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Ferro e manganês na água: filtro desferrizador é ideal para remoção

21/7/2017


A água da sua casa está amarela e com cheiro forte? Pode ser excesso de ferro na água! Este problema é muito comum em locais de baixada. Saiba como o filtro desferrizador pode ajudar.

Tem poço artesiano em casa, mas a água está amarela e com cheiro forte? Pode ser excesso de ferro na água! Este problema é muito comum em terrenos de baixada, porém é fácil de ser resolvido. O primeiro estágio para recuperação desta água é esclarecer realmente quais os elementos concentrados no líquido. Se a água possui gosto de metal, por exemplo, deve ser feita também uma análise de manganês. Esta análise físico-químico precisa ser feita por um especialista profissional que tenha prática neste tipo de questão e seja capaz de oferecer um diagnóstico completo da potabilidade da água.

O excesso de ferro e manganês na água deixa pia e privada amareladas; provoca mau cheiro no banheiro; mancha tecidos, roupas, utensílios sanitários; deixa sabor metálico na água, comida e bebidas como café e chá; propicia a proliferação de bactérias nocivas; prejudica processos industriais de fabricação de bebidas, tinturarias, papel e outros; além de favorecer incrustações nos canos, máquinas de lavar roupa e chuveiros. No entanto, estes não são os únicos prejuízos causados pela água com excesso destes metais, a saúde de quem consome este líquido também é lesada.

O manganês é considerado tóxico e está na lista de metais pesados. O acúmulo deste material no corpo humano, devido a ingestão de água com níveis excessivos, podem causar graves problemas de saúde, visto que prejudica o fígado e o sistema nervoso central provocando sintomas como rigidez muscular, tremores das mãos e fraqueza. Em animais, o excesso de manganês provoca alterações no cérebro e pode levar a impotência. Já a abundância de ferro é armazenada em órgãos como fígado, coração e pâncreas, onde passa longos períodos despercebido até ocasionar doenças hepáticas graves que só pode ser curadas logo no início dos sintomas, infelizmente isso não acontece na maioria das vezes. Grandes quantidades de ferro no organismo também podem piorar os efeitos do mau colesterol e aumentar os riscos de doenças cardíacas.

Para evitar problemas com água de má qualidade e fazer a remoção do excesso de ferro e manganês na água, é indicada a utilização de um filtro Desferrizador . Este equipamento é a solução ideal para esta questão, já que é capaz de remover os metais da água sem a utilização de produtos químicos e com excelentes resultados. De acordo com a CEA do Brasil , empresa especializada em tratamentos de água, a vida útil do elemento filtrante do desferrizador é de 5 anos e a retrolavagem é feita somente com água, o que facilita a manutenção deste filtro. “Esta é a melhor opção para tratamento de água de poços e minas, visto que apresenta uma melhoria significativa da qualidade da água, que ao final do processo está cristalina e pronta para consumo”, explica.

Website: http://www.ceadobrasil.com.br/

Fonte: www.noticias.dino.com.br

Filtro de ar da BMC garante melhor performance à motocicletas

21/7/2017


Compostos por camadas de algodão especial, os filtros de ar da BMC garantem maior permeabilidade ao ar, além de promover a paralisação de todas as impurezas de sete microns para cima. O produto italiano, vendido exclusivamente pela FW Performance no Brasil, é a solução ideal para filtragem e performances mais elevadas de motocicletas.

Para aumentar a durabilidade do motor e garantir uma melhor performance para as motocicletas, a FW Performance, uma das maiores distribuidoras e importadoras do país, traz com exclusividade para o Brasil os filtros de ar da BMC. Capaz de melhorar a capacidade de ingestão de oxigênio em comparação com o obtido por meio dos modelos tradicionais, o produto de origem italiana é composto por camadas de algodão especial – que possuem uma trama maior favorecendo a entrada de oxigênio - , embebidos em óleo de baixa viscosidade, que garantem maior permeabilidade ao ar.

Os produtos da BMC são mais econômicos e práticos em comparação aos modelos de papel convencional, já que na hora da manutenção, o filtro tradicional normalmente é substituído, diferentemente da peça distribuída pela FW Performance, que é reutilizável, tendo uma vida útil igual à do próprio veículo.

A BMC oferece dois tipos de filtro de ar: O padrão e o Racing. Conheça!

:: Filtro Padrão

Substitui o filtro de ar original, geralmente o de papel. O modelo se ajusta perfeitamente a forma do filtro de fábrica, sem a necessidade de qualquer modificação. Desenvolvido para prover restrição mínima para uma melhor aceleração, aumento do torque e alto desempenho, ele é indicado para o uso em motocicletas convencionais.

:: Filtro Racing

A grande diferença entre o filtro padrão e o Racing é o pacote de filtragem, o que torna a passagem de ar ainda mais extrema. O modelo Racing tem maior capacidade de fluxo de ar e, por isso, seu uso é aconselhado exclusivamente em ambientes controlados, como autódromos e pista de corrida, pois ele é mais sensível a partículas e contaminantes. Neste modelo é preciso ajustar o sistema de injeção.

Limpeza e instalação

A limpeza dos filtros deve ser feita com detergente e óleo lubrificante e é aconselhado fazê-la a cada 5.000 km para garantir seu alto desempenho e longa duração. Porém, este número pode mudar de acordo com as situações que a motocicleta será exposta, como estrada de terra ou poeira.

Os modelos BMC são distribuídos pela FW Performance, prontos para serem usados, já lubrificados, além de serem ecologicamente corretos.

Sobre a FW Performance

Importadora e distribuidora de produtos de alta performance para carros e motocicletas, a FW Performance atua no Brasil desde 2009. A empresa é a maior distribuidora mundial das marcas Sprint Booster e Rapid Bike (das quais possui exclusividade no Brasil) e está entre os cinco maiores distribuidores de filtros K&N do mundo. Recentemente, a FW incorporou ao seu portfólio produtos de suspensão Hyperpro, filtros de ar BMC, velas especiais da NGK, baterias de lítio Aliant e pneus Heidenau.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Conhecimento profissional é um dos destaques da FEBRAVA

19/7/2017


Visitantes terão oportunidade de assistir e debater sobre os principais temas do setor de climatização em eventos temáticos, gratuitos e com as principais referências do setor

A FEBRAVA, mais importante feira de negócios para o segmento AVAC-R (Aquecimento, Ventilação, Ar Condicionado e Refrigeração) da América Latina, será realizada em setembro no São Paulo Expo. Além de reunir produtos e serviços de mais de 400 empresas, nacionais e internacionais o momento também será propício para qualificação profissional. A feira contará com palestras, workshops, demonstrações práticas de produtos, e espaços que estimulam o debate de temas técnicos e das principais tendências do setor, como as Ilhas Temáticas e a Arena do Conhecimento.

Realizadas em pontos estratégicos entre os expositores, no meio do pavilhão, as Ilhas Temáticas são espaços de inovação que contribuem para o aprimoramento e conhecimento técnico. O visitante terá oportunidade de se aprofundar em temas como aquecimento solar, cadeia do frio (refrigeração), meio ambiente e sustentabilidade para o setor, e demonstrações técnicas de limpeza e processos de certificação. Além de visitar espaços destinados ao ensino técnico e superior.

Já a Arena do Conhecimento consistirá em palestras gratuitas e exclusivas e que visam ampliar o conhecimento profissional dos visitantes, além de conferir apresentação de cases de sucesso. A programação da Arena do Conhecimento será divulgada em breve no site do evento, www.febrava.com.br.

Em simultaneidade, a FEBRAVA também receberá o congresso CIAR-CONBRAVA 2017. Organizado pela ABRAVA, Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento, o congresso trará a temática “Pesquisar, Inovar, Climatizar e Refrigerar” e ira reforçar a importância do AVAC-R na qualidade de vida. Mais de 50 palestras, ministradas por profissionais e especialistas, referências nacionais e internacionais serão realizadas. As inscrições, com valores promocionais até o dia 21 de agosto, já podem ser feitas pelo site: www.conbrava.com.br.

“A FEBRAVA é referência no segmento. Transcendemos o conceito de feira de negócios que apresenta somente produtos e serviços. Queremos ampliar o conhecimento dos nossos visitantes porque desta forma acreditamos que contribuímos para o desenvolvimento do mercado AVAC-R”, explica Alexandre Brown diretor da FEBRAVA.

