NOTÍCIAS

3M lança Linha Blue de lixas para reparação automotiva

20/11/2017

A novidade oferece melhor performance, custo-benefício e está disponível em folhas, discos e tiras abrasivas aspiradas.

São Paulo (SP) — A linha de Lixas 3M Blue foi desenvolvida pensando em facilitar o dia a dia e aumentar a produtividade dos profissionais que trabalham com a preparação de pintura automotiva. Com um corte poderoso e um acabamento sem igual, faz com que o profissional tenha uma maior rapidez no lixamento, sem se preocupar com marcas de lixa e retrabalho

A novidade é fruto da combinação de minerais de alta performance com papel e resina mais resistentes. Como diz o slogan: “Corte poderoso, acabamento sem igual”. “Entre as vantagens do produto se destacam um corte inicial poderoso, maior rendimento com um excelente acabamento. Um trabalho mais rápido, com menor empastamento e um menor número de etapas de lixamento. Tudo isso com um preço acessível ao nosso cliente”, explica Estela Carossini, gerente de produto da divisão de Reparação Automotiva da 3M.

A linha 3M Blue possui um portfolio completo para atender todo tipo de necessidade dos clientes. Disponível em folhas de lixa, discos Hookit 6” e tiras abrasivas aspiradas de dois tamanhos, para aquelas oficinas que buscam aspiração em todo o processo de lixamento, inclusive manual. Para potencializar a eficiência do lixamento, indica-se também a utilização das Lixadeiras 3M (auto aspirada, sem aspiração ou aspiração central) e os suportes adequados de acordo com cada operação.

O renomado apresentador e designer de carros norte-americano Chip Foose é o embaixador da marca e está divulgando a Linha 3M Blue em eventos para clientes em Goiânia e São Paulo no mês de novembro. Para informações sobre a linha completa, acesse o site da 3M do Brasil.

Fonte: Revista e Portal Fator Brasil


Reunião Abrafiltros dia 23/11/2017, CEPB-Centro Empresarial Pereira Barreto - Santo André - São Paulo

17/11/2017

Prezados Senhores Associados,

Convocamos todos os associados e integrantes da Diretoria para a reunião da ABRAFILTROS a realizar-se dia 23/11/2017 (quinta-feira), conforme abaixo: 

Reunião Ordinária Abrafiltros – Novembro/2017

Data: 23/11/2017 - (quinta-feira)

Programação Abrafiltros: 

1ª 09h00 às 10h00: Reunião CSFI – Câmara Setorial Filtros Industriais 

2ª 10h00 às 11h00: Reunião CSFA – Câmara Setorial Filtros Automotivos 

3ª 11h00 às 12h30: Palestra “Melhoria Contínua na Gestão de Energia”, por Antônio Bento – CEO da IBS - Energy 

Local:  AUDITÓRIO - CENTRO EMPRESARIAL PEREIRA BARRETO
Av. Pereira Barreto, 1395 – Bairro Paraíso – Santo André – São Paulo – Brasil - 09190-610 
Tel.: 11-4083-8901 - http://www.cepb.com.br 

Solicitamos a gentileza de confirmar presença até o dia 22/11/2017, através do e-mail secretaria@abrafiltros.org.br, para que possamos adequar o espaço em nosso local de reunião.


  Estacionamento:  Acesso pela Rua Itaquera, 432 - parte de trás do Centro Empresarial.
  Mapa do local:
https://goo.gl/maps/9RUFt

Ford se prepara para novo investimento no Brasil

16/11/2017


Aporte anterior, de US$ 4,5 bilhões, se encerrou em 2015.
SUELI REIS, AB | De Camaçari (SP).

Estamparia, que prensa as chapas as carroceria do veículo, tem 75% de automação

O último ciclo de investimento da Ford no Brasil, de US$ 4,5 bilhões, começou a ser aplicado em 2010 e foi encerrado em 2015. Parte do aporte contemplou importantes mudanças na operação brasileira, como a implementação dos primeiros conceitos de indústria 4.0 na fábrica de Camaçari (BA), uma das mais modernas que a empresa possui no mundo, incluindo sua fábrica de motores instalada na mesma área. A unidade baiana, responsável pela produção do EcoSport e do Ka nas suas versões hatch e sedã, deve continuar recebendo investimento para sua contínua modernização.

“Já estamos preparando o próximo”, afirma o gerente do complexo industrial da Ford Nordeste, Silvio Illi, ao ser questionado sobre o próximo ciclo de investimento no País, contudo, sem mencionar quando a montadora pretende fazer o anúncio.

Inaugurado em 2001, o complexo industrial de Camaçari é um dos poucos no Brasil que atualmente trabalha em três turnos e no limite máximo de sua capacidade: são 47 carros produzidos por hora, 1.042 por dia, 250 mil por ano. Segundo Ille, aumentar a capacidade é uma questão de reação do mercado: “Vai depender do avanço da economia”, pondera.

A planta ganhou importância global ao produzir o novo Ecosport, projeto global desenvolvido pela operação brasileira. Foram cerca de quatro anos desde a concepção até o lançamento, este ano. A produção nacional é responsável por abastecer o mercado latino-americano. Para fazer a nova geração do SUV, a fábrica de Camaçari passou a contar com alto grau de automação e modernização. Na linha de estampagem, por exemplo, 75% dos processos são robotizados. Equipada com mais de 600 robôs, de US$ 100 mil cada um, o processo de armação de carrocerias (solda) é todo feito por gerenciamento eletrônico via intranet. 

“O monitoramento é capaz de rastrear o que está sendo produzido, o tipo de modelo, a versão e até para qual revenda ele está destinado”, explica o gerente de manufatura da fábrica de Camaçari, Eduardo Fajardo.

O mesmo se aplica na linha de montagem final: “Os fornecedores são interligados, por meio do sistema, são avisados desde o início do processo quais carros serão montados e quais peças devem utilizar”, comenta.

As células de montagem são abastecidas conforme a demanda, no conceito just in time, e por um carrinho elétrico autônomo. Tudo o que acontece ao longo da produção é visível a todos, por meio de um painel informativo eletrônico presente em todas as fábricas: “Com a análise do big data a equipe é capaz de gerenciar de forma absolutamente assertiva toda a manufatura”, acrescenta Ille.

Fonte:  www.automotivebusiness.com.br

Filtração industrial abre programação de cursos da Abrafiltros

14/11/2017

Atividade acontece em 23 de novembro para associados e não associados, em Santo André/SP. Associação terá programação dinâmica e regular de cursos em 2018

Abrafiltros Logo_

 

Abrafiltros – Associação Brasileira das Empresas de Filtros e seus Sistemas – Automotivos e Industriais inicia em novembro programação de cursos regulares sobre filtração. 

A iniciativa visa preencher uma lacuna do mercado, uma vez que o ensino sobre filtros normalmente integra matérias de abordagem ampla nos cursos de engenharia, e o processo de especialização no setor é resultado das atividades realizadas nas próprias empresas.

“Iremos abordar de maneira didática e acessível, os aspectos técnicos, práticos e operacionais relacionados aos filtros, através de especialistas com experiência reconhecida nos segmentos de atuação. Isso permite uma visão complementar mais direcionada e específica dos cursos da Abrafiltros, em sintonia com as expectativas dos fabricantes e as tendências do mercado”, explica João Moura, presidente da associação.

“Novos cursos acontecerão em 2018, e o feedback dos participantes e a proximidade com as próprias empresas associadas nos permitirão evoluir a programação de maneira dinâmica, trazendo sempre temas de interesse do setor”, afirma Moura.

O primeiro curso – “Introdução à Filtração” – acontece em 23 de novembro das 14h às 17h, em Santo André/SP. Será ministrado por Rogério Jardini, engenheiro químico formado pela FEI – Faculdade de Engenharia Industrial, com Pós-graduação em Administração Industrial pela FEA/USP e Marketing pela UNISO.

