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Freudenberg anuncia novo representante na América do Sul

17/1/2017

Alexandre Bicalho assume no lugar de Juan Carlos Borchardt, que se aposentou

REDAÇÃO AB

Alexandre Bicalho é o novo presidente da Freudenberg na América do Sul
Desde 1º de janeiro a Freudenberg tem um novo representante regional na América do Sul: Alexandre Bicalho assumiu o cargo no lugar de Juan Carlos Borchardt, que se aposentou no fim de 2016 após 10 anos no cargo. O novo presidente acumulará a função atual de CFO da Freudenberg-NOK Sealing Technologies.

“Um dos meus focos será o de inovação e o Juan Carlos fez um excelente trabalho tanto nesse sentido como em networking e influência positiva, o que contribuiu imensamente para o crescimento e sucesso da Freudenberg em diversas áreas de negócio nessa década”, afirma Bicalho.

O executivo dará continuidade às estratégias da empresa, que mantém perspectivas positivas para a região. A ideia é dar foco na manutenção da estabilidade dos negócios, mesmo em momentos de instabilidade econômica visando o crescimento no longo prazo. “O potencial é enorme e envolve oportunidades tanto por meio de aquisições estratégicas como pelo desenvolvimento de mercado”, afirma Bicalho.

Com MBA pela Universidade de La Verne, na Califórnia (EUA), Bicalho atuou em diferentes empresas nacionais e internacionais na área de finanças e controladoria.

Fonte: http://automotivebusiness.com.br/noticia/25169

Cummins comemora resultados do primeiro ano de atuação de programa itinerante

17/1/2017

A Cummins Brasil rememora o lançamento do Cummins Na Estrada e festeja os resultados obtidos no primeiro ano de atuação. Em 2016, ano de estreia, o caminhão itinerante da maior fabricante de motores Diesel, componentes e Grupos Geradores percorreu um total 18.369 quilômetros pelo País ao atravessar 9 Estados e mais de 15 cidades, envolvendo cerca de 900 profissionais que puderam conferir na prática as ações promovidas pela empresa no ano passado, entre elas, treinamentos, palestras e prospecção de novos negócios.
“Ter um projeto itinerante nos permitiu mais flexibilidade ao contatarmos presencialmente nosso público e ainda adaptar nossas ações de acordo com a atuação de nossa empresa em determinadas regiões do País”, diz Pedro Silva, analista de Marketing Sênior da Cummins Brasil. Ao levar conhecimento Cummins, informações e entretenimento, a fabricante de motores teve como objetivo desenvolver também suas atividades voltadas ao pós-venda, levando em consideração a sua população de motores que circula no País e ultrapassa a marca de 1 milhão de unidades.
O caminhão Cummins Na Estrada circulou pelo Brasil com layout bastante atrativo e a proposta de integrar as unidades de Negócios Cummins para atender aos diversos mercados de atuação, como automotivo, agrícola, geração de energia, mineração, construção, óleo e gás, entre outros. Para este ano, a Cummins prevê expansão dos trabalhos a bordo do caminhão Cummins Na Estrada, tanto no Brasil quanto na América do Sul.
“Além de focar com mais agressividade nas ações voltadas ao pós-venda, vamos reforçar os adventos tecnológicos da Cummins levando mais inovação e pioneirismo e criar o desejo e as vantagens de ter motorizações e componentes Cummins, como redução de custos operacionais e alta disponibilidade dos equipamentos em operação. Esta ação também faz parte da estratégia Cummins em reforçar a visibilidade da marca, levando para o mercado todos os benefícios que nossos produtos oferecem”, reforça Luciana Giles, diretora de Comunicação da Cummins para América Latina.