Os profissionais do setor têm entrada gratuita na FEBRAVA, basta preencher o cadastro pelo link www.febrava.com.br/Credenciamento e imprimir a credencial.

SERVIÇO
FEBRAVA 2017 - 20ª EDIÇÃO
Data: 12 a 15 de setembro de 2017
Horário: Terça a Sexta das 13h às 20h
Local: São Paulo Expo, São Paulo - SP
Informações: www.febrava.com.br
Credenciamento: www.febrava.com.br/Credenciamento

Sobre a FEBRAVA
A FEBRAVA – Feira Internacional de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Tratamento do Ar é o endereço para os profissionais de toda cadeia AVAC-R. A feira é organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, líder mundial em feiras de negócios, e conta com o apoio de entidades do setor, como a ABRAVA – Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento. Além do setor de exposição, a feira traz opções de atualização profissional com palestras e fóruns para os profissionais e empresários do setor. Em 2017, a FEBRAVA acontece paralelamente a Equipotel, feira que reúne profissionais do setor de hotelaria, ampliando os negócios da FEBRAVA 2017.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Reunião Abrafiltros dia 20/07/2017, CEPB-Centro Empresarial Pereira Barreto - Santo André - São Paulo - Brasil

17/7/2017

Prezados Senhores Associados,

Convocamos todos os associados e integrantes da Diretoria para a reunião da ABRAFILTROS a realizar-se dia 20/07/2017 (quinta-feira), conforme abaixo: 

Reunião Ordinária Abrafiltros – Julho/2017

Data:  20/07/2017 - (quinta-feira)

Programação Abrafiltros:

 

1ª 09h00 às 10h00: Reunião CSFI – Câmara Setorial Filtros Industriais

 

2ª 10h00 às 11h00: Reunião CSFA – Câmara Setorial Filtros Automotivos

 

3ª 11h00 às 11h40: Apresentação “Bem-vindo à Filtração de Processos Industriais”, ministrada pelo sr. Rogério Jardini 

 

Local:  AUDITÓRIO - CENTRO EMPRESARIAL PEREIRA BARRETO

Av. Pereira Barreto, 1395 – Bairro Paraíso – Santo André – São Paulo – Brasil - 09190-610 Tel.: 11-4083-8901 - http://www.cepb.com.br

 

Solicitamos a gentileza de confirmar presença até o dia 19/07/2017, através do e-mail secretaria@abrafiltros.org.br, para que possamos adequar o espaço em nosso local de reunião.


Acesso:  Acesso ao estacionamento pela Rua Itaquera, 432 parte de trás do Centro Empresarial.
Mapa do local: https://goo.gl/maps/9RUFt

Filtros de cabine preservam a eficiência do veículo e a saúde do condutor

13/7/2017


Nas últimas décadas, os veículos evoluíram tanto em desempenho, quanto em conforto para condutores e passageiros. Hoje, o ar-condicionado, por exemplo, não é mais um item limitado apenas a carros de luxo, mas sim um opcional presente em diversos veículos populares. Neste contexto de evolução, os filtros de cabine ganham um papel de destaque. 
Os filtros de cabine são produzidos com fibras carregadas eletrostaticamente. De um lado, suas camadas contam com um pré-filtro, capaz de reter as partículas maiores. Do lado oposto, possui uma camada de proteção que evita qualquer dano ao filtro. Essa união proporciona à estrutura do filtro um aumento da densidade do lado limpo da peça. “Combinando a filtragem mecânica com a força magnética, um filtro de cabine é capaz de reter quase 100% das partículas nocivas ao ser humano. Com o auxílio do carvão ativado, também impede a passagem de gases poluentes e odores, melhorando a qualidade do ar dentro do veículo e, consequentemente, o conforto dos ocupantes”, explica Ronilso Toledo, supervisor de Assistência Técnica da Sogefi. 
Também conhecido como filtro de ar-condicionado, o equipamento tem como principal função reter partículas e até mesmo gases tóxicos, preservando a saúde dos passageiros e garantindo a eficiência do veículo. “O ar possui diversos poluentes como ácaros, gases, fuligem, pólen, sujeira, odores e etc. que podem causar problemas a saúde como alergia, sinusite, rinite entre outras. A função do filtro de cabine é filtrar o ar externo, que é aspirado pelo sistema de ar do veículo, purificando o ar interno que circula no interior do veículo. Os filtros de cabine são utilizados praticamente em todos os veículos fabricados a partir do ano 2000. São exemplos de utilização veículos de passeio, utilitários, caminhões, colheitadeiras, tratores e ônibus”, explica Sergio Gazarini, diretor comercial da Seineca. 
No passado, o filtro de cabine era conhecido como filtro de pólen, pois muitas pessoas, principalmente no hemisfério norte têm alergia a esse elemento. Hoje, além do filtro de cabine comum, também há no mercado o filtro de cabine de carvão ativado. “Atualmente, a maioria dos veículos por apresentarem sistemas de ar-condicionado passaram a receber o filtro dentro do sistema por este motivo. Além de preservar o sistema do ar-condicionado, manter a eficiência do evaporador, esse filtro também retém o pólen e outros contaminantes do contacto com os usuários do veiculo”, afirma Rodolfo Cafer, inspetor técnico sênior da Mahle. 



Benefícios para a saúde
Os filtros de cabine são importantes não apenas para as pessoas que possuem alergia ao pólen, mas também para os portadores de doenças respiratórias como rinite, bronquite, asma, entre outras. Além disso, o equipamento ajuda a prevenir inflamações das vias aéreas. “O funcionamento do filtro de cabine é essencial para o conforto e a saúde do condutor e dos passageiros que são os principais beneficiários já que este produto não é para saúde do veículo e sim dos ocupantes do mesmo. De uns 12 anos para cá tem se notado um aumento de doenças respiratórias o que levou as fabricantes de filtros a olharem esta ineficiência e batalhamos em cima para trazer melhor conforto, e isso faz da Wega Motors hoje uma das maiores linhas de filtros de cabine da América Latina, são mais de 300 códigos entre filtro anti-polen e com carvão ativado para serem aplicados em veículos leves, pesados, equipamentos agrícolas”, diz Rafael Junior, supervisor de Assistência Técnica da Wega Motors.




André Gonçalves, consultor técnico da Mann-Filter resalta, “O filtro de cabine é destinado para o conforto dos passageiros. O item tem uma vida útil e deve ser respeitada conforme a recomendação do fabricante. O uso deste filtro saturado ou a remoção deste irá causar além de problemas respiratórios e alergia nos ocupantes, danos ao sistema de refrigeração que também é protegido pelo mesmo filtro. Podem ocorrer diversos problemas respiratórios tais como infecção de vias aéreas superiores, rinite alérgica, hiperreatividade brônquica, crise asmática, pneumonia e diversos outros tipos de inflamações das vias aéreas inferiores”.



Fique ligado!
Além da troca periódica, existem os seguintes sintomas que indicam a saturação e necessidade de troca dos filtros de cabine:
- Odor desagradável no interior do veículo;
- Diminuição do fluxo de ar;
- Falta de força do ar condicionado ou do ar forçado quando ligado. 



Manutenção preventiva 
A falta de manutenção dos filtros de cabine pode causar acúmulo de microrganismos e partículas que podem atrapalhar o fluxo de ar no interior do veículo e potencializar doenças respiratórias aos seus ocupantes. “É necessário realizar a manutenção para melhorar seu desempenho, uma vez que o filtro de cabine saturado pode obstruir o fluxo da passagem do ar para dentro do veículo e causar o embaçamento dos vidros internos, além de danos ao sistema de refrigeração do veículo”, indica André. 