Jardini é especialista em filtração industrial e residencial, com mais de 35 anos de experiência em empresas como AMF do Brasil, Commercial Intertech, CUNO Latina, 3M do Brasil e Parker Hannifin.

No curso irá abordar os objetivos da filtração, mecanismos de entupimento dos poros, modos de retenção, contaminantes, espectro de filtração, quando trocar o elemento filtrante, filtração nominal e absoluta, o custo da filtração, parâmetros para seleção e dimensionamento de sistemas, entre outros assuntos.

O evento é uma realização da Abrafiltros com apoio da agência L3ppm, através das Revistas Meio Filtrante e TAE. É gratuito para associados. Para não sócios, o investimento é de R$ 150,00 e todos participantes receberão certificado de conclusão.

As vagas são limitadas. Para mais informações e inscrição, basta acessar o portal da Abrafiltros (http://www.abrafiltros.org.br/cursos/).

 

Curso Introdução à Filtração

Data:        23/11/2017 (quinta-feira)

Horário:   14h00 até 17h00

Local:      AUDITÓRIO – CENTRO EMPRESARIAL PEREIRA BARRETO

Av. Pereira Barreto, 1395 – Bairro Paraíso – Santo André (SP)

Investimento:  Associado: gratuito / Não associado: R$ 150,00

Acesso:  Acesso ao estacionamento pela Rua Itaquera, 432 – parte de trás do Centro Empresarial Pereira Barreto

 

Sobre a Abrafiltros:

Criada em 2006, a Abrafiltros – Associação Brasileira das Empresas de Filtros e seus Sistemas – Automotivos e Industriais – reúne os principais fabricantes de filtros automotivos e industriais do País. A entidade nasceu da necessidade do segmento ser representado e promove ações visando o desenvolvimento e fortalecimento do setor.

 

Mais informações:Verso Comunicação e Assessoria de Imprensa

Scania nomeia novo diretor de assuntos governamentais na AL

13/11/2017


Gustavo Bonini sucede Rogério Rezende, que se aposenta após 12 anos no cargo.


Gustavo Bonini é o novo diretor de assuntos governamentais da Scania para a América Latina
Assume o cargo de diretor de assuntos governamentais da Scania para a América Latina o executivo Gustavo Bonini. Ele sucede Rogério Rezende, que após 12 anos no cargo decidiu se aposentar. 

Bonini está na empresa desde 1997, quando iniciou sua trajetória como estagiário na área de comércio exterior, passando por trainee em processos. Posteriormente, atuou na área de desenvolvimento de soluções de transporte, logística, importação e exortação no Brasil e na matriz Suécia. Em 2001, ficou na sede da montadora, em Södertälje, onde trabalhou no desenvolvimento de projetos, e de 2008 a 2010, como gerente da área.

Desde então, ao voltar ao Brasil, Bonini assumiu a coordenação da comissão de logística da Anfavea, a associação das montadoras no Brasil, posição que ocupou até 2016. 

Formado em Administração e Comércio Exterior pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP), o executivo possui MBA em Administração e especialização em Metodologia de Ensino e Docência pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Fonte: www.automotivebusiness.com.br 

Mercedes-Benz lidera as vendas de caminhões médios no mês de outubro

13/11/2017


·         Transporte de bebidas, como o de cerveja, tem motivado as vendas nesse segmento

·         Transportadores já se preparam para o aumento de distribuição da bebida decorrente das demandas de verão

·         Marca liderou as vendas de médios, com 42,4% de participação no mercado brasileiro

·         Market share cresceu quase 28 pontos percentuais em relação ao mês de setembro

O verão somente chega ao Brasil no próximo dia 21 de dezembro, mas já aquece as vendas de caminhões Mercedes-Benz. Para atender o aumento de demanda por bebidas, como o de cerveja, os transportadores já começam a renovar e ampliar suas frotas visando a distribuição aos inúmeros pontos de venda por todo o País.  

“Verificamos essa tendência especialmente no segmento de médios, com o emplacamento de 132 caminhões em outubro, quase 67% do modelo Accelo 1316 6x2”, ressalta Roberto Leoncini, vice-presidente de Vendas, Marketing e Peças & Serviços Caminhões e Ônibus da Mercedes-Benz do Brasil. “Do total comercializado no mês, destacam-se 55 unidades para a Ambev. Esses veículos irão rodar principalmente no Rio Grande do Sul, São Paulo, Espírito Santo e Rio de Janeiro”.

Com esse resultado, a marca liderou o segmento de médios no País em outubro. “Saltamos de 14,6% de participação de mercado em setembro para 42,4% em outubro”, informa Leoncini. “Ou seja, quase 28 pontos percentuais de crescimento, o que nos posiciona na liderança do mês com 8 pontos percentuais em relação ao segundo colocado”.

Accelo 1316 oferece mais produtividade e agilidade na distribuição urbana

No transporte de bebidas, o Accelo 1316 6x2 oferece capacidade para 6 pallets, otimizando a distribuição e o custo operacional. A manobrabilidade é um grande diferencial do caminhão, proporcionando agilidade nas manobras e maior produtividade no transporte. Esta vantagem é importantíssima na distribuição urbana, especialmente nas grandes cidades, onde o espaço é cada vez mais restrito.

Com 3º eixo de fábrica, o PBT do Accelo 1316 6x2 chega a 13.000 kg, com até 8.720 kg de carga útil com equipamento. Isso o torna adequado para as mais variadas aplicações, desde as tradicionais, como carroçarias aberta, carga seca e báu, siders e cargas frigorificadas, como novas soluções para o transporte, como bebidas, gás, combustíveis e plataforma auto-socorro.

No próximo ano, o Accelo 1316 será comercializado com cabina estendida, que garante mais espaço e conforto ao motorista e aos ocupantes, além do câmbio automatizado sem pedal de embreagem, que proporciona mais economia de combustível.

Liderança em caminhões no mercado brasileiro

A Mercedes-Benz lidera as vendas de caminhões no mercado brasileiro, no acumulado de janeiro a outubro. A marca comercializou 10.594 unidades, obtendo uma participação de 28,2% considerando todos os segmentos de caminhões, desde os leves e médios, até os semipesados e extrapesados.

Fonte: Assessoria de Imprensa

O jeito Poli-Filtro de fazer gestão

8/11/2017

Na contramão da crise econômica, a Poli-Filtro vivencia um momento de grande expansão. Nos últimos dois anos, a empresa inaugurou quatro filiais, ampliou sua linha de produtos, conquistou novos mercados e ainda lançou o seu novo website.
Mas, como a Poli-Filtro conseguiu resultados tão positivos em meio a um dos maiores momentos de retração do mercado brasileiro? A resposta para essa indagação está na estratégia adotada por Claudia Montesso para administrar a maior distribuidora de filtros do Brasil.

Filha de Airton Montesso e irmã do Sr. Aldenir, Claudia tem mostrado que traz a visão empreendedora em seu DNA. No comando da Poli-Filtro, a empresária traçou um planejamento estratégico para 2016 e 2017, voltado para o aumento da presença da distribuidora no Brasil. Como parte deste plano, no período, a Poli-Filtro inaugurou filiais em Manaus, Porto Alegre, Rio Verde e Itajaí, expandindo ainda mais a sua presença no mercado brasileiro. “Queremos estar onde o cliente estiver, fornecendo as melhores soluções de serviços e produtos de nosso portfólio”, afirma Djalma Baúte, gerente geral da empresa.




