas do Grupo Constantino, entre urbanos e rodoviários, e 905 micro-ônibus LO 916 para a Secretaria da Saúde de Minas Gerais, totalizando o volume acima de 1.900 unidades vendidas apenas no último mês do ano. 

Em dezembro foram vendidos também mais de 150 caminhões à Raízen, principal fabricante de etanol de cana-de-açúcar do Brasil. Com isso, o cliente, que já havia adquirido 524 extrapesados da marca em maio de 2017, chega a 674 caminhões Mercedes-Benz em sua operação. Também em dezembro, foram negociados 100 caminhões para a Risa, a maior produtora de soja na nova fronteira do Nordeste, além de 150 Actros para a Transportadora Transoeste de Rondonópolis no Centro-Oeste. 

O caminhão extrapesado Actros, top de linha da Mercedes-Benz, foi um grande destaque de vendas ao longo de 2017. Foram emplacadas 1.498 unidades, entre modelos on e off-road, o que significa um aumento de aproximadamente 66% sobre o ano anterior. Considerando apenas os Actros rodoviários, o crescimento de vendas foi superior a 70%. 

Como maior fabricante de veículos comerciais da América Latina, a Mercedes-Benz do Brasil continuará perseguindo o mote “As Estradas falam. A Mercedes-Benz ouve”, entregando ao cliente o veículo comercial por ele desejado e atendendo suas expectativas de rentabilidade, conforto e segurança. 

A Mercedes-Benz do Brasil irá investir R$ 2,4 bilhões no período de 2018 a 2022 nas fábricas de veículos comerciais, destinados à continuidade da modernização das plantas de São Bernardo do Campo (São Paulo) e Juiz de Fora (Minas Gerais), rumo à Indústria 4.0 e à melhoria contínua dos veículos comerciais da marca. 

Este montante inclui também o desenvolvimento de novos produtos e de tecnologias em serviços e conectividade. Dessa forma, a Empresa investe principalmente em novas soluções de transporte para os clientes e se prepara, cada vez mais, para atender às demandas atuais e futuras dos transportadores. “Continuaremos a investir fortemente nos próximos anos para seguirmos sempre à frente no mercado e também na cabeça de nossos clientes”, conclui Schiemer.  

Fonte: Portal Meio Filtrante

Bosch adquire participação na HERE

8/1/2018


Bosch adquire participação de 5% da HERE Tecnologia. Denner, CEO da Bosch: "Vemos possíveis sinergias em serviços baseados em dados para Indústria 4.0, casas e cidades inteligentes". Os principais pontos de colaboração entre a Bosch e a HERE são as plataformas globais abertas para todos os clientes, automotivos e não automotivos.

Stuttgart, Alemanha — A Bosch está adquirindo uma participação de 5% da HERE Tecnologia, uma provedora global de mapeamento digital e serviços de localização. Ambas as partes concordaram em não falr sobre o valor do negócio. Esta aquisição amplia o negócio da Bosch na área de prestação de serviços, além de auxiliar a HERE a atingir sua meta que é se tornar uma provedora global de localização em tempo real baseado em dados para clientes dentro e f ora da indústria automotiva. "A Bosch é mais do que carros", diz Dr. Volkmar Denner, presidente mundial da Robert Bosch GmbH.

"Indústria 4.0, casas e cidades inteligentes são áreas de grande importância para nós, estabelecer e ampliar os serviços baseados em dados resultarão em maior sinergia com a HERE". Edzard Overbeek, o CEO da HERE Tecnologia acrescenta: "Nós estamos satisfeitos de trazer a bordo um parceiro forte como a Bosch, graças a sua ampla experiência nos setores automotivos e de Internet das Coisas. A presença da Bosch nas Américas, Ásia e Europa também oferece a HERE oportunidades atraentes para expandir nossos negócios em todo o mundo". A aquisição ainda está sujeita à aprovação das autoridades locais e a expectativa que esteja concluída até o fim do primeiro trimestre de 2018.