Basicamente não há um prazo determinado para a troca do filtro, pois dependerá de fatores como utilização, local, clima etc. “Nossa sugestão para uma manutenção preventiva é que se troque o filtro juntamente com a manutenção de outros filtros veiculares, entretanto deve se ficar atento a sinais como odores fortes, diminuição na velocidade de ventilação e coloração do papel, pois são indicativos de que o filtro pode estar saturado, necessitando assim realizar a sua troca”, recomenda Sérgio. 
Com a manutenção adequada dos filtros de cabine, é possível obter ar mais puro no interior do veículo e redução das doenças respiratórias. “Costumo dizer que realmente nós brasileiros somos apaixonados por carros e nos desdobramos para mantê-lo em perfeita condições, mas será que somos apaixonados por nós mesmo? Afinal, muita das vezes quando pensamos em cuidar de nossa saúde parece que vamos deixando para um segundo momento ou quando encaixar um horário, quando na verdade devemos nos preocupar com nossa saúde em  primeiro lugar, haja vista, que com saúde temos força para lutar e força depende de ar puro nos pulmões. Para isso lembre-se: troque o filtro de ar cabine do seu veículo regularmente e mantenha ar limpo no seu pulmão e de toda sua família”, aconselha Rafael. 
Os principais danos que serão evitados com a manutenção adequada estão principalmente ligados à saúde, bem-estar e conforto do motorista. Entretanto outros problemas também podem ser gerados, como desgaste do sistema de aquecimento e ar-condicionado. “Quanto maior a saturação do filtro menor será o fluxo de ar, o que fará com que todo o sistema trabalhe mais, podendo haver superaquecimento e/ou queima do sistema. Há também o aumento do trabalho do compressor de ar-condicionado o que poderá ocasionar um aumento no consumo de combustível”, ressalta Sergio. 
Vale destacar que o uso do filtro de cabine não está relacionado ao fato de o veículo ter ar- condicionado, como muitos imaginam. O simples acionamento do sistema de ventilação faz com que o ar passe pelo elemento filtrante. Ao contrário dos demais filtros, o de cabine não tem prazo ou quilometragens preestabelecidas para que sua troca seja realizada. “A vida-útil de um filtro de cabine depende do ambiente onde o motorista trafega. Se ele rodar sempre em vias urbanas, com alto tráfego de caminhões, ou em estradas de terra, o filtro chega a se desgastar em poucos meses. Para circulação em condições normais, a Mann-Filter recomenda que sua troca seja realizada no máximo uma vez ao ano ou a cada 15 mil km”, orienta André.

 

Tipos de filtros de cabine
Atualmente, existem dois tipos de filtros de cabine: os comuns, também conhecidos como filtro de partículas, e os de carvão ativado. 
Os filtros comuns impedem a entrada das partículas alergênicas minúsculas nos pulmões, que podem causar asma ou alergias. “As partículas muito pequenas nem sempre são retidas pelo muco do aparelho respiratório ou pelos do nariz, o que utilizando um filtro de cabine reduz essa causa que pode trazer doenças respiratórias”, explica Rafael. 
Já o filtro de cabine com carvão ativado impede a entrada de quaisquer partículas e também de odores. O material de filtragem utilizado é composto por três camadas: uma camada de carvão ativo colocada entre duas camadas de fibras não tecidas. “A Mann-Filter disponibiliza dois tipos de filtros de cabine: os comuns de partículas e os com carvão ativado. São estes últimos que, além de impedirem a passagem de resíduos, absorvem os gases e reduzem o crescimento de bactérias, o que aumenta sua capacidade de reter odores indesejáveis. No caso do filtro de cabine com carvão ativado, além das partículas em suspensão, como a poeira e outras impurezas do ar, ele também atua contra odores e gases tóxicos oriundos do exterior”, afirma André. 
Além de filtrar odores, outra vantagem do filtro de cabine de carvão ativado é a maior vida útil do equipamento. “O período de troca é maior, podendo chegar a ser duas vezes mais que o de partícula, mas vale lembrar que isso dependerá de fatores como utilização, local, clima e etc. Entretanto os custos deste tipo de filtro também podem ser maiores”, diz Sergio. 




Períodos de troca
A troca dos filtros de cabine devem seguir as recomendações do manual do fabricante do filtro, pois cada carro possui suas particularidades de instalação. Entretanto, de modo geral, recomenda-se a substituição nos seguintes períodos:
Filtro de cabines de partículas
Condições normais: a cada 6 meses
Condições severas (trafego em regiões muito poluídas ou áreas rurais): a cada 3 meses.
Filtro de cabine de carvão ativado
Condições normais: a cada 12 meses
Condições severas (trafego em regiões muito poluídas ou áreas rurais): a cada 6 meses.

 


Mercado
As perspectivas para o mercado de filtros de cabine são positivas e preveem um período de crescimento e de lançamentos de novas tecnologias. “É um mercado crescente. Hoje quase toda a produção automotiva vem equipada com sistemas de ventilação forçada e sistemas de ar-condicionado e os cuidados com a saúde são necessários, pois uma parcela significativa da população passa horas ou o dia de trabalho dentro de um veículo. Por este motivo o ambiente veicular é o local de vivencia diária de uma parcela significativa de habitantes”, diz Rodolfo. “A cultura da troca dos filtros de cabine e ar-condicionado está em franca expansão no Brasil, devido ao processo de conscientização realizado junto aos aplicadores, na importância da saúde dos ocupantes dos veículos. Ainda existe um longo caminho a percorrer, quando comparamos o tamanho da frota circulante com a quantidade de troca destes filtros”, complementa Roberto Rualonga, gerente de Assistência Técnica da Tecfil. 


Neste contexto, é preciso estar atento às variantes de filtros lançados no mercado, para saber se ele é indicado pela fabricante do veículo e se suas especificações são adequadas para o seu funcionamento. “Temos uma expectativa positiva de mercado, já que a manutenção de veículos é contínua. Assim, vamos acompanhando as tendências do setor e atualizando nosso portfólio de produtos para conseguir atender a demanda do mercado e cobrir todos os veículos do território nacional”, comenta André. 
Apesar do filtro de cabine não ser considerado um item de segurança, podendo até não ser fornecido pelas concessionárias durante as revisões, sua utilização é de grande importância  para o motorista e seus passageiros. “Assim como o ar-condicionado torna se cada vez mais uma exigência para os motoristas e passageiros a utilização e manutenção do filtro também será uma necessidade. As principais novidades da Seineca é a incorporação de novos itens na linha leve e pesada, totalizando 122 modelos de filtros, o que abrangerá uma gama significativa da frota circulante. A expectativa é termos novos lançamentos até o final de 2017 e nos colocarmos no mercado como uma referência nesta linha de filtros”, afirma Sergio. 
Recentemente, a Mahle detectou que existe um aumento nas alergias e irritações respiratórias pela mudança dos contaminantes presentes no ar, e lançou um novo filtro multi camadas (5 camadas) com carvão ativado. “Esta é uma evolução dos filtros LAK e em breve estará disponível para as montadoras no Brasil e para a reposição”, garante Rodolfo. 

 


Ciente das necessidades desse setor, a Sogefi é outra empresa que está investindo nos filtros de cabine. 
“O mercado de filtros de cabine é bem dinâmico e está em alta. Atualmente, chega a ser impensável lançar um novo veículo sem esse componente, o que nos gera uma demanda frequente por novos produtos e pesquisas avançadas. Por sinal, a linha de filtros de cabine foi uma das prioridades de investimento, em capacidade de produção e inovação tecnológica, da nova fábrica da Sogefi em Jarinu (SP), inaugurada em 2015”, conta Ronilso. 


A Wega também traz inovações para o mercado. “Algumas novidades estão vindo aí a todo vapor como o filtro de cabine com Polyfenol, uma tecnologia avançada que estamos trabalhando incansavelmente para mensurar e desenvolver este segmento para que continuemos a ser a linha mais completa. Sabemos que alguns concorrentes já lançaram para alguns veículos especifico, porém faremos com cautela para que o maior interessado que são os passageiros possam entender a mensagem e ser usuário e desfrutar desta nova tecnologia buscando cada vez mais a preservação da saúde”, afirma Rafael. 
Os filtros de cabine da Tecfil são desenvolvidos conforme as exigências das principais montadoras e fabricados com matérias-primas e processos da mais alta qualidade e tecnologia. “Sempre buscando a melhor eficiência na filtragem do ar que respiramos quando conduzimos o veículo independente do local”, ressalta Roberto. 