Gestão humanizada
Claudia se destaca em termos de empreendedorismo, mas é na administração do capital humano da empresa que mostra o seu grande diferencial. Desde que assumiu o comando da Poli-Filtro, a empresária tem desenvolvido uma série de ações que motivam, promove integração e capacitam os funcionários da empresa. “As mudanças implantadas pela Claudia deixaram as pessoas mais motivadas e participativas. Hoje, somos uma equipe e temos liberdade para sugerir melhorias” - revela Edmilson Jacob, da área de Recursos Humanos.
Entre as ações voltadas para os colaboradores implantadas por Claudia estão: politica de remuneração compatível com o mercado, palestras, orientação vocacional e profissional, auxílio faculdade, aumento do vale refeição, ajustes de salário, campanhas beneficentes, entre outras.




Além destas medidas, Claudia também transformou a Poli-Filtro em uma grande repartição aberta, retirando todos os departamentos da empresa. Essa atitude aumentou a energia e o engajamento da equipe. “As pessoas se sentiram mais assistidas e unidas. Atualmente, todos trabalham com o mesmo foco e os funcionários estão alinhados aos objetivos da empresa” - conta Djalma.
Mais do que a capacitação e união dos funcionários, a empresária tem mantido o foco na gestão de pessoas humanizadas. Claudia tem investido em eventos comemorativos para a integração dos colaboradores e, como resultado, conquistou funcionários mais unidos, motivados e empenhados no crescimento da Poli-Filtro. “A empresa mudou bastante. Mesmo com a crise financeira, hoje, temos comemorações como Dia das Mães, Dia dos Pais, que favorecem a união da equipe” - afirma Luciano Malinverni, supervisor de vendas da Poli-Filtro.
A qualidade de vida dos colaboradores é outro ponto que a empresária tem trabalhado em sua gestão. Claudia tem melhorado as condições de trabalho, enfatizando a importância dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e promovido ações voltadas para a atividade física como aulas de artes marciais e zumba. “Atualmente, a Poli-Filtro é mais focada na gestão de pessoas e melhorou bastante nas questões que envolvem o reconhecimento do funcionário. Hoje, o funcionário trabalha feliz e sem pressão ou cobrança. Com isso temos espaço para desempenhar o nosso papel” - comenta Nailton Bomfim dos Santos, da área de logística.



Marketing
Outro aspecto que a Poli-Filtro tem desenvolvido, nos últimos dois anos, é o seu posicionamento de Marketing. A empresa passou a contar com perfis institucionais nas redes sociais e lançou o seu novo website. “Atualmente, a Poli-Filtro conta com um marketing forte e isso tem contribuído para a sua presença no mercado” - avalia Nailton.
A inovação da página da empresa na internet também faz parte do planejamento estratégico da Poli-Filtro para 2016 e 2017. O novo site foi lançado em dezembro de 2016 e teve como destaque a criação da área de cotação on-line, na qual os usuários e consumidores podem solicitar o orçamento de qualquer item do portfólio da empresa. O Sistema de orçamento permite que as solicitações sejam realizadas tanto para clientes ativos como novos clientes, bastando para isto uma breve identificação.



Novos produtos
A gestão de Claudia é marcada ainda pela diversificação dos produtos distribuídos pela Poli-Filtro. A empresa iniciou o processo de distribuição de óleos lubrificantes para atender uma necessidade dos clientes e do mercado B2B e B2C.
A nova linha de produtos comercializados pela empresa é fabricado pela YPF, considerada a terceira maior petrolífera das Américas, e líder em exploração e produção de hidrocarbonetos na Argentina. Sendo a maior empresa na Argentina, com 40% de market share em lubrificantes, soma mais de 1500 postos de combustível e um faturamento de 17 bilhões de dólares ao ano. Sua planta de lubrificantes, em La Plata, é uma das mais modernas da América Latina, com excelência em qualidade e as certificações ISO 9001, 14001 e TS 16496.
A empresa começa a disponibilizar para o mercado uma linha completa de lubrificantes para carros de passeio e veículos pesados e extrapesado. “Fomos atrás de um dos maiores fabricantes do mundo, com produtos de qualidade e preço competitivo, e esta nova linha complementa, significativamente, nosso portfólio de produtos”, comenta Djalma.



Expansão
Com a equipe motivada, a diversificação dos produtos e o fortalecimento de seu Marketing, a Poli-Filtro tem ganhado cada vez mais força no mercado. Nos planos da empresa, está a cobertura de atendimento em nível nacional. Para alcançar esse objetivo, mesmo em meio à crise econômica do Brasil, a Poli-Filtro inaugurou nos últimos dois anos filiais nas regiões Norte, Centro-Oeste e Sul do país “Não para por aí! ” - afirma Claudia Montesso.
A cidade de Manaus, no Estado do Amazonas, foi o município escolhido pela Poli-Filtro para instalar uma nova unidade de distribuição para linha de filtros automotivos leves e pesados. A escolha não foi por acaso. “A Poli-Filtro vem crescendo a cada ano e Manaus cresce a cada dia, devido a isto, resolvemos investir em um mercado que não está de mãos dadas com a crise nacional. As oportunidades de negócios no campo da filtragem absoluta e o consumo por filtros de melhor qualidade não estão de freio puxado, mas sim com toda força” - comenta Ziniel Pinheiro Pmentel, gerente de vendas da filial Manaus.
A região conta com um Distrito Industrial que contribui para a logística ser um dos pontos fortes no consumo de filtros e sistemas de filtragem. Além deste segmento, Manaus possui empresas de transportes fluvial e terrestre, construção civil, embarcações, geradoras de energia, transporte coletivo, indústrias de diversos segmentos onde se destacam as fábricas: Honda, Samsung, Piooner, Dafra, Ambev, Petrobras, entre outras.
“Com essa nova unidade estaremos presente em mais uma região do país que é o Norte dando sequência à nossa estratégia de cobertura nacional. Nossa missão é ser a melhor opção em fornecimento e soluções de filtragem no Brasil” - afirma Djalma.



Já, a região Sul ganhou duas novas unidades: uma em Porto Alegre e outra em Itajaí. A filial de Porto Alegre é destinada à venda e pronta entrega de diversos produtos que já fazem parte do portfólio da matriz em São Paulo e conta com a infraestrutura necessária para atender aos mais diversos segmentos de mercado e necessidades da região.
Itajaí sempre esteve nos planos estratégicos da Poli-Filtro devido à sua localização e o seu potencial industrial. “Pretendemos crescer na linha industrial, principalmente, nas indústrias no ramo têxtil, e fortalecermos nossa atuação na linha náutica, transportes e portuária nos quais visualizamos um ótimo crescimento a médio prazo” - revela Djalma.
No Centro-Oeste do país, a cidade escolhida para sediar uma segunda unidade da Poli-Filtro foi a região de Rio Verde, em Goiás. O local foi selecionado por meio de pesquisas de mercados e solicitações de clientes da empresa. Além disso, Rio Verde é a quarta cidade do Estado em PIB, e dispõe de consumidores exigentes devido ao crescente mercado agrícola. “Queremos estar onde nossos clientes estão, desenvolvendo nossa marca e dos nossos parceiros para que esse posicionamento nos permita ocupar uma posição competitiva, significativa e única nas mentes de nossos clientes” - finaliza Djalma.



Novos horizontes
Outra estratégia desenvolvida pela gestão atual da empresa foi a diversificação de produtos e serviços. Lançada em janeiro de 2017, a Poli-Filtro inaugurou sua primeira unidade da Perfil-Filtro  dedicada, exclusivamente, a manutenção e troca de óleo de veículos automotivos de passeio e utilitários. Desenhada e planejada para funcionar como sistema de franquias, a Perfil-Filtro já está em sua sexta inauguração, com unidades espalhadas em São Paulo e interior do estado.