Industria 4.0: automatizando e agilizando o fluxo de bens — Os serviços baseados em dados estão contribuindo cada vez mais para o crescimento da Bosch. A expertise e infraestrutura de TI da empresa está fortemente correspondendo a isso: mundialmente, a Bosch emprega mais de 20 mil engenheiros de software em 120 unidades e opera sua própria nuvem de IoT. Além disso, a Bosch oferece o IoT Suite, uma plataforma de software exclusiva para soluções de Internet das Coisas. A colaboração entre a Bosch e a HERE poderá ocorrer no domínio da Indústria 4.0. Uma outra área potencial é a logística interna com o uso, por exemplo, de mapas de navegação internos de alta definição que poderiam automatizar e agilizar fluxos de bens até a linha de produção. Igualmente, eles poderiam ser utilizados para direcionar os responsáveis pela manutenção, não familiarizados com a fábrica, até a máquina que precisa de reparo.

Direção autônoma: criando e atualizando mapas de alta definição — Abrir plataformas para todos os clientes será o ponto focal da colaboração entre a Bosch e a HERE, tanto no domínio automotivo quanto não automotivo e, particularmen te, nas áreas onde há maior demanda por conectividade e mobilidade autônoma. Mapas de alta definição são essenciais para carros autônomos e devem ser constantemente atualizados com dados dos sensores do veículo, além de informações em tempo real sobre as condições do tráfego, congestionamento, obras e acidentes.

A informação sobre a rodovia fornecida pela Bosch dá uma ideia de como isso pode ser feito, que utiliza informações do radar e sensores de vídeo Bosch para criar mapas de alta definição, que são constantemente atualizados. Dessa forma, a Bosch e a Here estão explorando oportunidades para utilizar informações sobre a estrada na manutenção do mapa HERE HD Live Map e do mapa da HERE para veículos autônomos. Ao mesmo tempo em que isso ocorre, a Bosch continuará o mapeamento das rodovias com parceiros como a Tom Tom, AutoNavi, Baidu, e Increment P.

Fonte: www.revistafatorbrasil.com.br 

Cenário econômico positivo para 2018/2019 aponta professor Dumas em palestra na Abrafiltros

20/12/2017

Perspectivas indicam crescimento do PIB, menores taxas de juros e inflação mais baixa que proporcionarão retomada da economia.

Após atravessar a pior recessão da história, a economia brasileira voltou a registrar crescimento, apesar de pequeno. “O PIB per capita caiu 11% em 11 trimestres. Mas, finalmente paramos de cair”, comentou o professor Roberto Dumas Damas, especialista com mais de 30 anos de experiência no mercado financeiro doméstico e internacional, durante a palestra “Cenário econômico para 2018/2019”, realizada no dia 15 de dezembro na Abrafiltros – Associação Brasileira das Empresas de Filtros e seus Sistemas - Automotivos e Industriais, em Santo André/SP.



Em 2016, a queda do PIB foi de 3,6%, enquanto, em 2015, o decréscimo foi de 3,8%. Mas, para 2017, é esperado aumento de 1% e, em 2018, 3%. A inflação que, em 2016, foi de 6,28% e de 10,67% em 2015, neste ano deve ser de 2,9% e, em 2018, 4%, segundo Dumas. “Inflação menor e também taxas mais baixas de juros – Selic 7% no final deste ano”, ressaltou.

Segundo João Moura, presidente da Abrafiltros, os números estão mostrando que, aos poucos, a economia está aquecendo. “Os indicadores revelam que o cenário é mais favorável. A expectativa é de retomada gradual do crescimento da economia”, afirmou. Mas, para manter a sustentabilidade do crescimento econômico há algumas ressalvas.

No cenário econômico internacional, citou alguns pontos de atenção como o protecionismo de Trump, a crise com a Coreia do Norte, a desaceleração da economia chinesa e bolhas de ativos em momentos de restrição monetária (Estados Unidos e Europa). No panorama nacional também há algumas dificuldades, entre elas, é preciso melhorar a situação fiscal, realizar a reforma da Previdência e recuperar o nível de investimentos privados e em infraestrutura. “Apesar da capacidade ociosa da indústria e a incerteza política e fiscal continuarem adiando a forte retomada dos investimentos, eles já começaram a reagir após 15 trimestres consecutivos de quedas”, comentou. Com relação &ag rave; infraestrutura, para recuperar o atraso e modernizá-la, segundo Dumas, o país deveria investir anualmente 5,5% do PIB ao ano até 2030.

Há outra questão fundamental – as eleições para presidente, que, segundo o palestrante, deverá possuir três requisitos básicos para tentar manter o cenário econômico positivo: conexão com movimentos da sociedade civil (demandas éticas); ser conhecido do eleitorado, mas “novo” na política; e formar coalização forte, sem fisiologismo.