Contato das empresas:
Mann-Filter: www.mann-hummel.com
Wega Motors: www.wegamotors.com

FONTE: Revista e Portal Meio Filtrante 

Mercedes-Benz aumenta exportações de caminhões em 44% no primeiro semestre

13/7/2017


- Marca também atingiu 24% de crescimento  nas vendas de ônibus ao exterior
- Argentina, Chile e Peru foram os países que mais compraram caminhões brasileiros
- No caso dos ônibus, além de Argentina e Chile, destaque para a performance de vendas ao México

 
A Mercedes-Benz do Brasil encerrou o primeiro semestre de 2017 com aumento de 44% nas exportações de caminhões. O volume entregue nesse período é de 3.965 unidades ante as 2.748 exportadas no ano anterior. No segmento de ônibus, o crescimento é de 24%, com a venda de 3.354 veículos em comparação com os 2.701 comercializados em 2016.

Entre os principais mercados para os quais a marca exportou, a Argentina foi o grande destaque do resultado. Foram embarcados para o país 3.072 caminhões no semestre. O Chile e o Peru também puxaram as vendas da Mercedes-Benz, com a comercialização de 463 e 233 caminhões, respectivamente.

Em relação aos modelos mais vendidos para o exterior, está na dianteira o semipesado Atego 1726, que tem conquistado espaço nas exportações pela sua robustez e durabilidade nas operações de transporte. O caminhão leve Accelo 815 também ganha evidência nesses mercados pela sua agilidade e flexibilidade na distribuição de produtos em áreas urbanas.

A Argentina também manteve a posição de destaque nas compras de ônibus ao atingir 1.401 chassis encomendados para esse mercado. O Chile desponta como o segundo principal destino dos chassis, alcançando 763 veículos vendidos. Com a entrega de 486 ônibus para o México, esse país se posiciona na terceira colocação do ranking.

O Micro-ônibus LO-916 é o principal produto exportado. Esse veículo se destaca nas operações de transporte urbano ao atender várias aplicações no transporte de passageiros. O outro modelo mais vendido é o chassi de ônibus de piso baixo O 500 U, que tem como destaques elevado conforto, boa acessibilidade e agilidade nos embarques e desembarques dos usuários.

A Mercedes-Benz do Brasil tem aumentado de forma significativa suas exportações de veículos comerciais nos últimos anos. Em 2016, a marca avançou 37% nas exportações de caminhões, que passaram de 4.653 unidades em 2015 para 6.382 veículos no ano seguinte. As exportações de ônibus, por sua vez, cresceram 10%; de 5.902 unidades em 2015 para 6.527 em 2016.

Exportações para Oriente Médio e África

O resultado expressivo das exportações Mercedes-Benz teve destaque não apenas nos países da América Latina. A marca também aumentou em 25% as vendas de caminhões para outros continentes, especialmente para regiões do Oriente Médio e África. No caso de ônibus, o acréscimo foi de 55% em relação ao primeiro semestre de 2016.

Recentemente, a Mercedes-Benz exportou 26 unidades do Atego 1725 4x4 para atender o transporte nas atividades de mineração em Serra Leoa e outras 14 para utilização no Ministério da Defesa dos Emirados Árabes Unidos. Todos esses veículos chegam ainda em julho aos países de destino.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Scania tem maior ganho de participação

13/7/2017

Mercedes-Benz sustenta liderança e MAN/VW perde mais terreno


PEDRO KUTNEY, AB

No cenário de profunda e persistente recessão do mercado nacional de caminhões, que no primeiro semestre deste ano anota retração de quase 20% sobre idêntico intervalo de 2016, a Scaniafoi a única marca a apresentar resultados positivos consistentes no período, com crescimento de vendas o maior ganho de participação entre as concorrentes. A Mercedes-Benz também tomou mais market share, mas teve queda de emplacamentos, enquanto a MAN/VWCO registrou a perda mais significativa de terreno. 

Mercedes-Benz segue no primeiro lugar do ranking nacional de caminhões, com 6,6 mil veículos emplacados no primeiro semestre do ano, garantindo ganho de 0,83 ponto porcentual de participação de mercado no período, ampliando seu domínio para quase 31%. Mas isso não impediu queda de 13,3% em suas vendas na comparação com o mesmo período do ano passado. A marca vem colhendo frutos de seus esforços para aumentar o leque de ofertas aos compradores, com projetos específicos para atender determinados segmentos. Isso não tem sido suficiente para reverter os resultados negativos, mas ao menos o desempenho está melhor do que o recuo médio do mercado brasileiro. 

MAN/VWCO conseguiu se sustentar com boa margem na segunda posição do ranking de caminhões, mas foi a maior perdedora do semestre, cedendo 2,11 pontos porcentuais de market share à concorrência e reduzindo sua participação a 25,2%. Com 5,4 mil emplacamentos de modelos VW e MAN, o desempenho no semestre foi de queda de 22,1%, um pouco pior do que a retração média do mercado. Sem muitos produtos nem tradição para atender ao agronegócio, principal comprador do setor no período, a fabricante ficou restrita a segmentos que enfrentam mais dificuldades para retomar as vendas. 

Na terceira posição do ranking, a Ford vendeu 3,9 mil caminhões no primeiro semestre, em baixa de 12,6% sobre o mesmo período de 2016, mas conseguiu conquistar 0,55 ponto de participação, subindo para 16%. A marca tem conseguido se destacar no segmento de semileves com o Série-F, e com a ampla linha Cargo caiu menos do que a média do mercado, só perdendo muito terreno entre os pesados, onde não tem tradição. 

Na sequência do ranking aparecem as duas suecas especialistas em caminhões de grande porte semipesados e pesados, disputando terreno palmo a palmo. Mas com desempenhos opostos. A Volvo vendeu 2,37 mil unidades, em queda de 18,2% sobre o mesmo semestre de 2016 e participação estável de 11% (ligeira perda de 0,35 ponto), mantendo-se na quarta posição do ranking, somente uma centena de veículos à frente da quinta colocada Scania, que emplacou 2,27 mil, mas com este resultado foi uma das duas únicas marcas do mercado que apresentou crescimento de vendas no período, de 9,74%. E foi também a que mais ganhou market share, expressivos 2,45 pontos, ficando com 10,6% do mercado. Ambas foram embaladas pelas vendas de modelos extrapesados usados no agronegócio, mas a Volvo aumentou mais seus preços e cedeu espaço para a Scania. 

Na parte de baixo do ranking só figuram marcas de menor expressão que venderam menos de mil caminhões no semestre – e a maioria emplacou menos de 100. Lidera este pelotão, em sexto lugar, a Iveco com 841 unidades emplacadas no primeiro semestre, em queda expressiva de 40,5% sobre o mesmo período do ano passado e perda de 1,65 ponto de participação de mercado, agora em 3,9%. 

DAF subiu para a sétima posição do mercado, com ganho de 0,6 ponto de participação, para 1,7%, e elevada expansão de 31% nas vendas do semestre, mas seus volumes continuam bastante baixos: foram emplacados 363 caminhões da marca no período, atuando somente nos segmentos de pesados e semipesados. 

Única fabricante brasileira, a gaúcha Agrale desceu para a oitava posição do ranking com apenas 60 unidades emplacadas e a maior retração, de quase 51%, entre as dez marcas de caminhões mais vendidas. A participação de mercado segue inexpressiva: apenas 0,28%, com redução de 0,2 ponto em comparação com o primeiro semestre de 2016. 

No pé do ranking, na nona posição, aparece a International, uma marca “morta-viva” que não fabrica nenhum caminhão no País desde 2015, mas segue vendendo o estoque que ficou para trás, especialmente o semipesado Durastar. Com 28 emplacamentos, teve resultado praticamente igual ao do mesmo período do ano passado. 

Fechando a lista na décima posição, a chinesa Foton, que finalmente começou a produzir algumas unidades em linha de produção compartilhada com a Agrale em Caxias do Sul (RS), emplacou apenas 12 caminhões no primeiro semestre, resultado quase 30% mais baixo que o do mesmo intervalo de 2016, e assim permanece com ínfima participação de mercado no Brasil de 0,06%. 

Fonte: Automotivebusiness

Utilização e instalação de filtros originais traz benefícios para os veículos e conforto para ocupantes

12/7/2017


Com alta qualidade e durabilidade, produtos da micronAir minimizam o surgimento de problemas futuros e protegem contra partículas, fungos e bactérias, entre outros

Líder mundial na fabricação de filtros de ar de cabine de veículos, a micronAir, marca que pertence a Freudenberg FIltration Technologies, também é a principal fornecedora de equipamentos utilizados no país, uma vez que 85% dos carros já saem de fábrica com um de seus itens. Por isso, a empresa alerta para a importância não só da utilização de peças originais, mas também da sua instalação correta, que pode impactar diretamente na segurança, saúde e conforto de motoristas e passageiros.