História
A trajetória da família Montesso no mercado de filtros é antiga. Tudo começou na década de 50 com os irmãos Ceguarino, João e Júlio na IMAM – Indústria Mecânica Montesso. Em 1954, a mecânica fabricava componentes e acessórios para a Metaquil, que produzia filtros com a licença da marca Italiana Tecnoar. Nesta época, o Sr. Airton Montesso trabalhava na IMAM e começava a aprender sobre filtros.
Em 1981, Airton Montesso deixa a IMAM – que a essa altura não atendia mais a Metaquil e produzia filtros sozinha – e passa a atuar como autônomo para um pequeno distribuidor que não conhecia nada do mercado de filtros. Depois disso, passou por empresas como Filesp, Filtros Gross, Fepa e Inpec.



Em 1989, em uma conversa com Aldenir Montesso, seu filho, Airton teve a ideia de fundar a Poli-Filtro, com o objetivo de atuar com representação de marcas. “Num domingo, eu estava conversando com o Aldenir, comentei que eu precisava montar uma representação porque eu já tinha algumas representadas e comissões para receber e não podia mais continuar como autônomo, precisava constituir uma empresa, foi quando nós montamos a Poli-Filtro. O nome Poli é porque nós trabalhávamos com polímeros e optamos em usar o “Poli” mais o “Filtro”, e ficou Poli-Filtro” - lembrou o Sr. Airton, em uma entrevista concedida à Meio Filtrante em 2009.
No início, a Poli-Filtro contava com poucos colaboradores que compravam e vendiam para uma porção de empresas espalhadas pelo Brasil. Mas, logo a empresa começou a se expandir.
Hoje, com mais de três décadas no mercado, a Poli-Filtro é a maior distribuidora de filtros automotivos para equipamentos pesados do Brasil. Com aproximadamente 120 funcionários, a empresa tem se fortalecido e expandido cada vez mais a sua atuação no mercado.
Claudia Montesso traz em seu DNA o espírito inovador e empreendedor herdado de seu pai e de seu irmão. 


Poli-Filtro
Tel.: (11) 2188-5499

Fonte: Revista e Portal Meio Filtrante

Produção de carvão ativado a partir da biomassa traz benefício ao meio ambiente

8/11/2017

Em palestra na Abrafiltros, Professor Dr. Paulo Puterman abordou o processo de elaboração e como obter melhor relação custo-benefício na utilização do carvão ativado

Dr. Paulo Puterman_

 

Muito usado nos filtros e purificadores de água de uso doméstico para remoção de impurezas, odores, sabores e substâncias químicas no momento do consumo, como também no tratamento de água e efluentes e na adsorção de gases nos processos industriais, entre outras aplicações, o carvão ativado é uma forma de carbono puro com elevada porosidade, obtido a partir da queima controlada de materiais em reatores específicos, com temperatura que pode chegar a 1000º C.

PHD em Biotecnologia da USP, consultor em bioeletricidade, conversão de biomassa e eleito em 2015 pela Revista Veja um dos 50 pensadores mais inovadores do Brasil, Prof. Dr. Paulo Puterman abordou a produção, propriedades e método de avaliação do carvão ativado obtido a partir da biomassa, na palestra “Processos de filtragem e carvão ativado – a customização necessária para uma melhor relação custo benefício do sistema”, realizada em 26 de outubro como parte do Ciclo de Palestras 2017  da Abrafiltros – Associação Brasileira das Empresas de Filtros e seus Sistemas – Automotivos e Industriais, no auditório do Centro Empresarial Pereira Barreto, em Santo André/SP.

Para Puterman, a produção do carvão ativado a partir da biomassa é uma alternativa de grande apelo ecológico, uma vez que a biomassa pode ser formada por matéria orgânica como restos de plantas, madeira e resíduos agrícolas que normalmente são destinados aos aterros sanitários.

No processo de produção do carvão ativado é preciso controle de temperatura e pressão em diferentes estágios, para eliminar a água e obter a fixação do carbono. Eliminada a água, perdem-se também compostos orgânicos e voláteis. Para homogeneizar a qualidade do carvão, as partículas de carbono obtidas são pulverizadas, reaglomeradas e seguem para o reator para a ativação, dando mais controle ao produto final. Também é preciso cuidado para evitar que ocorra a queima total ou a perda da porosidade do carvão durante o processo de ativação.

Para comprar adequadamente o carvão ativado, o mercado usa índices como a análise de iodo. No entanto, segundo o palestrante, é inapropriado. “É incorreta a ênfase no número de iodo para avaliação da capacidade de adsorção de BTEX e hidrocarbonetos por parte de carbonos ativos”, ressaltou Puterman, acrescentando que há muita dificuldade de se avaliar a adsorção de BTEX, aromáticos, hidrocarbonetos e demais moléculas orgânicas que conferem cor e odor à agua através desse exame.

“A análise de concentração residual pode ser feita por testes isotérmicos, utilizando pressão nos equipamentos de processo ou por meio de simulações, ajudando assim, a assegurar a melhor relação custo-benefício pela correta identificação das características e especificações do carvão ativado, que varia conforme o tipo de aplicação”, finalizou.

Ação de cunho social, o Ciclo de Palestras Abrafiltros 2017 arrecadou alimentos não perecíveis para doação à Casa Santa Clara, localizada em São Bernardo do Campo/SP, que cuida de crianças carentes.

Em 23 de novembro, o Ciclo de Palestras Abrafiltros 2017 abordará o mercado de energia brasileiro com a presença de Antônio Bento, CEO da IBS-Energy, empresa especializada em soluções integradas para gestão de energia. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser realizadas gratuitamente no site http://www.abrafiltros.org.br/inscricao

Sobre a Abrafiltros:

Criada em 2006, a Abrafiltros – Associação Brasileira das Empresas de Filtros e seus Sistemas – Automotivos e Industriais – reúne os principais fabricantes de filtros automotivos e industriais do País. A entidade nasceu da necessidade do segmento ser representado e promove ações visando o desenvolvimento e fortalecimento do setor.

Crédito da foto: Marcio Savoine

 

Mais informações: Verso Comunicação e Assessoria de Imprensa

www.versoassessoriadeimprensa.com.br 

Mercedes alcança 3 milhões de motores no Brasil

7/11/2017

Produção nacional começou em 1956, mesmo ano da inauguração da fábrica


REDAÇÃO AB

Os 3 milhões de motores Mercedes a diesel nacionais foram comemorados em São Bernardo
Mercedes alcançou a marca de 3 milhões de motores para caminhões e ônibus fabricados no Brasil. O número se refere ao volume acumulado desde 1956. O propulsor que simboliza o terceiro milhão é um OM 457 LA fabricado em São Bernardo do Campo, a mesma unidade de onde saiu o primeiro. 

“De forma pioneira nossa marca introduziu o conceito diesel no Brasil, há 61 anos, quando inaugurou a fábrica de caminhões e ônibus”, afirma o presidente da Mercedes-Benz do Brasil e CEO América Latina, Philipp Schiemer. 

Os motores Mercedes equipam caminhões de todos os segmentos, desde os leves até os extrapesados. Também abrangem toda a linha de chassis de ônibus urbanos e rodoviários. “Contamos com uma linha de montagem para a família OM 900 de quatro e seis cilindros, atendendo às legislações Euro 3 a Euro 5, com faixas de potência entre 156 e 326 cavalos”, informa o vice-presidente de operações da Mercedes-Benz do Brasil, Carlos Santiago. 

“A outra linha responde pelos motores da família OM 400 de seis cilindros, Euro 3 a Euro 5, com potência entre 345 e 510 cv.” Esses motores atendem o mercado brasileiro e equipam também veículos exportados para cerca de 60 países. A Empresa também fornece propulsores a diesel para outras fábricas do Grupo Daimler. A partir de agosto de 2017 passou a exportar o OM 460 Euro 3 para a planta alemã da Daimler em Wörth, na Alemanha, para utilização no caminhão rodoviário Actros e nos fora de estrada Arocs e Zetros. Esses veículos são exportados para mercados da África e Oriente Médio. 