Setorialmente, disse que a indústria automotiva, apesar da supercapacidade, registrou exportações recordes para a Argentina (68%), México (12%), Chile (5%) e Colômbia (3%), com aumento de 53% na comparação de janeiro a novembro de 2017 com o do ano anterior, enquanto a produção chegou a 2,4 milhões de unidades, com alta de 27%. Já o segmento da construção civil deve se recuperar em 2018/2019, bem como a área siderúrgica, estimulada pelos dois setores. Energia, óleo e gás terão investimentos. Alimentos, agronegócio e papel e celulose garantirão excelentes resultados.

A palestra “Cenário econômico para 2018/2019” do professor Dumas, encerrou a programação 2017 do Ciclo de Palestras Abrafiltros. Novos temas serão programados para o ano que vem.

Mais informações no site: www.abrafiltros.org.br

Sobre a Abrafiltros:

Criada em 2006, a Abrafiltros – Associação Brasileira das Empresas de Filtros e seus Sistemas – Automotivos e Industriais – reúne os principais fabricantes de filtros automotivos e industriais do País. A entidade nasceu da necessidade do segmento ser representado e promove ações visando o desenvolvimento e fortalecimento do setor.

Mercedes-Benz revisa 2018 para cima

19/12/2017


Empresa espera crescimento de 30% nas vendas de caminhões

PEDRO KUTNEY, AB




Depois de verificar sensível crescimento das vendas de veículos comerciais pesados no último trimestre do ano, a Mercedes-Benz revisou para cima suas projeções para 2018. Em outubro, a direção da empresa no Brasil previa expansão de 20% nos emplacamentos de caminhões no próximo ano em comparação com 2017, este mês aumentou o porcentual em 10 pontos, para 30%. Para chassis de ônibus a estimativa é mais comedida, elevando a expectativa de avanço de 12% para 15%. “Ainda existem incertezas no horizonte, não está tudo certo, mas os últimos meses nos indicam um aquecimento consistente do mercado, que tem demanda reprimida e deve continuar a crescer em 2018”, avalia Philipp Schiemer, presidente da companhia no Brasil e América Latina. O executivo espera que o desempenho da Mercedes seja igual e até um pouco superior ao do mercado. 

Schiemer reforça que a aposta em crescimento maior está amarrada na continuação da política econômica de austeridade fiscal e aprovação de reformas, em especial a da Previdência, além de disputa eleitoral longe de agendas populistas. “Independentemente de quem serão os candidatos à Presidência do País, vão ter de enfrentar a realidade, que é a necessidade de colocar as contas em dia para manter a economia equilibrada”, espera, com projeção de expansão do PIB entre 2,5% e 3% em 2018. O executivo lembra ainda que a acentuada queda dos juros deve ser melhor percebida nos próximos seis meses, contribuindo para aquecer a economia. 

Nos últimos meses de 2017 a Mercedes-Benz comemorou o fechamento de negócios vistosos, como a venda de mil ônibus urbanos e rodoviários para o Grupo Constantino e 905 micro-ônibus para a Secretaria de Saúde de Minas Gerais, além de mais de 400 caminhões pesados, incluindo 150 Actros para o transporte de grãos da Transportadora Transoeste, de Rondonópolis (MT), 154 veículos para o Grupo Raízen e 100 outros para a Risa, que opera no transporte de combustíveis no Nordeste. A maioria desses veículos nem será emplacada em 2017 e só deverá impactar nos resultados do início de 2018. “O importante é que esses negócios confirmam o reaquecimento do mercado e nos trazem fôlego estra para começar o próximo ano”, diz Schiemer. 

Apesar dos sinais positivos deste último trimestre, não houve tempo suficiente para compensar as vendas fracas dos demais meses, por isso o resultado de 2017 seguirá no campo negativo. A Mercedes-Benz estima fechar o ano com 14,5 mil caminhões emplacados, o que significará retração de 4% sobre 2016. O desempenho é bem pior para ônibus: a projeção de 6 mil unidades se traduz em queda de 26% na comparação com o ano anterior. Ainda assim, com esses números a marca conseguirá manter a liderança apertada do mercado nacional de caminhões, com participação de 28% a 29%, enquanto no segmento de ônibus o primeiro lugar é bem mais folgado, com 54% de market share. 