Cummins Brasil — Maior fabricante independente de motores Diesel, componentes e grupos geradores, é uma corporação de unidades de negócios complementares que projetam, fabricam e distribuem motores, serviços e tecnologias relacionadas, incluindo sistemas de combustível, turbos, filtragem, soluções para emissões e sistemas de geração de energia elétrica. Presente no país desde 1974, produz uma variada gama de motores para diversos segmentos do mercado, entre caminhões de todos os portes, pickups, ônibus, aplicações estacionárias, máquinas de construção, equipamentos agrícolas, máquinas para mineração e aplicações marítimas. Sua principal unidade fabril, com capacidade de produção de 500 unidades de motores por dia, está localizada no município de Guarulhos (SP), onde estão as áreas de motores, geradores, turbos e soluções de emissões. E em Bonsucesso, a unidade Filtration (instalou a Fábrica em 2000). | www.cummins.com.br.

Fonte: www.revistafatorbrasil.com.br 

Faturamento da indústria cresce 4,5% em novembro, aponta CNI

16/1/2017



Dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) sugerem que o setor começa a se recuperar; horas trabalhadas também cresceram.

O faturamento da indústria voltou a crescer em novembro do ano passado. Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o avanço foi de 4,5% frente a outubro. Os dados foram divulgados no dia 13 de janeiro (sexta-feira) e mostram ainda melhora em horas trabalhadas e utilização da capacidade instalada.

Os números apresentados pela confederação sugerem o início de uma retomada, mas ainda não são suficientes para reverter totalmente o desempenho geral da indústria em 2016. Para este ano, no entanto, a expectativa é de resultados melhores, sobretudo depois de medidas que o governo tomou para reorganizar a economia.

A utilização da capacidade instalada, que mostra quanto da infraestrutura produtiva tem sido usada, também aumentou no período. De outubro para novembro, esse indicador avançou 0,1 ponto percentual, para 76,6%.

Horas de trabalho na produção — Já as horas trabalhadas na produção cresceram 0,7% de outubro para novembro. Esse indicador é importante porque mostra que as fabricas aumentaram o ritmo e é o primeiro a crescer antes das horas extras e das contratações na indústria. | PB.

Fonte: www.revistafatorbrasil.com.br

E-max, a evolução do filtro de combustível

12/1/2017

Entre as principais fabricantes de filtros no mundo, a Parker lançou uma nova geração de filtros ecológicos durante evento realizado em 21 de novembro na planta de São José dos Campos, no interior de São Paulo: o E-max, um filtro ecológico inovador desenvolvido inteiramente no Brasil, que representa um marco tão importante para a empresa quanto a conceituada linha Racor.  
A principal característica do E-max está em substituir o metal tradicionalmente empregado em boa parte dos filtros no mercado por plástico de engenharia, com novidades e atributos que o credenciam a substituir, gradativamente e com vantagens, a própria linha Racor. 
Inicialmente serão fabricados filtros de combustível para veículos pesados e devido aos excelentes resultados obtidos, já estão em desenvolvimento aplicações para outros segmentos, como ar e óleo lubrificante.
Na inauguração, Cândido Lima, presidente da Parker Latin America, elogiou a equipe envolvida “pelo esforço fantástico e, o mais importante, o entendimento do trabalho conjunto, ouvindo a voz do cliente, pensando nas tendências e fazendo com que um projeto tão significativo se concretizasse”. 
Paulo Nascimento, gerente de marketing e vendas, destacou o alcance da iniciativa: “Este é um momento importante na vida de todos da equipe e da própria Parker. Estamos hoje iniciando o futuro, com um produto que além de alta performance, leva em seu DNA o conceito ambiental de filtração”.
Como líder do projeto, o engenheiro de produtos Daniel Araújo homenageou cada membro da engenharia de inovação, agradeceu a Parker por acreditar na ideia, à divisão pelo suporte necessário e ao time de projeto, “ressaltando que esse produto é 100% nacional, concebido e construído aqui, pelos engenheiros dessa divisão”. O E-max já foi testado com sucesso por clientes da Parker e deverá ganhar mercado no decorrer de 2017.