De 1956 até 1990 produziu motores leves e médios. A partir de 1991 começou a fabricar os pesados. No ano de 1998, também de forma pioneira, lançou os primeiros motores a diesel eletrônicos do Brasil. E em 2005 iniciou a produção de remanufaturados da linha Renov, para o mercado de reposição, em sua unidade de Campinas, interior paulista. 

A Mercedes recorda que atingiu o primeiro milhão de motores em 1984 e o segundo milhão chegou em 2004. O melhor ano de produção foi 2006, com 110 mil motores.

Fonte: AutomotiveBusiness

Mercado de filtros cresce em 2018 em patamar positivo, sem recordes e atento ao cenário global

6/11/2017



Apesar da crise econômica e política, as expectativas apontam um 2018 melhor que 2017 com crescimento para o mercado de filtros, que ainda está em fase de retomada. Não um crescimento acelerado e com recordes, mas dentro de um valor positivo para o setor, que já evolui e cresce naturalmente. Mesmo assim, na opinião de profissionais do mercado, é importante analisar cenário por cenário e ficar atento às nuanças que aparecem diante da crise econômica e política pela qual estamos passando. 
O consumidor está refletindo mais antes da compra, pesquisando mais e procurando enxugar gastos. Os fornecedores de filtros têm expertise e estão em dia e bem focados nos movimentos do mercado e do consumidor, para atender às necessidades da melhor forma possível, fidelizar clientes e conquistar novos segmentos. São diferentes ações, tecnologias, produtos, serviços, entre outros, que estas empresas dispõem para alavancar o mercado de filtros, já se preparando para 2018.
    
Conjuntura
“É preciso analisar os vários cenários que influenciam o mercado e, sempre que o fazemos, notamos quanto dinâmicos eles são. Fatos ou previsões que julgamos importantes passam despercebidos pelo mercado e outras ‘marolinhas’ nos apanham de surpresa” - afirma Luiz Catanio, gerente comercial da Notria. Ele diz que, nas previsões feitas pela empresa, evitam se basear em fatos extremos, sejam de caráter otimista ou pessimista. “Mesmo que existam chances, dificilmente uma empresa ou mercado consegue configurar e aprovar um plano baseado em extremismos, a menos que sejam mais evidências ou vidências do que previsões” - avalia.



No cenário internacional, o mundo está de olho no que acontece com a nossa economia. “Apesar de todos os problemas, o Brasil segue no bloco de mercados emergentes, não mais entre os sete, mas está lá. Esse é o nome que as potências econômicas dão aos países com demanda reprimida. Daí a grande preocupação daqueles com a estabilidade da nossa economia” - diz Catanio.
No cenário nacional, os escândalos com a corrupção ganham cada vez mais destaque conforme surgem novas denúncias. “As notícias de políticas das grandes corporações e instituições saíram dos cadernos próprios e foram para as páginas policiais. Restaram poucas novidades nos cadernos de economia. Essas, por sorte, em 2017, bastante refratárias aos acontecimentos policiais” - analisa.
A cada hora uma nova notícia e as previsões se modificam. “Qualquer mercado no mundo sentiria com maior rigor um impedimento seguido de afastamento e prisão de líderes políticos, crise entre poderes, prisão de executivos de grandes corporações e nova possibilidade de impedimento” - reflete Catanio.
Com as eleições gerais em 2018, as previsões da empresa são mais otimistas, como acontece com todos os anos eleitorais. “Em 2017, até o momento não percebemos isso, os candidatos são feitos e desfeitos pela imprensa, pelos institutos “independentes” de pesquisas e pelas novíssimas e incontroláveis redes sociais, seguindo incógnitos os prováveis candidatos e líderes partidários. Enquanto o governo não age, a oposição não reage” - avalia Catanio. Conforme diz, normalmente também, os governos anteriores, em vésperas de entregarem seus cargos, trabalharam empenhados em eleger seus sucessores e, com isso, as políticas econômicas, consistentes ou não, afrouxaram as rédeas. 
Fazendo uma leitura da conjuntura atual, Djalma Baúte, gerente geral da Poli-Filtro explica que o cenário econômico internacional é favorável, apesar do clima tenso na geopolítica entre a Coreia do Norte e os EUA, com Trump. “No cenário nacional, há a fragilidade no mercado Brasil devido a mais uma denúncia a ser votada contra o governo Temer. E a dificuldade de aprovar a reforma da Previdência, espinha dorsal para o ajuste fiscal. Acredito que essa reforma irá impulsionar o país, mas não será feita nesse governo” - opina.


Sobre os desafios do próximo ano, Marcelo Silva, diretor comercial IAM & Exportação da Sogefi Filtration do Brasil, diz que o que mais os preocupa, e a todos os brasileiros, é a instabilidade política, por ser imprevisível e estar completamente fora de nosso controle. “Mas o importante é que os nossos clientes estão bem mais otimistas e a nossa equipe está motivada e confiante no futuro. Com esse apoio, podemos enfrentar qualquer desafio” - afirma.
Ao analisar as estratégias adotadas por seus clientes, a Parker verificou que os desafios em 2018 serão bem parecidos com os quais estamos enfrentando nos últimos anos: baixo investimento em infraestrutura pelo governo, juros para financiamento elevados, baixa demanda de mercado, crise política, escândalos em todos os poderes, guerra de preços baixos etc.


 
Aposta na certeza
Catanio diz que há um quadro de grande contradição: diante de um cenário de incerteza, é preciso apostar na certeza. “O mercado continuará estável em 2018, crescimento mínimo em relação a 2017 no mercado de reposição, quem não se arrisca em comprar um novo, cuida melhor do velho. Inflação e câmbio controlados, política econômica descolada das crises políticas e institucionais, desemprego alto, crescimento do endividamento público e privado e investimentos limitados às possíveis privatizações” - afirma Catanio.
De maneira geral, as expectativas para 2018 são melhores em comparação a 2017. “A economia está regulando o mercado, o dólar sob controle e a inflação com tendência de queda, o que faz com que o mercado de filtros evolua naturalmente” - avalia João Moura, presidente da Abrafiltros – Associação Brasileira das Empresas de Filtros e seus Sistemas – Automotivos e Industriais.
O mercado de filtros está sempre em crescimento e evolução. “Principalmente para empresas que estão focadas no planejamento estratégico, o que permite estar preparado para aproveitar as oportunidades. Sempre há novas possibilidades ou situações de mercado decorrentes de empresas que, por algum motivo, não atendam às necessidades de segmentos específicos” - destaca Moura.