As peças originais contribuem decisivamente para o funcionamento correto dos sistemas de ar-condicionado e aquecimento dos veículos, e são reconhecidas pela capacidade de bloquear a entrada de microorganismos que afetam a saúde do motorista e dos passageiros, como fungos e bactérias. De acordo com Carlos Matos, gerente de mercado de filtros automotivos para a América do Sul, “como a Freudenberg atende a maioria das montadoras, as peças são produzidas tendo em vista o cumprimento às mais rígidas exigências da indústria automotiva”, analisa.

Precisamente projetados para o sistema de ventilação do automóvel, os produtos originais garantem que a instalação fique perfeita e não acarrete problemas futuros. O filtro de ar de cabine de fábrica também opera perfeitamente em todas as temperaturas entre -40 graus e 85 graus, ou seja, a qualidade do ar é boa tanto no calor tropical quanto no frio ártico. “Só um produto original garante que as partículas de poeira sejam separadas e permanentemente retidas no filtro de cabine”, reforça Matos.

Além da qualidade, a durabilidade é outro diferencial importante dos produtos da micronAir, uma vez que podem ser substituídos apenas uma vez ao ano ou a cada 15.000 quilômetros, período que representa o dobro de tempo em relação aos itens dos concorrentes. No caso dos modelos de carvão ativado, há ainda o benefício da maior capacidade de filtrar gases e odores, uma característica que diminui muito a entrada de monóxido de carbono no interior do veículo, reduzindo o cheiro de fumaça de caminhão ou poluição, por exemplo.

Instalação também desempenha papel fundamental

Mas se, como único item de fabricação diretamente relacionado à saúde dos ocupantes, o filtro de ar de cabine original traz diversos benefícios, a instalação também tem papel importante tanto para o veículo como para as pessoas. Os filtros da micronAir, por exemplo, não apresentam o risco de serem instalados incorretamente, pois são projetados pela equipe de Engenharia da Freudenberg para respeitar todas as dimensões internas da caixa de ar de cada modelo de veículo, evitando vãos ou deformação, mantendo a qualidade da filtragem. Com isso, o ar fresco passa integralmente para o interior do veículo durante toda a sua vida útil e em todas as condições operacionais.

Um filtro mal instalado pode ficar com uma parte aberta, deixando a passagem do ar livre, sem passar pelo processo de filtração, causando o embaçamento dos vidros. Por conta dessa abertura, os ocupantes estão desprotegidos contra poeira fina, pólen, poeira de estrada e outras partículas finas respiráveis e sólidas, como folhas, pelos, entre outros. Além de limitar a visão dos motoristas, outro problema que pode ocorrer é o acúmulo de fungos e bactérias, que podem ser prejudiciais à saúde dos passageiros.

“Para que o filtro possa desempenhar a sua função adequadamente, é importante que a instalação seja feita de forma correta desde o início”, finaliza Matos.

micronAir blue: camada funcional extra neutraliza as partículas alergênicas e poluentes gasosos

A empresa lançou em 2017, durante a AUTOMEC, o microAir blue, item que traz a mais nova tecnologia e representa a evolução em filtros de ar de cabine, ao absorver o mau cheiro e eliminar os gases prejudiciais a saúde. Com o diferencial de uma quarta camada funcional - impregnada de ácido de frutas e livre de biocidas e nano prata -, neutraliza também as partículas alergênicas e os poluentes gasosos. As quatro camadas juntas, cada uma com funções específicas, trazem aos passageiros mais conforto, proteção mais longa, confiança e benefícios à saúde. O microAir blue deverá estar disponível ainda este ano no país.


Sobre o Grupo Freudenberg

A Freudenberg é um grupo de tecnologia global que fortalece seus clientes e a sociedade de forma duradoura por meio de inovações orientadas para o futuro. Junto com os seus parceiros, clientes e institutos de pesquisa, o Grupo Freudenberg desenvolve tecnologias de ponta e excelentes produtos e serviços para mais de 30 mercados e para milhares de aplicações. Forte inovação, intensa orientação ao cliente, diversidade e espírito de equipe são os pilares do Grupo. A empresa, com 168 anos, vivencia fortemente seus valores: compromisso com a excelência, confiabilidade, pró-atividade e ação responsável. Em 2016, o Grupo Freudenberg empregou mais de 48.000 pessoas em quase 60 países em todo o mundo e gerou vendas de aproximadamente € 8,6 bilhões. Para obter mais informações, visite www.freudenberg.com 

Foto: Filtro de Partícula micronAir 
Fonte:Meio Filtrante

CUMMINS BRASIL ANUNCIA INÍCIO DAS INSCRIÇÕES PARA 5ª TURMA FORMARE.

12/7/2017


A Cummins Brasil anuncia a data de início para as inscrições da 5ª turma do Formare Cummins, programa de qualificação de jovens em desvantagem socioeconômica para o mundo do trabalho, para o próximo dia 12 de julho, com encerramento previsto para 11 de agosto. 

A metodologia do programa de educação alinhada com o mercado de trabalho é desenvolvida pela Fundação Iochpe, atuante no setor há mais de 25 anos, e tem como meta qualificar os jovens da comunidade para o mundo do trabalho, envolver seus funcionários de modo a desenvolver habilidades que impactem em suas vidas pessoais e profissionais e fortalecer ainda mais a relação da empresa com a comunidade, a fim de contribuir com mudança no estilo de vida dos envolvidos. 

Nesta edição, a fabricante de motores vai priorizar a seleção de jovens nascidos entre janeiro e dezembro de 2000, com o intuito de finalizar o curso com 18 anos completos ou próximo de completar, elevando as chances de obter o primeiro emprego ao término do programa. 

Após a inscrição, o jovem ainda será submetido às fases do processo seletivo, como prova de seleção, dinâmica de grupo e, na sequência, entrevista individual. As últimas etapas consistem em visita domiciliar, exame médico e entrega de documentos para efetivação da matrícula. A turma Formare Cummins 2018, assim como nas edições anteriores, será composta por 20 jovens. As inscrições poderão ser feitas no site da Cummins ou pela página da fabricante de motores no Facebook. 

Textofinal de Comunicação Integrada.

Como funcionam os filtros hidráulicos

10/7/2017 13:34:00

por Carla Legner


De maneira geral, os filtros são equipamentos de extrema importância para o resultado final do processo de filtração. A linha hidráulica também conta com sistemas de filtração, são utilizados para capturar partículas geradas pelo desgaste dos componentes que trabalham nos sistemas hidráulicos podendo ter duas aplicações distintas: manter o nível de contaminação por particulado sólido equilibrado ou efetuar a proteção localizada em uma linha específica do circuito hidráulico ou de lubrificação a óleo. Possuem a função de remover contaminantes e por consequência manter estável o nível de contaminação do sistema hidráulico.
São projetados de acordo com cada aplicação e para tal é necessário conhecer o funcionamento do sistema em detalhes. Gabriel Lemos de Souza, engenheiro da Hydac Tecnologia, explica que o dimensionamento incorreto ou até mesmo o uso de um meio filtrante inadequado pode causar resultados insatisfatórios no que diz respeito ao controle de contaminação ou na operação do equipamento.
“Os filtros hidráulicos não são aplicados tipicamente para executar grande remoção de partículas em uma única passagem, mas sim manter o nível de limpeza exigido pelo sistema, isto é, se considerarmos que existem agentes geradores de contaminação internos e externos ao circuito, os filtros devem ser considerados como sendo os agentes responsáveis por capturar esta contaminação”, completa Alex Peixoto de Alencar, engenheiro mecânico e especialista em filtração hidráulica.
O objetivo de um correto dimensionamento é selecionar filtros que consigam retirar partículas sólidas de tamanhos críticos para o circuito numa velocidade maior que a velocidade de geração. Agentes internos de contaminação são os próprios componentes do circuito como as válvulas, bombas e motores hidráulicos, mancais, guias e atuadores enquanto que o agente externo é o ambiente no qual o circuito opera. Para contribuir com a eficácia dos filtros hidráulicos, o correto dimensionamento dos respiros é um fator importante de segurança e economia. 