Ouvir o cliente 
Fruto de mais de dois anos e meio de desenvolvimento e investimento de R$ 2 milhões, o E-max nasceu da filosofia da Parker em ouvir e atender as necessidades dos clientes. Araújo conta como a ideia surgiu: “Eu e o Paulo Nascimento fomos fazer uma visita de rotina a uma montadora, e, em uma conversa no café, foi comentado que lançariam um veículo novo no fim de 2017 - estávamos no final de 2015. Dessa conversa surgiu a ideia de desenvolver algo totalmente novo, mais leve e eficiente.  E aí, tudo começou”, relembra. 
Inicialmente voltado a uma necessidade específica, o projeto ganhou corpo e se transformou em um produto versátil, criado para atender a diversas aplicações e segmentos. 
“Fizemos diversos testes de eficiência de separação de água, vazão, design, pressão e, principalmente, temperatura de trabalho, em condições extremas de até 120°C. Os resultados convenceram as montadoras a aceitar o nosso projeto, pois a temperatura é um grande paradigma”, explica Araújo. “Sempre há dúvida se o plástico resiste a altas temperaturas. Nós provamos que resiste e pode ser uma matéria-prima de excelente custo-benefício e confiabilidade”, salienta.
O propósito inicial foi plenamente atingido: “Em atendimento à necessidade do cliente em diminuir o peso do veículo, chegamos a um produto 50% menor, mais leve e inovador”, destaca Araújo.
Parker em processo de aquisição da Clarcor
Negociação é avaliada em US$ 4,3 bilhões
O grupo Parker Hannifin anunciou em 1º de dezembro, acordo para aquisição definitiva da Clarcor Inc., envolvendo 6.000 colaboradores, as marcas Clarcor, Baldwin, Fuel Manager, PECOFacet, Airguard, Altair, BHA, Clearcurrent, Clark Filter, Hastings, United Air Specialists, Keddeg e Purolator, e o faturamento de US$ 1,4 bilhão em todo o mundo. 
No encerramento do processo, que adicionará um grande número de produtos, processos e tecnologias em filtração industrial de ar e líquidos ao portfólio da Parker, a Clarcor passará a fazer parte do grupo Parker Hannifin.
“A união da Parker e a Clarcor é altamente complementar e oferece uma grande oportunidade de combinar nossa força em mercados internacionais e OEMs, com a destacada presença da Clarcor nos Estados Unidos e elevada percentagem de vendas recorrentes no aftermarket”, declarou Tom Williams, presidente e CEO da Parker Hannifin. 


Delphi anuncia novo presidente na América do Sul

12/1/2017

Alessandro Alves assume no lugar de Paulo Santos, nomeado VP na Europa


REDAÇÃO AB

Delphi anuncia mudanças em sua estrutura de lideranças na América do Sul: Alessandro Alves é o novo presidente da empresa para a região. Ele assume no lugar de Paulo Santos, que esteve no cargo por quase um ano após suceder a Luiz Corralo. 

Na empresa desde 2014, Alves atua em diferentes posições de liderança na companhia e possui extensa experiência global na indústria automotiva. 

Santos, que foi responsável pelas operações da empresa na América do Sul, deixou a função ainda no fim de 2016 após ser nomeado vice-presidente e diretor geral da divisão de sistemas de distribuição eletro/eletrônicos da Delphi para Europa, Oriente Médio e África.
    Fonte: Automotive Business

ISO 16890: uma revolução nas normas de filtros de ar

11/1/2017

por Suzana Sakai



Respirar é um instinto natural e essencial para a vida. O ser humano respira a cada quatro segundos. Em grandes centros urbanos, onde há altos índices de poluição, a cada respiração de uma pessoa são inaladas mais de 50 bilhões de partículas nocivas à saúde. Neste cenário, um ar limpo, com qualidade e sem riscos para o organismo humano é algo de extrema importância para o futuro da humanidade e é exatamente isso o que promete a International Organization for Standardization (ISO) com a publicação da ISO 16890, que define procedimentos de testes e sistema de classificação para filtros de ar usados em equipamentos de tratamento de ar. 