O mercado se mostra otimista no curto prazo. “O Banco Central (BC) projeta uma queda na Selic de mais 0,75%, o que significa uma taxa básica de 7,5% para a próxima reunião. Hoje a Selic com 8,25% atrai crédito e alcança investimento que gera emprego e melhora a expectativa da população” - expõe Baúte. Diante desse cenário, a Poli-Filtro projeta um forte investimento nas unidades atuais e prevê algumas startups para o FY18 (Fiscal Year), conforme planejamento estratégico de sua direção.
2017 era aguardado ainda como um ano de crise e está terminando com um crescimento significativo. “Acreditamos que 2018 deve ter um comportamento parecido. É certo que não será um ano para o mercado de filtros bater recordes históricos, mas tudo indica que será outro período positivo, mais uma etapa de transição para iniciarmos uma grande retomada a partir de 2019” - antecipa Marcelo Silva.
“Nossa expectativa é de que este mercado, que ainda está em amadurecimento, continue em pleno crescimento. Conforme o consumidor tem maior acesso à informação, os benefícios relacionados à saúde e à economia são cada vez mais evidentes. 2018 será um ano de recuperação econômica, o que contribuirá para que este mercado volte a crescer de maneira acelerada” - analisa Anderson A. Oliveira, gerente de marketing e produtos da Hidro Filtros do Brasil. 
“As expectativas para 2018 são de um leve crescimento em torno de 4% a 6%. Apesar das expectativas serem mais positivas, ainda precisamos de cautela e continuar investindo na melhoria da produtividade e experiência dos nossos clientes” - ressalta José Augusto da Silva Moraes, gerente geral da Latin America Filtration Division da Parker Hannifin. Segundo ele, com a aquisição da Clarcor pela Parker, são boas as perspectivas de continuar a oferecer um serviço diferenciado aos seus clientes.
“Com o poder econômico reagindo, apesar do governo, a manutenção preventiva deva ser estimulada para um patamar mais seguro” - aponta Sergio Gazarini, diretor comercial da Seineca Automotive do Brasil.
Para Cesar Costa, diretor de vendas e marketing da Wega Motors, as expectativas são muito boas. “A economia consegue seguir sem interferência política, por enquanto, a inflação está controlada e o consumo está voltando” - pontua. Segundo ele, ano de eleições como 2018 sempre interfere um pouco no ânimo do consumidor. “Esperamos um crescimento, pois a frota de carros que estão deixando a obrigatoriedade de serem atendidos pelas concessionárias aumenta a cada ano” - aponta Costa.




Como a crise impactou em 2017
O mercado vem reagindo, mas com maior critério. “O consumidor principalmente não está deixando se levar pelo consumo impulsivo, analisando as posições de serviços e preços a seu favor” - diz Gazarini. Quanto ao distribuidor, ele vem reestruturando seus estoques, reduzindo o número de linhas de distribuição e reavaliando seus parceiros para se tornar mais eficiente.
A crise exigiu novo posicionamento do consumidor que teve que enxugar seus gastos para atender às suas necessidades. “O consumidor pesquisou mais, comparou mais e teve opções mais baratas que os tradicionais fabricantes. Isso fez com que todos revisassem seus custos a fim de se adequar a esta realidade de mercado” - conta Oliveira.



A maioria das empresas já esperava e se preparava para um cenário desafiador em 2017. “Assim, não houve impacto tão grande nas operações. O segmento de reposição auxiliou na sustentação do setor de filtros automotivos e houve sinais de reação a partir do terceiro trimestre, com crescimento positivo do mercado interno e as montadoras investindo nas exportações” - contextualiza Moura.
Segundo o presidente da Abrafiltros, o segmento de filtros industriais também seguiu a mesma linha, se preparou para uma situação atípica, mas que não se mostrou tão ruim como estava sendo previsto. Já o segmento de filtros para estações de tratamento de água e efluentes teve flutuações, mas conseguiu atender a boa parte das expectativas. “Há sinalização de um cenário mais positivo em 2018 devido ao Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do BNDES, que deve propiciar novos recursos para o setor” - afirma Moura.
Para Catanio, o mercado de filtros em 2016 e 2017 noticiou ou previu muito mais movimentações do que realmente aconteceram. “Excetuando, sem nomear, as que foram decorrentes de grandes movimentações fora do Brasil, que inevitavelmente iniciaram e devem mudar nosso mercado em 2018 em termos de cota de mercado” - salienta. Conforme diz, quem fez e executou um plano realista ou com cenário ajustado em 2017 deve ter um Natal mais feliz. “Os otimistas, se ainda existem, estarão decepcionados e os pessimistas cientes de que perderam oportunidades” - pondera Catanio.
A exemplo de todo o setor industrial brasileiro, a Sogefi se preparou em 2016 para enfrentar um 2017 bem difícil. Mas não foi bem assim. “Diante dessa expectativa inicial, 2017 foi uma surpresa muito positiva. 
A produção de veículos novos finalmente está se recuperando por completo, em todos os segmentos, e o mercado de reposição segue aquecido” - salienta Marcelo Silva.
Ele cita que a última Automec representou bem esse otimismo. “Todos queriam deixar a crise para trás e trabalhar para fazer a diferença pelo nosso país” -  diz Marcelo Silva. A Sogefi ganhou novos negócios importantes no mercado original e lançou dezenas de novos produtos. Além disso, a empresa está comemorando o aniversário mundial de 85 anos da Fram, marca de filtros automotivos há mais tempo em produção no Brasil.
Ao comparar 2017 com 2016, a Parker fez bem sua lição de casa diante da crise. “Crescemos em torno de 18% em relação ao ano anterior, pois focamos em atender ao mercado de reposição, fornecendo soluções inovadoras aos nossos clientes que permitiram que eles ficassem mais competitivos aos mercados interno e externo, principalmente o mercado de exportação que manteve os nossos clientes operando” -  afirma Moraes.  
Mesmo com seus clientes focando na exportação de seus produtos, ainda assim a Parker sentiu uma forte queda na venda para as montadoras. “Porém, nossa estratégia de ter um produto de qualidade elevada, preços justos e uma proximidade muito grande com os nossos clientes e parceiros nos permitiu ser competitivos neste mercado e ganhar mais market share” - destaca Moraes.
Na Poli-Filtro, o foco é atingir os objetivos e metas propostos, sem pensar na crise. “O FY17 tem sido trabalhoso, porém, estamos no caminho para conquistar nossos objetivos estabelecidos em conjunto com os investidores. Não sofremos com a crise, não olhamos para a crise, focamos em bater nossas metas” - enfatiza Baúte. 
Costa, da Wega Motors, chama a atenção para o crescimento do mercado de reposição automotiva e afirma que 2017 foi um ano de recuperação. “A crise econômica foi superada e todos conseguiram crescer no ano” - comemora. 

Condições atuais  
Hoje o mercado de filtros está bem competitivo. “Como o mercado ainda tem crescimento modesto, todos os fornecedores de filtros estão buscando alavancar a sua participação dentro dos clientes e aumentar a participação no mercado, oferecendo um serviço premium aos clientes. Assim, a conquista de uma cotação, de um pedido, é muito comemorada e prestigiada” - revela Moraes. Desta forma, o objetivo é fidelizar os fornecimentos atuais e, ao mesmo tempo, oferecer alternativas competitivas aos clientes.
E o mercado de filtros continua em pleno crescimento. “A crise fez com que todos puxassem seus preços para baixo. É de extrema importância os controles do Inmetro a fim de garantir a qualidade destes produtos para que, no final, o consumidor não seja lesado” - analisa Oliveira.
Para minimizar o impacto da perda de receita na venda de equipamentos, os fabricantes projetaram vender os periféricos de um modo geral e peças. “O mercado ficou muito competitivo e desleal, uma vez que nós, da Poli-Filtro, somos monoproduto. Mas jogo é jogo e não jogamos para perder. Ajustamos nossa estratégia e de alguma forma ganhamos mercado e não perdemos faturamento” - ressalta Baúte.
Existem vários fabricantes e importadores competindo, mas o fator preço aliado à qualidade vem direcionando o mercado. “Uma empresa com os princípios estruturados de comercialização tem condições de eleger distribuidores para obter um market share” - salienta Gazarini.