Como funcionam
Os filtros hidráulicos servem para manter o fluido em um nível de limpeza controlado e que garanta o perfeito funcionamento do equipamento. São projetados no intuito de proteger componentes como válvulas direcionais, bombas e cilindros de contaminantes que são gerados pelo próprio sistema ou que são inseridos no mesmo através de ações externas, tais como abastecimento do sistema de forma errada, ou simplesmente pela contaminação do ambiente onde se encontra o equipamento.
De acordo com Alex, um filtro hidráulico típico possui uma carcaça dimensionada como qualquer outro componente hidráulico a ser aplicado numa posição do circuito, mas o trabalho principal é executado pelo elemento filtrante. Um elemento filtrante hidráulico pode ter diferentes arranjos físicos, mas os mais comuns possuem um cartucho avulso ou selado em um invólucro de troca rápida conhecido pelo termo em inglês spin-on. 
Os filtros hidráulicos têm a missão de manter o nível de contaminação sólida equilibrada, seu correto dimensionamento resulta em uma vida útil longa. Isso se deve ao fato de oferecerem uma boa retenção de partículas permitindo que uma quantidade diminuta de sólidos nocivos consiga ser liberada pelo elemento filtrante e consequentemente ocorra o menor desgaste possível dos componentes. 
Alex explica ainda que uma vez que o sistema hidráulico é recirculante, com menor desgaste de componentes, uma menor quantidade de partículas será gerada e menor será a carga de contaminantes que desafiará o filtro, ou seja, é interdependente. No momento da passagem pelo filtro, o fluido hidráulico passa pela área filtrante que precisa ser centenas de vezes maior que a área de passagem da tubulação hidráulica num dimensionamento adequado. Isso faz com que a velocidade de passagem do fluido pelo elemento filtrante caia na proporção inversa ao aumento da área de passagem, diminuindo assim a densidade de fluxo que passa a ser da ordem de mililitros por minuto por cm² de área. 
Os meios filtrantes hidráulicos são tipicamente muito delgados, porém também existem meios filtrantes de maior espessura com o objetivo de ampliar seu poder de retenção. “Para um perfeito funcionamento é necessário que o filtro seja dimensionado de forma correta levando em conta informações operacionais do sistema, como vazão, pressão, tipo de fluido e temperatura de trabalho. Porém, importante ressaltar que além de dados operacionais é de suma importância que seja observado os componentes aplicados no equipamento de forma a definir o nível de limpeza para um perfeito funcionamento do sistema”, explica Gabriel. 



Classificação dos filtros hidráulicos
Alex explica que existem diferentes formas de classificação e separação de filtros hidráulicos: modo, forma construtiva da carcaça, faixa de pressão, arranjo dos elementos filtrantes e sentido do fluxo. 
Quanto ao modo: podem ser tipo corpo simples que exigem que o circuito seja despressurizado para substituição do elemento filtrante e tipo duplex que permitem a manobra do vaso A para o B sem que a necessidade de despressurização do circuito no qual estão instalados. Alguns fabricantes possuem uma versão denominada “falso duplex” que consiste numa construção especial com uma válvula no cabeçote que isola o copo permitindo a substituição do elemento filtrante sem a interrupção do fluxo, porém durante esta operação, o fluido hidráulico passa livre sem ser filtrado;
Quanto à forma construtiva da carcaça: as duas construções mais populares são os filtros de linha com entrada e saída distintas de modo que o filtro seja intercalado numa linha do circuito e as versões tipo top tank tipicamente usadas em linhas de retorno e que possuem um flange para fixação na tampa do reservatório. Este formato também é encontrado nas carcaças de filtro para linha de sucção que trazem o mesmo conceito de fixação, porém o fluxo é invertido entrando pelo copo e saindo pelo cabeçote. Os filtros de linha podem ainda ser subdivididos em função do tipo de conexão, mas isso já depende da particularidade de cada fabricante podendo ter conexões tipo rosca, flange, sub-base ou mesmo múltiplas conexões;
Quanto à faixa de pressão: mais uma vez, esta divisão segue a decisão do fabricante e pode trazer desde os filtros para aplicação em linhas de sucção com pressão manométrica negativa até as versões disponíveis para hidráulica de super alta pressão com resistência superior a 1.000 bar;


Quanto ao arranjo de elementos filtrantes: a grande maioria das opções disponíveis utiliza apenas um único elemento filtrante, mas existem formas construtivas com múltiplos elementos filtrantes, mesmo que sejam apenas dois empilhados ou mais de dez dispostos no interior do vaso, semelhante ao que encontramos em certas aplicações de filtração de fluidos de processos;
Quanto à resistência à pressão de colapso: carcaças de filtros hidráulicos devem ser dimensionadas respeitando a pressão máxima no ponto de aplicação, porém seu elemento filtrante não depende desta pressão, mas sim da diferença de pressão à montante e à jusante. Para aplicações gerais, o filtro é equipado com uma válvula retenção que abre ao ser atingido o limite de pressão diferencial recomendado pelo fabricante. Porém, há casos em que o filtro deve ser aplicado sem esta válvula de segurança.
Esta característica é determinada pelo projetista do circuito quando se exige que o filtro esteja ativo por 100% do tempo em que estiver em operação, mesmo que o usuário não atenda a sinalização de saturação. Neste caso, o elemento filtrante deve oferecer uma resistência superior ao colapso podendo atingir até mais de 200 bar de pressão diferencial, pois caso não ofereça esta alta resistência ao colapso, o elemento filtrante pode sofrer deformação permanente e desprender além do contaminante retido, sua própria estrutura.  
Quanto ao sentido de fluxo: a maioria dos elementos filtrantes permite o fluxo em um único sentido, porém a carcaça de filtro pode estar aplicada em uma linha que permite fluxo em ambos os sentidos. Para esta situação, caso o fabricante não tenha o elemento filtrante especial que suporta fluxo nos dois sentidos, existem as carcaças de filtro construídas com válvulas e retenção que permitem o fluxo reverso, porém sem danificar o elemento filtrante padrão. 