A iniciativa é considerada como um marco na normatização de filtros de ar por harmonizar duas normas já existentes no mercado: a EN779:2012 e a ASHRAE 52.2. Com a nova norma, as confusões comparativas serão evitadas e ficará mais fácil definir o valor agregado do produto e suas aplicabilidades. Além disso, o comércio mundial será padronizado, já que a ISO 16890 tem abrangência global. “O conteúdo obteve aprovação de 100% dos países e possui procedimentos de testes e sistema de classificação mais intuitivos, transparentes e simples, que garantirão filtros com melhor desempenho, mais qualidade do ar interior e consequentemente mais proteção para o ser humano”, afirma o diretor de vendas & marketing da Camfil Latin America, Sergio Sato. 
É importante destacar que a criação da ISO 16890 teve como uma das premissas o impacto comprovado da qualidade do ar na saúde humana, pois enfatiza a importância de se testar e classificar filtros com eficiências baseadas em PM1, que constituem o grupo de partículas com menor dimensão (<1µm) e mais nocivas ao organismo humano atualmente, como, por exemplo, fuligem, diesel, vírus, etc.




O que mudou?

A ISO 16890 harmonizou a EN779:2012 e a ASHRAE 52.2 nos quesitos método de ensaio, descarga eletrostática, ensaio gravimétrico e classes de eficiência. 

Em diversos aspectos, o novo procedimento de testes se mostra mais exigente, o que garantirá filtros com melhor desempenho, mais qualidade do ar interior (IAQ) e consequentemente mais proteção para a saúde humana. Prova disso é a inclusão de testes com 3 dimensões de particulados entre 0,3µm e 10µm, incluindo PM1. Na EN779:2012, o teste de eficiência é para partículas de 0,4 µm; já na ASHRAE 52.2 o teste é para partículas entre 0,3µm e 10µm e classificações baseadas em resultados para classes de eficiência E1, E2 e E3 – MERV. Ao harmonizar as duas normas, a ISO 16890 define que os testes de eficiência devem ser para partículas entre 0,3µm e 10µm e classificações baseadas em resultados para PM1, PM 2,5 e PM10. 

Confira no quadro abaixo um comparativo entre as normas atuais e a ISO 16890.


As novas classificações para análise e verificação da performance dos sistemas de filtragem são baseadas em quatro grupos principais: ISO Coarse; ISO ePM10; ISO ePM2,5; ISO ePM1. Cada grupo possui subdivisões para definir as classes de filtragem.  Os filtros podem ser classificados em mais de um grupo, porém o fabricante deve definir apenas um grupo e uma classificação que deve estar descrita na etiqueta do produto. “Por exemplo, um modelo por ser classificado como ISO ePM1(85%) e ISO ePM10(95%), e o fabricante terá que escolher em qual classificação ele irá posicionar o produto”, explica Sergio. 
Os ensaios para perda de carga e eficiência são os mesmos utilizados atualmente pelas normas EN779 & ASHRAE 52.2, porém utiliza DEHS (óleo) para gerar partículas mais finas (=/<1µm). “Já o método de descarga eletrostática exige que toda carga seja removida do material do filtro por meio de álcool isopropílico e que a estrutura das fibras permaneça intacta. Para filtros ePM1 e ePM2,5, as medições serão feitas antes e depois da descarga eletrostática e a eficiência reportada será a média entre esses dois valores e deverá apresentar eficiência inicial maior que 50% e eficiência após a descarga acima de 50% (para ePM1 e ePM2,5). O teste gravimétrico deve utilizar o pó ISO, que possui particulados de dimensões muito menores que o pó ASHRAE além de refletir com mais assertividade as condições atuais”, conta Sergio. 


Mercado

A iniciativa possui abrangência global e irá padronizar o mercado mundial de filtros. No Brasil, a implantação da ISO 16890 está em tramitação na Comissão de Estudo Especial de Equipamentos para Limpeza de Ar e Outros Gases (CEE) 138 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). “De qualquer forma, é recomendável que as empresas se familiarizem com as novas classificações e metodologia de testes, pois eventualmente serão solicitadas a se adequar, principalmente as multinacionais que poderão receber instruções de compliance corporativos de matrizes localizadas em mercados nos quais a implementação da ISO 16890 esteja mais avançada”, alerta Sergio. 