AJUDA DA EXPORTAÇÃO
As exportações de 7,5 mil caminhões Mercedes-Benz em 2017 representam crescimento de 34% sobre 2016. Somando com 6,5 mil ônibus (volume estável em relação ao ano passado), os 14 mil veículos que a empresa calcula embarcar no total para outros países este ano vão responder por cerca de 40% da produção da Mercedes-Benz no Brasil este ano, avanço bastante expressivo em comparação com os 10% de 2014. 

“Há muito tempo não se via números tão bons de exportação. Crescemos em quase todos os mercados”, explica Schiemer, citando aumento de 33% nos volumes vendidos este ano na Argentina (5,7 mil unidades), onde a Mercedes lidera o mercado de caminhões com 26% de participação e o de ônibus com 67%, além de expressivos crescimentos no Chile (+44% com 859 veículos) e no Peru (+24% e 458 vendas). Justamente por causa do grande avanço externo em 2017, o executivo estima que as exportações devem se estabilizar em 2018, “mas o foco em vender mais no exterior é algo que veio para ficar”, garante. 

O mercado externo foi fundamental para recuperar os níveis de atividade no Brasil. A fábrica de São Bernardo do Campo (SP), com 7 mil empregados, hoje opera em um turno completo e já negociou com o sindicato o trabalho extra em 11 sábados até abril próximo. Os 120 afastados em layoff retornaram ao trabalho, 86 aprendizes serão incorporados ao trabalho em janeiro. Na planta de Juiz de Fora (MG) foram feitas 85 novas contratações, que se juntam aos 700 funcionários da unidade. As férias coletivas de fim de ano, entre dezembro e janeiro, terão 16 dias, contra 23 dias um ano atrás. 

No início do ano a fábrica do ABC Paulista produzia cerca de 120 veículos por dia e a ociosidade estava em torno de 60%. Agora caiu para menos de 50% com a produção de 160 unidades/dia. Se as demandas doméstica e externa continuarem em expansão e as incertezas do horizonte forem dissipadas, Schiemer não descarta a retomada do segundo turno. “Talvez isso seja necessário em algumas áreas, mas antes de tomar essa decisão precisamos ter certeza de tudo seguirá evoluindo positivamente”, resume.

Fonte: www.automotivebusiness.com.br 

Motorservice amplia portfólio com diversos lançamentos em 2017

18/12/2017

Motorservice amplia portfólio com diversos lançamentos em 2017

Anéis de segmento, bombas de água e óleo, bronzinas, buchas, camisas, filtros, pistão com anel, kits e válvulas estão entre os novos produtos.

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A Motorservice, responsável  pela comercialização das marcas Kolbenschmidt (KS), Pierburg e BF no mercado de reposição, lançou mais de 100 novos itens durante o ano de 2017, para atender centenas de aplicações entre os segmentos da linha leve, pesada, agrícola e motos. Entre os novos produtos, colocou no mercado de reposição anéis de segmento, bombas de água e de óleo, bronzinas, buchas, camisas, filtros, pistão com anel, kits e válvulas.

 

Entre os produtos para a linha de equipamentos agrícolas, lançou para Agrale sob a marca Kolbenschmidt (KS), anéis de segmento para motorização MaxxForce 4.8H – 7.2H Acteon Euro 5, para Iveco, bronzinas de biela e de mancal para motor FPT F1A 2.3L 16V Intercooler Euro 4/5 e para John Deere lançou o kit para o motor 6081T – Série 450 PowerTech.

 

Para a Mercedes-Benz, entre outros itens, o destaque nos lançamentos está nos anéis de segmento para motorização OM 651 Euro 5, enquanto para a Volvo, são os anéis de segmento para motorizações D13 Euro V – 400/440/480 – 520cv e MaxxForce 4.8H – 7.2H Acteon Euro 5. Também colocou no mercado de reposição a bomba d’água Pierburg para motor D13 C Euro 5 e bronzinas de biela e de mancal Kolbenschmidt (KS) para motores D13A, D13B, D13C, D13K e Dxi.

 

Para MWM lançou camisa para motorização MaxxForce 4.8L e 7.2L e para Volkswagen, pistão com anel para motor D08, D08 34 190, D08 34 230, D08 36 260 e D08 36 28 e anéis de segmento para Amarok.