Filtros e elementos filtrantes
Celso Stupiglia, gerente de desenvolvimento de negócios da divisão filtração da Parker explica que para linha hidráulica existem filtros de sucção, retorno, pressão, recirculação e por último, mas não menos importante, os filtros de ar. 
Os filtros de sucção servem para proteger a bomba da contaminação. Eles são localizados antes da conexão de entrada da bomba. Alguns podem ser de tela, submersos no fluido, outros podem ser montados externamente. Em ambos os casos eles usam elementos muito abertos, devido ao limite de cavitação das bombas, por este motivo não são usados como proteção primaria contra a contaminação. Alguns fabricantes de bombas não recomendam o uso do filtro de sucção.
Localizados após a bomba, os filtros de pressão são projetados para proteger o sistema de pressão e dimensionados para uma faixa específica de fluxo na linha de pressão, são adequados especialmente para proteger os componentes sensíveis do lado filtrado do filtro, tais como servo válvulas protegendo o sistema todo da contaminação gerada pela bomba. “Possuem um papel fundamental na proteção de componentes que requerem uma atenção especial quando falamos sobre contaminação, como por exemplo, válvulas direcionais, proporcionais e servo válvulas”, completa Gabriel.
Quando a bomba é um componente sensível no sistema, o filtro de retorno pode ser a melhor escolha. Na maioria dos sistemas, o filtro de retorno é o ultimo componente pelo qual passa o fluido antes de entrar no reservatório. A captura do desgaste dos componentes do sistema e partículas entram através das vedações do cilindro, antes que tais contaminantes possam entrar no reservatório. Uma vez que este filtro é localizado imediatamente acima do reservatório, sua faixa de pressão e custo são relativamente baixa. 
Gabriel explica ainda que são instalados em linha ou acima do tanque para reduzir espaço. Geralmente possuem by pass para evitar danos na linha de retorno e fazem uso de elementos absolutos. São projetados para serem os primeiros a atuar retendo a contaminação proveniente da linha de retorno. 
Os Filtros off-line, também referida como recirculagem ou filtragem auxiliar, é totalmente independente de um sistema hidráulico principal de uma máquina. Consiste em uma bomba, filtro, motor elétrico e os sistemas de conexões. Estes componentes são instalados fora da linha como um pequeno subsistema separado das linhas de trabalho ou incluindo em um sistema de resfriamento. Geralmente está localizado ao lado do reservatório e podem trabalhar independente do funcionamento da unidade hidráulica. Pela facilidade de instalação e pela independência do sistema principal, é um bom recurso para equipamento que requerem um cuidado especial com a contaminação.
Por fim, os filtros de ar, são um dos mais importantes, pois possuem a função de bloquear a entrada de contaminantes provenientes do ambiente onde está instalado o sistema hidráulico. Vale ressaltar que filtros de ar especificados de forma errada podem causar problemas de cavitação em bombas, por isso, a necessidade de conhecer a real vazão de ar na entrada e saída do reservatório.
Atualmente os fabricantes de filtros hidráulicos disponibilizam diferentes arranjos de meios filtrantes para ajustar a aplicação às particularidades de cada circuito ou do fluido hidráulico. Estas derivações envolvem a construção mecânica dos elementos filtrantes e/ou o material do meio filtrante. De acordo com Alex, os filtros instalados em pontos sujeitos à alta pulsação ou sob o risco de ingresso de água ou ainda em casos em que não é desejada a presença de válvula de by-pass são exemplos de casos em que o elemento filtrante exige construção diferenciada. Algumas opções de elementos filtrantes disponibilizadas pelos fabricantes de filtro encontradas hoje são:
• Meio filtrante plissado e com malha metálica de arranjo matricial: promove remoção grosseira de contaminantes com graus de filtração típicos entre 15 e 500 µm nominais;
• Meio filtrante plissado e com fibras metálicas: apesar de utilizar um material metálico, seu arranjo oferece grau de retenção inferior a 20 µm absoluto;
• Meio filtrante plissado feito de fibra de celulose: praticamente todos os fabricantes de filtro têm esta opção que oferece graus de retenção inferior a 20 µm nominal;
• Meio filtrante plissado composto de fibras de vidro impregnadas ou não com resinas de ligação: apesar de ter a mesma matriz, esta construção oferece ampla variedade de graus de retenção absoluta e capacidades de absorção de massa. Os fabricantes de filtro que têm as opções de maior desempenho sempre estão desenvolvendo opções mais avançadas neste tipo de construção, uma vez que é esta a construção encontrada nos sistemas que exigem maiores níveis de confiabilidade;
• Meio filtrante plissado com fibras longas de celulose: esta construção tem como objetivo a absorção de água livre presente em fluidos hidráulicos de base mineral. Entretanto, a fibra de celulose não é eficaz para a retirada da água dissolvida no óleo mineral. Para isso é necessário um processo físico de desidratação através de um reator de vácuo;
• Meio filtrante fibroso e de grande profundidade: o arranjo plissado é o mais comum encontrado em aplicações hidráulicas, mas também é possível encontrarmos aplicações em que o meio filtrante apresenta uma profundidade de 5 a 30 vezes mais espessa que aquela encontrada nos elementos chamados convencionais. Os elementos filtrantes que apresentam este arranjo têm como maior vantagem a alta capacidade de retenção em massa aliada à grande remoção de partículas em uma única passagem, porém exigem carcaças de filtro de grande tamanho para a mesma densidade de fluxo.


Cuidados e principais problemas
Cerca de 70% de todas as falhas de sistemas hidráulicos são causados pela contaminação do fluido. Existem fontes de contaminação interna e externa ao sistema hidráulico, ou seja, a todo momento o mesmo está vulnerável, por isso a necessidade da utilização de filtros que terão a função de controlar o nível de limpeza.
De acordo com Gabriel, fazer uso de filtros é sempre importante, pois significa reduzir custos desnecessários com substituição ou reparo de componentes hidráulicos, aém disso, o valor gasto com filtros é irrisório perto dos problemas que a falta do mesmo pode ocasionar para o sistema. “Muitas das vezes a necessidade de intervenção mecânica em um equipamento gera custos altíssimos pela troca ou substituição dos componentes, além ainda dos custos pela indisponibilidade de produção por parte do equipamento que poderiam ser evitados pela existência de filtros”, destaca o engenheiro.
Para ele, a não utilização de filtros ou até mesmo a utilização de filtros dimensionados de forma errada podem gerar vários problemas, porém, se destaca a redução da vida útil de componentes hidráulicos essenciais para a operação do sistema, como bombas, válvulas direcionais, proporcionais e outros. A troca prematura desses componentes eleva o custo de manutenção, que cada vez mais está sendo gerenciado de forma rigorosa pelas empresas. Outro ponto que vale mencionar é que geralmente a troca ou o reparo dos componentes podem causar indisponibilidade de produção que poderia ser evitada fazendo uso de filtros corretamente.
O projeto adequado, a instalação e a filtragem hidráulica tem um papel chave no planejamento de manutenção preventiva. Celso explica que o fluido novo não é necessariamente um fluido limpo. Tipicamente um fluido novo tirado do tambor não é próprio para ser usado em sistemas hidráulicos ou lubrificantes. Aditivos em fluidos hidráulicos são geralmente menores que 1 micron e são insensíveis aos métodos de filtragem padrão. A maioria das inserções de contaminantes entra no sistema através das tampas antigas de respiros do reservatório e das vedações da haste do cilindro. Um simples “teste de estalo” pode indicar se há água livre em seu fluido. Os fluidos hidráulicos tem a capacidade de reter mais água à medida que a temperatura aumenta.
“Os elementos de filtros de absorção tem um ótimo desempenho em aplicações de baixo fluxo e baixa viscosidade. Saber o nível de limpeza do fluido é a base para as medidas de controle de contaminação. Os números do índice ISO nunca podem aumentar conforme aumenta o tamanho das partículas. Muitos fabricantes de máquinas e componentes hidráulicos especificam um objetivo de nível de limpeza ISO para o equipamento, a fim de alcançar ótimos padrões de desempenho”, ressalta o representante da Parker.


Mercado
Independente do momento econômico pelo qual passa o Brasil nos dias de hoje, o desenvolvimento tecnológico continua acontecendo e a exigência de menores custos de operação é essencial para a competitividade e sobrevivência das empresas. Alex explica que tendo como exemplo um equipamento hidráulico ou de lubrificação a óleo que deve operar 24 horas por dia ou que faça parte de um sistema de alta exigência de confiabilidade e/ou disponibilidade, a seleção do melhor filtro disponível para aquele equipamento deve ser pautado pelo seu custo global, ou seja, o filtro deve apresentar o resultado de nível de limpeza desejado, pelo maior tempo de operação mesmo que sob condições severas de aplicação, e pelo menor custo. 
Naturalmente, um mercado desaquecido afeta muitos segmentos, mas o elemento filtrante é um item consumível pela indústria e não estamos isolados do mundo. Mesmo num momento crítico, as exigências técnicas cada vez mais elevadas contribuem para a manutenção do mercado de filtros hidráulicos. “O mercado esta em evolução constante e necessitando sempre de filtros mais eficientes e projetos adequados para manter o desempenho das máquinas que sempre estão mais evoluídas com controles eletrônicos e as folgas entre as partes móveis mais justas para se obter uma maior precisão e mais produtividade”, ressalta Celso. 
Para Gabriel o mercado de filtros de forma geral está crescendo nos últimos anos. Isso se deve a uma série de fatores, mas para ele o principal é o fato das empresas estarem cada vez mais atentas à necessidade de fazer uso de filtros de alta qualidade, ou seja, estão verificando que os custos da filtração são pequenos se comparados aos danos que a falta da mesma pode gerar. 
Ele destaca que a crise econômica no Brasil contribuiu para um crescimento mais brando desse mercado, porém, de acordo com o retorno da economia esse segmento tende a se desenvolver de forma expressiva. Mediante ao potencial desse mercado, atualmente existem vários fabricantes de filtros hidráulicos. Assim, o cliente possui uma gama enorme de escolha, porém, é necessário ficar atento a utilização de produtos que sejam capazes de atender aos mais severos níveis de limpeza exigidos. 
“Vale ressaltar que o dimensionamento de filtros deve ser feito por empresas capacitadas para tal, pois além de terem know-how para especificarem, é necessário atentar para a escolha de uma marca que faça uso de um meio filtrante com alta tecnologia. Nem sempre possuir filtros em um sistema hidráulico significa a certeza de um controle da contaminação, pois existem no mercado produtos de baixa qualidade que não atendem aos mais severos requisitos de limpeza. Por isso, é necessário que os clientes fiquem atentos aos filtros existentes e procurem sempre contar com ajuda de empresas que possuem experiência nesse segmento”, completa Gabriel. 