A Camfil não apenas está preparada para a ISO 16890 como apoia a nova norma. 

A Camfil possui equipamentos de testes totalmente adequados para a ISO 16890 e já elabora os ensaios de acordo com os novos procedimentos, pois a proposta de se melhorar a qualidade de vida da sociedade está alinhada com a visão do grupo Camfil de fazer do ar limpo um direito do ser humano, e isso nos basta para suportar incondicionalmente essa nova norma. Além da tecnologia e atualização global de nossos profissionais em relação a nova ISO, iniciamos uma campanha global de conscientização da sociedade sobre os riscos da qualidade do ar interno devido à presença de partículas extremamente nocivas à saúde. A campanha se chama Take a Breath e está sendo amplamente divulgada em todo o mundo através de mídias sociais, inclusive no Brasil”, conta Sergio. 

 

Contato da empresa:

Camfil: www.camfil.com.br

Fonte: Revista Meio Filtrante

Para Mercedes-Benz, mercado de caminhões pode crescer até 10%

11/1/2017

Leoncini, VP da companhia, avalia como positivas as novas regras do BNDES


GIOVANNA RIATO, AB

Leoncini percebe sinais de melhora no ambiente de negócios
Roberto Leoncini, vice-presidente de vendas, marketing, peças e serviços da Mercedes-Benz no Brasil, é mais uma voz a fazer coro com os executivos que esperam que as vendas de caminhões enfim voltem a crescer em 2017. É difícil projetar, ele diz, apostando em expansão de 6% a 10%. “É uma alta menor do que a desejada”, admite, lembrando que a há alguns meses a perspectiva era de aumento mais expressivo.

O executivo percebe alguns indícios da tendência de crescimento. Leoncini enumera medidas do governo que, na visão dele, melhoram o ambiente de negócios. Ele cita ações como a flexibilização das leis trabalhistas, a aprovação do cadastro positivo de crédito, movimentações para conter o rombo na previdência, além da PEC que limita os gastos públicos. “Somado à expectativa de boa safra de grãos, estes fatores devem estimular a compra de caminhões”, aponta, destacando que o número de consultas de clientes interessados em renovar a frota começa a aumentar. 

Cálculo do vice-presidente indica que atualmente de 40% a 50% dos veículos das empresas que atuam no agronegócio estão ociosos. Segundo ele, este porcentual deve diminuir gradativamente nos próximos meses com a necessidade de escoar a nova produção de grãos. Com isso, aponta, a tendência é que as empresas comecem enfim a renovar estes veículos. “Caminhão mais antigo tem custo muito maior. Quando coloca na ponta do lápis o transportador fica inclinado a trocar.” 

NOVAS CONDIÇÕES DO BNDES 

O executivo também entende como positiva a definição de novas regras para financiamento pelo Finame/BNDES, linha de crédito subsidiada pelo governo. Logo no início do ano foram anunciadas regras mais rigorosas para financiamentos com juros indexados pela TJLP, atualmente a taxa mais vantajosa. “Pelo menos temos um horizonte claro, de três anos, com definição das regras. Com isso, o cliente não vai segurar a compra esperando que a regra mude no dia seguinte”, aponta. 

Leoncini destaca inclusive, que as condições do BNDES ficaram mais interessante em alguns aspectos. “Mudou a faixa de faturamento para a pequena empresa, que antes era de R$ 90 milhões por ano e agora é de R$ 300 milhões. Assim, mais clientes vão se encaixar na categoria e ter acesso a condições melhores de financiamento”, observa. Por outro lado, o executivo avalia como pouco eficazes as medidas para oferecer crédito a condições mais competitivas para caminhões e ônibus menos poluentes, como elétricos e híbridos. 

“Como uma linha subsidiada, acho positivo incentivar o que é interessante para a sociedade. Foi uma iniciativa na direção certa, mas descompassada. Mesmo com desconto no financiamento, estes veículos chegam a custar quatro vezes mais caro do que as versões a diesel. Além disso, falta infraestrutura de recarga.”