A maioria das empresas está adaptada ao cenário atual do país. “As que estão em dificuldade provavelmente tiveram problemas com o planejamento estratégico ou não puderam realizar os investimentos necessários para absorver as flutuações e oportunidades dos respectivos segmentos de atuação” - analisa Moura. Nesse sentido, segundo ele, “cabe aos corpos diretivos das empresas fazer os devidos diagnósticos e planejamentos para manter um plano de ação consistente que faça o mercado girar, e não apenas se pautar em ações de contenção e retração pelo atual momento político e econômico do país”.
Catanio diz que geralmente ficamos muitos atentos e preocupados somente com as movimentações das grandes montadoras e dos grandes consumidores e não damos atenção a outros segmentos do setor. “O mercado não está restrito a isso. O grande mercado de reposição tem movimento e vontade própria, é importante estar de olho também nos canais de distribuição” - destaca. De acordo com ele, a tendência dos canais é buscar independência nas épocas de grande demanda e parcerias nos momentos de crise. 
“Ficou no passado a ideia de que ‘filtro é tudo igual’. Com o avanço tecnológico dos veículos, a diferença está cada vez mais evidente. Nós sabemos que algumas fatias do mercado estão dominadas por produtos inferiores e sem qualquer suporte. Decidimos manter os nossos valores e a nossa qualidade em primeiro plano. Queremos garantir aos nossos clientes que eles sempre encontrarão as melhores soluções com a Sogefi e a Fram” - assegura Marcelo Silva. O compromisso da empresa no segmento de filtros automotivos é investir continuamente em tecnologia, qualidade e atendimento com a mesma postura no mercado original e na reposição.
Costa diz que o mercado de filtros é muito dinâmico. “Temos grandes marcas e novas marcas chegando no mercado. É um produto que o consumidor conhece e sabe que tem que fazer a manutenção” - destaca. De acordo com ele, a linha de filtros de cabine está crescendo. “Mas ainda precisa da conscientização do consumidor. E isso é trabalho de todos os fabricantes de filtros” - enfatiza. 
 
Investimentos e incentivos
A política de incentivo e investimento depende do segmento e constituição de cada empresa. “Para multinacionais, é preciso seguir as diretrizes planejadas pela matriz dentro de um cenário globalizado de expectativas de mercado. Para empresas nacionais, cabe ao empresário buscar as melhores oportunidades de investimento para garantir a sustentação, desenvolvimento da organização e estar atento às oportunidades de mercado”, distingue Moura, da Abrafiltros.
Ainda existem poucos incentivos para este mercado. “Os investimentos da nossa empresa estarão voltados para melhor comunicação aos consumidores, melhor produtividade para reduzir os custos de produção e aumento do mix de produtos” - afirma Oliveira, da Hidro Filtros do Brasil.
Na Poli-Filtro, os investimentos são de capital próprio e os incentivos negociados com parceiros comerciais, instituições públicas etc. “Não há incentivo, mas, através de um estudo detalhado tributário e de mercado, conseguimos algumas vantagens que nos mantêm competitivos” - aponta Baúte.
Para Gazarini, da Seineca, o investimento em estoque deve ser constante para assegurar um abastecimento seguro aos seus distribuidores. 
A diversidade da linha com novos itens também deverá ser um fator importante para poder competir.  
Na Parker, os investimentos estão focados em melhoria da tecnologia dos produtos e serviços oferecidos. Como foi feito no final do ano passado, quando a empresa lançou o E-Max, filtro inovador que vai ajudar seus clientes a ter melhor performance em seus veículos. “Também estamos investindo em novos materiais que trazem um ótimo custo-benefício para os nossos clientes, e já incluindo diferenciais. Além de investirmos fortemente em processos produtivos que garantam aos nossos clientes segurança e performance” - ressalta Moraes. 
Na opinião de Costa, da Wega Motors, o investimento mais forte e, ao mesmo tempo, o maior desafio para esse mercado é conscientizar o consumidor e o aplicador da troca completa do kit de filtro. “Quanto a incentivos para o mercado, seria muito bom ter uma norma do Ministério da Saúde destacando a importância do filtro de cabine para a saúde e prevenção de doenças” - sugere.   
“Haverá grandes investimentos no setor com o ingresso de novas multinacionais, principalmente de origem oriental, que precisam muito mais do nosso mercado do que o nosso mercado delas. Na espreita, não será em 2018, mas vai acontecer” - prevê Catanio, da Notria.
Ele diz que o grande problema é que nosso mercado teve muito protecionismo e pouco incentivo. “A proteção nos acomodou ao invés de transformar. Nós somos muito cordiais, temos interesses comuns e estamos sempre juntos, mas não somos unidos o suficiente para reivindicar incentivos ou melhorias consistentes e duradoras que garantam nossos investimentos, melhor qualidade e tecnologias. Não devemos temer os que vêm vender no nosso mercado, precisamos, sim, estar preparados para vender no mercado deles” - adianta Catanio.
Para Marcelo Silva, nas últimas décadas, o agravamento dos problemas ambientais, a eletrônica embarcada e o aumento da exigência dos consumidores mudou a indústria automobilística. Ele diz que o Brasil não fugiu à regra e hoje há uma preocupação crescente com o consumo, a reciclagem e a climatização dos veículos, por exemplo. “Os fabricantes de filtros participam ativamente desse processo e precisam se superar a cada dia, desenvolvendo novos produtos mais eficientes, leves, recicláveis, baratos, duráveis e de fácil manutenção. Duas tecnologias que refletem bem essa realidade são os módulos ecológicos para os filtros do óleo e os filtros da cabine de alta eficiência com carvão ativado” - expõe.



No Brasil, a Sogefi tem uma das mais modernas fábricas do grupo, inaugurada em 2015 em Jarinu (SP), e investe no desenvolvimento de novas tecnologias e produtos para uma frota cada vez mais diversificada. “Quem não acompanhar essa dinâmica vai ficar para trás. E, em poucos anos, ainda teremos a popularização dos veículos elétricos, que, ao contrário do que muitos imaginam, utilizam vários filtros de alta tecnologia para garantir a durabilidade dos seus componentes e o conforto dos ocupantes” - alerta Marcelo Silva. 


Contato das empresas:
Parker Hannifin: www.parker.com.br

Mercedes-Benz alcança o marco de 3 milhões de motores produzidos no Brasil

4/11/2017

Fabricados na planta de São Bernardo do Campo, motores equipam caminhões e ônibus comercializados no Brasil e mais 60 países. Empresa também fornece propulsores para unidades do Grupo Daimler na Alemanha, Estados Unidos e México. Motores da marca são reconhecidos pela avançada tecnologia, robustez, longa durabilidade, reduzido consumo e compatibilidade ambiental.

A Mercedes-Benz do Brasil alcançou, no final de outubro, o marco histórico de produção de 3 milhões de motores para caminhões e ônibus. Esse número refere-se ao volume acumulado desde 1956, quando foi pioneira na fabricação do primeiro propulsor a diesel nacional.

O motor que simboliza esse marco é o pesado OM 457 LA. Fabricado na planta de São Bernardo do Campo, mesmo local onde foi produzida a primeira unidade, que equipava o clássico caminhão L-312, o “Torpedo”.

“Nenhum outro fabricante de veículos comerciais chegou a esse volume de produção no País. É com muito orgulho, satisfação e emoção que compartilho esse momento histórico e especial com toda a nossa equipe de colaboradores e com os fornecedores”, diz Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz do Brasil e CEO América Latina.

De acordo com o executivo, também no que se refere ao desenvolvimento e produção de motores, a Empresa tem papel relevante na consolidação do produto nacional e das indústrias do setor. “De forma pioneira, nossa marca introduziu o conceito diesel no Brasil, há 61 anos, quando inaugurou sua fábrica de caminhões e ônibus. Desde então, não parou de aprimorar seus produtos e de inovar, como fez quando lançou o primeiro motor eletrônico de veículos comerciais e introduziu a tecnologia BlueTec 5”, ressalta Philipp Schiemer. “Assim, sempre estivemos ao lado de quem transporta cargas e passageiros, ajudando as empresas a crescer e o País a se desenvolver”.