Contatos:
Alex Peixoto de Alencar: alencar292@gmail.com
Hydac Tecnologia: www.hydac.com.br


Fonte: REVISTA MEIO FILTRANTE - www.meiofiltrante.com.br

Kolbenschmidt (KS) lança novos itens de motor para a linha pesada

10/7/2017

A Kolbenschmidt (KS) disponibiliza no mercado de reposição novos itens nas linhas de anéis de segmento, bronzina de biela, bronzina de mancal, kit e pistão com anel para motores Agrale, Cummins, Ford, Iveco, Mercedes-Benz, MWM, Perkins, Volkswagen, Volvo e Valmet.

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Nas montadoras Agrale, MWM e Volvo os anéis de segmento atendem os motores Maxxforce 4.8H – 7.2H Acteon Euro 5 que equipam o 10000, 10000S, Microbus MA 9.2, 10.0,  Midibus MA 12.0, MA 15.0, MA 17.0, VM 4x2R, VM 4x2T, VM 6×2 R, VM 6x4R, VM 8x2R, VM 4x8R, VM 310 Rígido e VM 310 Tractor.

 

Para a Cummins, Ford e Volkswagen, os novos anéis são aplicados nos motores ISC / ISL 8.9L Euro 5 utilizados nos veículos Cargo 1933 e 1933 Rígido, Cargo 3133, Constelation 17.330, 19.330, 19.330 V.Tronic, 24.330, 31.330, 19.420 V.Tronic, 25.420 V.Tronic, 26.420 V.tronic, VolksBus 18.330 OT e 26.330 OTA.

 

Os lançamentos que atendem os veículos Mercedes-Benz são anéis de segmento para os motores OM 904 e OM 906 LA Euro 5; Kit para o motor OM 457 Euro 2; e ainda pistão com anel paras as aplicações OM 924 e OM 926 Euro 3.

 

Para a Iveco as bronzinas de biela e bronzinas de mancal atendem os motores FPT F1 A 2.3L 16V Intercooler Euro 4/5 que equipam o Ducato produzido a partir de 2011.

 

As novidades se estendem também para a Valmet, o novo kit é aplicado nos motores 634 DWBAE utilizados nos veículos Série 8200. Já para Valmet o lançamento na linha de anéis atende os motores 1004.40 aplicado no Darwin Truck.

 

Estrutura da empresa e as marcas

 

Rheinmetall Automotive – área automotiva do Grupo Rheinmetall que se chamava KSPG Automotive até 2016 e mudou de nome em razão do programa estratégico global do grupo para garantir mais integração e identificação das áreas automotiva e defesa.

 

Marcas –

Kolbenschmidt (KS): pistões, anéis, camisas, kits, bronzinas, filtros, válvulas e bielas.

Pierburg: bombas de óleo e bombas de água para a linha leve e produtos da linha mecatrônica.

BF: produtos para motores diesel, como bombas de óleo e bombas de água, virabrequim, eixo de comando, bloco,  bielas, camisas de cilindro, volante e  resfriador/radiador de óleo.

 

Motorservice – divisão responsável pelo mercado de reposição

 

Localização: planta produtiva e operação comercial no Brasil – Nova Odessa – SP

 

Mais informações:

Talita C. Peres – Gerente de Marketing – talita.peres@br.rheinmetall.com –           (19) 3484-1312

Jornalista responsável: Majô Gonçalves – MTB 24.475 – Verso Assessoria – versocomunicacao@uol.com.br – (11) 4102-2000

Abrafiltros completa 11 anos e amplia ações em benefício do mercado de filtros automotivos e industriais

10/7/2017


A Abrafiltros – Associação Brasileira das Empresas de Filtros e seus Sistemas - Automotivos e Industriais, entidade que representa 38 das principais empresas dos setores de filtros automotivos e industriais, completa 11 anos de atividade em prol do desenvolvimento do mercado de filtração. “Buscamos realizar ações com o objetivo de avançar no mercado de filtração, ressaltando que os filtros são produtos essenciais para a qualidade de vida. Onde houver pó, líquido ou ar, haverá sempre a necessidade de utilizar filtros”, comenta João Moura, presidente da Abrafiltros. 


Em 11 anos de trabalho, a entidade possui uma pauta de trabalho que visa atender às necessidades das empresas associadas. Para isso, conta com estrutura que permite desenvolver ações de grande importância para o mercado, incluindo maior representatividade junto aos órgãos governamentais, ampliação da participação em feiras e eventos, e tem realizado com sucesso o Ciclo de Palestras Abrafiltros, que aborda temas de interesse como economia, corrupção, produção de papel para o mercado de filtros, lean manufacturing, entre outros.


 “O trabalho evoluiu ao longo dos anos porque sempre focamos esforços no interesse de grupo. Com isso, fomos ganhando força e representatividade. Mostramos que é possível obter soluções para situações de interesse comum, contribuindo para o desenvolvimento do mercado, além de procurar entender como as tendências influenciarão os segmentos de filtração industrial e automotivo”, comenta Moura.


A Abrafiltros trabalha com transparência para promover a participação dos associados e a aproximação de novas empresas. “Valorizamos a integração do mercado e estamos sempre de portas abertas a novas empresas, pois quanto maior número de associados, maior a nossa representatividade e poder de realização”, diz Moura.

 
Para atender a legislação ambiental, a entidade criou em 2012 o Programa Descarte Consciente Abrafiltros, de logística reversa de filtros usados do óleo lubrificante automotivo, e vem cumprindo as metas estabelecidas nos estados onde está implantado – São Paulo, Paraná e Espírito Santo. Até maio de 2017, 8 milhões de filtros foram reciclados.

 
O programa é gerenciado pela Abrafiltros e conta com a participação de empresas associadas da área automotiva, que arcam com os custos envolvidos na totalidade: Cummins Filtration do Brasil; Donaldson do Brasil Equipamentos Industriais Ltda.; General Motors do Brasil Ltda.; Hengst Indústria de Filtros Ltda.; Rheinmentall Automotive Brazil Ltda. – Divisão Motorservice Brazil; Magneti Marelli Cofap Fabricadora de Peças Ltda.; Mahle Metal Leve S.A.; Mann+Hummel do Brasil Ltda./ Filtros Wix; Parker Hannifin Indústria e Comércio Ltda. - Divisão Filtros; Poli Filtro Indústria e Comércio de Peças para Autos Ltda.; Robert Bosch Ltda.; Scania Latin America Ltda; Sofape Fabricante de Filtros Ltda./Tecfil; Sogefi Filtration do Brasil Ltda./Filtros Fram; e Wega Motors Ltda. 

 
“É preciso maior responsabilização e participação dos Estados para que façam cumprir a legislação e não criem desigualdade no mercado, uma vez que não há nenhum retorno direto para a cadeia de filtros e com a maior adesão de empresas, os custos serão diluídos”, explica Moura.

 
A entidade, além de representar os interesses do setor junto aos órgãos governamentais, entidades normativas e sociedade civil, também está desenvolvendo pesquisa para levantar dados do setor e conduz estudos para realizar evento específico na área de filtros, entre outras ações em andamento.

 
Para mais informações, basta acessar o portal http://www.abrafiltros.org.br, que reúne informações do programa Descarte Consciente Abrafiltros, notícias sobre o setor, e economia, agenda de reuniões, feiras e eventos, entre outras.

  
Sobre a Abrafiltros:

Criada em 2006, a Abrafiltros - Associação Brasileira das Empresas de Filtros e seus Sistemas - Automotivos e Industriais – reúne os principais fabricantes de filtros automotivos e industriais do País. A entidade nasceu da necessidade do segmento ser representado e promove ações visando o desenvolvimento e fortalecimento do setor.

Fonte: Assessoria de Imprensa

AGENDA ABRAFILTROS 2016

Programe-se para as próximas reuniões da Abrafiltros

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