    Fonte: Automotive Business

Mercado prevê crescimento de 2,3% para 2018

10/1/2017



Dados do Boletim Focus mostram cenário mais favorável para os próximos anos, com mais crescimento e inflação baixa

O mercado financeiro projeta um salto no crescimento do País no próximo ano. Dados do boletim Focus, divulgados nesta segunda-feira (9), mostram que o Produto Interno Bruto (PIB) assumiu uma trajetória positiva: uma expansão de 0,5% em 2017 e um avanço de 2,30% em 2018.

A pesquisa revela que o cenário esperado para os próximos anos é de alto crescimento e baixa inflação. Em 2016, a inflação fecha com 6,35%; desacelera para 4,81% em 2017; e fica no centro da meta em 2018, em 4,5%.

O último dado referente a inflação de 2016 será divulgado na próxima quarta-feira (11). A expectativa é de que o indicador apresente uma variação de 0,36%. Se esse valor for confirmado, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do ano passado fechará em 6,35%.

Para este ano, os economistas também acreditam na volta do crescimento da indústria. A expectativa é de que a produção apresente expansão de 1% frente a 2016. A projeção para os juros básicos (Selic) também é de recuo. A estimativa dos analistas é de que a taxa passe dos atuais 13,75% ao ano para 10,25% ao fim de 2017.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Banco Central

Man Latin America diversifica negócios com caminhões usados

10/1/2017


Compra e venda de veículos seminovos avançaram 80% em 2016 na comparação com o ano anterior.

O segmento de caminhões usados tem ganhado mais destaque nos negócios da MAN Latin America. Em 2016 a empresa adquiriu 541 veículos seminovos, originários de negociações envolvendo a troca de caminhões novos. O volume é 80% superior ao de 2015.

“Notamos que nossos clientes desejavam renovar sua frota, mas tinham dificuldade em negociar os usados para autônomos, devido à baixa na economia”, explica Ricardo Alouche, vice-presidente de Vendas, Marketing e Pós-Vendas da MAN Latin America.

O modelo de negócio ganhou força principalmente devido à crise econômica no país. Isso porque os clientes que desejam renovar sua frota já contam com veículos usados que podem ser utilizados como parte do pagamento, o que reduz o total a ser financiado e facilita o acesso ao crédito.

Os veículos adquiridos pela MAN Latin America têm garantia de procedência e passam por revisão antes da revenda. “Em momentos de economia recessiva e alta competitividade é preciso ser diferente e criar novas fórmulas de comercialização”, destaca Alouche.

Mercado importante

De acordo com o relatório da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), até dezembro de 2016 foram comercializados 332.144 caminhões usados, uma média de 6,8 unidades a cada zero-quilômetro – o total no acumulado de novos até dezembro representava 50.292 unidades.

A média é superior à registrada no ano anterior, de 5 usados vendidos para cada caminhão novo. Em 2015 as vendas de caminhões usados somaram 329.281 unidades segundo dados da Fenabrave e as de zero-quilômetro responderam por 71.787.  

Comunicação MAN Latin America
comunicacao@volkswagen.com.br

Ford alcança 200 mil motores feitos em Camaçari

10/1/2017

Inaugurada em 2014, fábrica produz atualmente o motor 1.0 flex de 3 cilindros

REDAÇÃO AB

A fábrica da Ford em Camaçari alcança a marca de 200 mil motores produzidos desde sua inauguração, em abril de 2014. Atualmente, a unidade é a responsável pela montagem da nova geração de motores 1.0 flex de três cilindros que equipam a linha Ka, modelo fabricado no mesmo complexo industrial.

Considerada pela montadora uma de suas fábricas mais modernas do mundo, a planta de motores de Camaçari possui o ciclo completo de processos de produção de motores, desde a usinagem de bloco e cabeçotes até a montagem final. São 34 centros de usinagem, além de máquinas especiais para usinagem dos blocos e cabeçotes, mais dez robôs e 14 carregadores automáticos de peças são destaque de sua estrutura. 