Os motores da marca são cada vez mais reconhecidos no mercado pela avançada tecnologia, robustez, durabilidade e compatibilidade ambiental. “Isso é fruto do rigoroso processo de excelência e qualidade nas linhas de produção e da competência e determinação das nossas equipes em entregar um produto que atende às expectativas dos clientes“, diz Philipp Schiemer. “Isso resulta em economia no consumo e, principalmente, na rentabilidade desejada”.

Motores equipam veículos destinados ao mercado brasileiro e a cerca de outros 60 países — Os motores da marca equipam caminhões de todos os segmentos, desde os leves e médios, passando pelos semipesados até os extrapesados. Também abrangem toda a linha de chassis de ônibus urbanos e rodoviários.

“Contamos hoje com uma linha de montagem para a família OM 900 de 4 e 6 cilindros, atendendo às legislações Euro 3 a Euro 5, com faixas de potência entre 156 e 326 cv”, informa Carlos Santiago, vice-presidente de Operações da Mercedes-Benz do Brasil. “Uma outra linha responde pela montagem de motores da família OM 400 de 6 cilindros, Euro 3 a Euro 5, com potência entre 345 e 510 cv”.

Esses motores atendem o mercado brasileiro e equipam também veículos que são exportados para cerca de 60 países em vários continentes. “Tanto no nosso País, como no exterior, contam com ampla aceitação por sua eficiência e robustez nas mais severas condições de operação”, afirma Carlos Santiago.

A Empresa também fornece motores a diesel a outras unidades do Grupo Daimler. A partir de agosto deste ano, passou a exportar o OM 460 Euro 3 para a planta alemã da Daimler em Wörth, na Alemanha, para utilização no caminhão rodoviário Actros e nos fora de estrada Arocs e Zetros. Esses veículos são exportados para mercados da África e Oriente Médio.

Em 2013, a Empresa passou a enviar motores médios OM 900 para a Daimler Buses de Monterrey, no México. Em 2001, efetuou as primeiras exportações de propulsores brasileiros, os pesados OM 400 para a Detroit Diesel, nos Estados Unidos.

De 1956 até 1990, produziu motores leves e médios. A partir de 1991, começou a fabricar os pesados. No ano de 1998, também de forma pioneira, lançou os primeiros motores diesel eletrônicos do Brasil. E em 2005, iniciou a produção de remanufaturados da linha RENOV, para o mercado de reposição, em sua unidade de Campinas, interior paulista.

“Em 2006, batemos o recorde de produção no Brasil, com 110 mil motores produzidos apenas naquele ano”, informa Carlos Santiago. “Alcançamos 1 milhão de motores em 1984. Depois, chegamos aos 2 milhões em 2004”.

Maior fabricante de veículos comerciais da América Latina — A Mercedes-Benz do Brasil é a maior e mais tradicional fabricante de caminhões e ônibus da América Latina. A unidade da Empresa em São Bernardo do Campo é a maior planta da Daimler fora da Alemanha para veículos comerciais Mercedes-Benz. É também a única planta da Daimler a produzir, numa mesma unidade, caminhões, chassis de ônibus e agregados, como motores, câmbios e eixos.

A Empresa é também a maior exportadora de caminhões e ônibus do Brasil e conta com o maior Centro de Desenvolvimento Tecnológico de veículos comerciais da América Latina. Além disso, é o Centro Mundial de Competência da Daimler AG para desenvolvimento e produção de chassis de ônibus da marca Mercedes-Benz, bem como pólo de desenvolvimento da Daimler Trucks.

Fonte: Portal Fator Brasil

CUMMINS BRASIL OFICIALIZA DOAÇÃO DE PRÉDIOS DA ESCOLA VICTOR CIVITA PARA AO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO.

4/11/2017

A Cummins Brasil oficializou a doação dos prédios da escola Victor Civita ao governo do Estado de São Paulo em cerimônia realizada na Secretaria da Educação. Com investimento de R$ 3,5 milhões feitos integralmente pela empresa, a escola localizada no bairro Jardim Cumbica, em Guarulhos, será ampliada, modernizada e terá capacidade de oferecer ensino integral aos jovens.

A cerimônia na sede da Secretaria, na Praça da República, foi comandada pelo Dr. José Renato Nalini, atual Secretário da Educação de São Paulo. Luis Pasquotto, presidente da Cummins Brasil e vice-presidente da Cummins Inc., pôde mostrar em primeira mão o projeto da nova escola às autoridades e demais presentes, como a Sra. Cleide Bochixio, Secretária Adjunta da Educação, e Giselle Gonçalves Pinto, diretora da Escola Victor Civita.

e/d: Luis Pasquotto, Cleide Bochixio e José Renato Nalini 

“Educação é a chave para a mudança e para o desenvolvimento de nosso País. Precisamos de mais Cummins para criarmos uma geração polivalente”, disse Nalini. “Esta doação representa um marco em nossas atividades dedicadas pela área de Responsabilidade Social Corporativa da Cummins com o engajamento de nossos colaboradores. Estamos muito orgulhosos por mais esta conquista”, disse Pasquotto.

O objetivo da Cummins é melhorar ainda mais a qualidade do ensino das crianças da escola Victor Civita, que já é uma referência na região. A reforma, já em andamento, está prevista para terminar no início do ano que vem, ou seja, em tempo para os alunos iniciarem o ano letivo de 2018 já se beneficiando das novas instalações.

O projeto da Cummins para a instituição de ensino inclui a ampliação do espaço da escola, de 780m² para 2.058m², com a integração dos três prédios já existentes no local e expansão de oito para 12 salas de aula e multiuso, além de melhorias nas demais áreas e ampliação do espaço para suporte e lazer dos estudantes. Vale acrescentar que todo o trabalho dedicado está alinhado com os critérios de desenvolvimento de obra da FDE - Fundação para o Desenvolvimento da Educação.

Para a liberação do investimento de R$ 3,5 milhões, os colaboradores da Cummins Brasil desenvolveram um projeto alinhado com as demandas de engajamento pleiteadas pela Fundação Cummins Inc. A empresa ainda contabiliza um total de 214 colaboradores engajados nos projetos da instituição de ensino Victor Civita em 2016, ou seja, 18% da força de trabalho da empresa realizou voluntariado dedicado à escola.

A escola Victor Civita foi construída pela Cummins Brasil em 1990. O local atende atualmente cerca de 320 estudantes, entre 6 e 11 anos de idade, do Ensino Fundamental I. Desde a construção da instituição, a Cummins Brasil realiza diversas ações por meio de seus colaboradores voluntários para o desenvolvimento de projetos para a educação dos alunos, sendo os mais recentes: reforço escolar na matemática, incentivo à leitura e a língua inglesa e aprendizado via ferramenta digital com foco no incentivo ao aprendizado.

Histórico Cummins Brasil – Responsabilidade Corporativa 


Desde que se instalou no País, em 1971, a Cummins Brasil busca contribuir com o desenvolvimento social da comunidade onde está estabelecida, na cidade de Guarulhos (SP). Em 2008, a empresa estabeleceu três áreas de foco para atuação no que diz respeito aos projetos dedicados: Educação, Meio Ambiente e Justiça Social, sendo que a principal forma de concretizá-los se dá por meio do voluntariado, iniciativa na qual os funcionários da empresa utilizam seu tempo e talento para ajudar a desenvolver a comunidade.

Com o objetivo de intensificar ainda mais os esforços para buscar mais impacto na sociedade, em 2011 a área de Responsabilidade Social Corporativa da Cummins ganhou uma gerência específica, liderada por Soraia Senhorini Franco. Para a Cummins, a Responsabilidade Corporativa é um valor de extrema importância e sua evolução se difunde com o progresso da companhia. E são diversos os projetos sociais e educacionais desenvolvidos pela Cummins Brasil que contam com o total engajamento de seus colaboradores.


Fonte: Coisas de Agora

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