 

Os lançamentos contemplam ainda aplicações na linha de bomba de óleo nos segmentos leve e pesado. Sob a marca Pierburg os destaques são para os motores Fiat 1.0L, 1.3L e 1.5L que equipam o veículos Palio, Siena, Uno, Fiorino, Siena, Strada e Prêmio. Já com a marca BF os novos itens atendem os motores Mercedes-Benz OM 366 e OM 611.

 

Na linha de motos a Kolbenschmidt (KS) lançou o kit para Biz 125cc produzida de 2006 a 2008 e ainda o pistão com anel para a CG Titan 125cc, com fabricação de 2002 a 2008.

 

Estrutura da empresa e as marcas

Rheinmetall Automotive – área automotiva do Grupo Rheinmetall que se chamava KSPG Automotive até 2016 e mudou de nome em razão do programa estratégico global do grupo para garantir mais integração e identificação das áreas automotiva e defesa.

Marcas

Kolbenschmidt (KS): pistões, anéis, camisas, kits, bronzinas, filtros, válvulas e bielas.

Pierburg: bombas de óleo e bombas de água para a linha leve e produtos da linha mecatrônica.

BF: produtos para motores diesel, como bombas de óleo e bombas de água, virabrequim, eixo de comando, bloco, bielas, camisas de cilindro, volante e resfriador/radiador de óleo.

Motorservice – divisão responsável pelo mercado de reposição

Localização: planta produtiva e operação comercial no Brasil – Nova Odessa – SP

Mais informações:

Talita C. Peres – Gerente de Marketing – talita.peres@br.rheinmetall.com – (19) 3484-1312

Jornalista responsável: Majô Gonçalves – MTB 24.475 – Verso Assessoria –versocomunicacao@uol.com.br  (11) 4102-2000

Ford acelera linha de caminhões para 2018

15/12/2017


Montadora quer aumentar em 45% a produção no primeiro trimestre

REDAÇÃO AB


Ford produz seus caminhões em São Bernardo do Campo (SP)

A Ford informa que planeja aumentar em 45% a produção de caminhões no primeiro trimestre do ano que vem, em comparação com os três últimos meses de 2017. Embora não revele os números, estimativas indicam que a empresa montará na fábrica de São Bernardo do Campo (SP) cerca de 3,8 mil unidades entre janeiro e março, para suprir sobretudo a demanda interna. 

De acordo com a Ford, somente a Fenatran gerou a venda de 800 caminhões. A montadora também confia no desenvolvimento das exportações, que atualmente respondem por 35% dos veículos de carga produzidos no País. Chile, Argentina e Colômbia são hoje os principais clientes externos da Ford.

Fonte: www.automotivebusiness.com.br 

Reunião Abrafiltros dia 15/12 (sexta-feira), CEPB-Centro Empresarial Pereira Barreto - Santo André - SP

12/12/2017

Prezados Senhores Associados,

Convocamos todos os associados e integrantes da Diretoria para a reunião da ABRAFILTROS a realizar-se dia 15/12/2017 (sexta-feira), conforme abaixo: 

Reunião Ordinária Abrafiltros – Dezembro/2017

Data: 15/12/2017 - (sexta-feira)

Programação Abrafiltros: 

1ª 09h30 às 10h30: Apresentação Retrospectiva 2017/Perspectivas 2018 -  CSFI – Câmara Setorial Filtros Industriais  e  CSFA – Câmara Setorial Filtros Automotivos;  

2ª 11h00 às 12h30: Palestra “Cenário econômico para 2018/2019”, com Prof. Dr. Roberto Dumas Damas; 

3ª 12h45: Almoço de Confraternização. 

Local:  AUDITÓRIO - CENTRO EMPRESARIAL PEREIRA BARRETO

Av. Pereira Barreto, 1395 – Bairro Paraíso – Santo André – São Paulo – Brasil - 09190-610

Tel.: 11-4083-8901 - http://www.cepb.com.br  

Solicitamos a gentileza de confirmar presença até o dia 14/12/2017, através do e-mail secretaria@abrafiltros.org.br, para que possamos adequar o espaço em nosso local de reunião.












Estacionamento:  Acesso pela Rua Itaquera, 432 - parte de trás do Centro

Empresarial. 

Mapa do local: https://goo.gl/maps/9RUFt

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