A linha de montagem tem estações projetadas visando eficiência e ergonomia para os operadores e todos os seus equipamentos são conectados via wi-fi a uma central de gerenciamento para o monitoramento on-line da produção e da manutenção dos equipamentos. 

Reconhecida como a melhor unidade de motores da Ford no mundo em economia de água, também foi a primeira no Brasil a utilizar o processo de mínima quantidade de lubrificantes (MQL) em 100% dos centros de usinagem do motor, reduzindo o uso de água e óleo lubrificante na operação. 

“A fábrica já nasceu dentro dos conceitos mais modernos de produção e desde então vem aperfeiçoando constantemente seus processos, com índices cada vez melhores de qualidade, eficiência, custos e sustentabilidade”, afirma o gerente da fábrica de motores da Ford em Camaçari, João Paulo Câmara.
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Anfavea revela balanço do ano e projeta crescimento para 2017

9/1/2017


A Anfavea estima aumento de 4,0% no licenciamento de autoveículos em 2017: a expectativa é de comercializar 2,13 milhões de unidades. No caso das exportações, novo aumento é esperado: 7,2%, totalizando 558 mil unidades enviadas para outros países.

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), apresentou no dia 5 de janeiro (quinta-feira), em São Paulo, o balanço final da indústria automobilística brasileira em 2016. Na ocasião a entidade também apresentou suas projeções para 2017.

O licenciamento de autoveículos no ano passado foi de 2,05 milhões de unidades, queda de 20,2% frente as 2,57 milhões de unidades vendidas em 2015. Somente em dezembro — o melhor mês do ano — foram negociadas 204,3 mil autoveículos, crescimento de 14,7% ante as 178,2 mil unidades de novembro e baixa de 10,3% se comparado com as 227,8 mil de dezembro de 2015.

Para Antonio Megale, presidente da Anfavea, vários fatores contribuíram para este desempenho: “O primeiro é a confiança em baixa, em razão da instabilidade política vivida pelo País, que fez investidores e consumidores adiarem suas decisões. O segundo é o acesso ao crédito, resultado da conjuntura socioeconômica, que tornou as instituições financeiras muito seletivas na hora da concessão. A consequência disso foi que a participação de vendas financiadas no total do licenciamento nos patamares mais baixos da série histórica”.

A produção em 2016 foi de 2,16 milhões de unidades – inferior em 11,2% ao se defrontar com as 2,43 milhões de unidades do ano anterior. No último mês do ano as 200,9 mil unidades fabricadas indicam diminuição de 7,1% contra as 216,3 mil de novembro e de expansão de 40,6% quando analisado com as 142,8 mil do mesmo mês de 2015.

Nas exportações o cenário foi de alta: 520,3 mil unidades foram negociadas com outros países, alta de 24,7% sobre as 417,3 mil unidades de 2015. Em dezembro 62,9 mil veículos atravessaram as fronteiras, número 11% maior em relação a novembro, com 56,7 mil unidades, e 36,1% acima ante as 46,2 mil de dezembro de 2015.

Caminhões e ônibus— As vendas de caminhões em 2016 registraram 50,6 mil unidades, contração de 29,4% diante das 71,7 mil unidades do ano anterior. Na análise mês a mês, as 4,5 mil unidades comercializadas em dezembro ficaram 17,1% acima das 3,8 mil de novembro e 20,8% inferior as 5,6 mil unidades de dezembro de 2015.

Na produção o ano fechou com baixa de 18,2% ao se comparar as 60,6 mil unidades com as 74,1 mil de 2015. Saíram das linhas de montagem em dezembro 4,2 mil unidades, menor em 21,2% do que novembro, com 5,4 mil, e 63,6% superior as 2,6 mil de igual período de 2015.

As exportações em 2016, com 21,5 mil unidades, subiram 2,3% frente as 21 mil unidades negociadas em 2015. Na análise mensal, dezembro apresentou resultado maior em 6,8%: foram 2,4 mil unidades no último mês e 2,2 mil em novembro. E apresentou crescimento de 131,7% ante as mil de dezembro de 2015.

No segmento de ônibus as vendas foram de 11,2 mil unidades, recuo de 33,5% frente as 16,8 mil de 2015. No último mês do ano foram comercializados 667 ônibus, aumento de 9,3% ante as 610 de novembro e de contração de 48,6% sobre as 1,3 mil de dezembro de 2015.

A produção ao longo de 2016 registrou 18,7 mil chassis para ônibus – baixa de 13% diante das 21,5 mil de 2015. Foram produzidos 979 chassis em dezembro, diminuição de 38,7% se defrontado com as 1,6 mil de novembro e de alta de 81% contra as 541 de dezembro do ano anterior.

Foram exportados 9,8 mil chassis para ônibus em 2016: elevação de 33,2% se comparado com as 7,3 mil de 2015. O resultado das exportações no décimo segundo mês de 2016, com 974 unidades, aumentou 32,5 % frente as 735 unidades de novembro e 21,9% ao defrontar com as 799 de dezembro de 2015.

Máquinas agrícolas e rodoviárias — Em 2016 foram negociadas 42,8 mil unidades, queda de 4,8% sobre as 45 mil em 2015. No último mês do ano, quando o setor comercializou 4,1 mil máquinas, houve elevação de 14,8% ante as 3,6 mil de novembro e de 84% na análise com as 2,2 mil de dezembro de 2015.

A produção nos meses transcorridos de 2016 acumularam 53 mil unidades e ficou 4,1% abaixo do que o ano passado, com 55,3 mil unidades. Em dezembro 5,5 mil unidades foram fabricadas, o que representa estabilidade contra novembro e crescimento de 511% contra as 906 unidades do mesmo período de 2015.

As exportações no setor de máquinas agrícolas e rodoviárias encerraram o ano com 9,5 mil unidades, o que significa diminuição de 5,7% frente as 10,1 mil de 2015.

Projeções para 2017 — A Anfavea estima aumento de 4,0% no licenciamento de autoveículos em 2017: a expectativa é de comercializar 2,13 milhões de unidades. No caso das exportações, novo aumento é esperado: 7,2%, totalizando 558 mil unidades enviadas para outros países.

A previsão de produção é de 2,41 milhões de unidades, 11,9% acima do registrado em 2016. Na visão de Antonio Megale, presidente da Anfavea, existem diversas razões para acreditar em crescimento:

“A conjuntura macroeconômica indica fatos positivos, como aumento do PIB, inflação convergindo para o centro da meta, reduções contínuas da taxa básica de juros e estabilização do dólar. Além disso, a PEC do teto dos gastos já está aprovada, algumas medidas econômicas foram anunciadas, vivenciamos estabilização do ritmo de vendas e teremos uma base baixa de comparação. Ao juntar todos estes fatores, acreditamos em uma reação sequencial, que passa pela retomada da confiança tanto do consumidor quanto do investidor, reaquecimento do consumo e abertura gradual da concessão de crédito”.

A previsão da entidade para o setor de pesados também é de crescimento das vendas em 6,4% contra 2016. Com isso o segmento deverá encerrar o ano com 65,6 mil unidades vendidas. A projeção de exportações do segmento é de 34,4 mil unidades, elevação de 10,0%. Assim, a produção deverá ser de 100,0 mil, um aumento de 26,1%.

Para o setor de máquinas agrícolas e rodoviárias, a projeção é de alta das vendas internas em 13,0% – serão 49,5 mil unidades em 2017. As exportações também serão 6,0% superiores: 10,2 mil unidades. E a fabricação de novos produtos será de 59,6 mil unidades este ano, alta de 10,7%.

Fonte:  www.revistafatorbrasil.com.br 

E-max, a evolução do filtro de combustível

9/1/2017

Entre as principais fabricantes de filtros no mundo, a Parker lançou uma nova geração de filtros ecológicos durante evento realizado em 21 de novembro na planta de São José dos Campos, no interior de São Paulo: o E-max, um filtro ecológico inovador desenvolvido inteiramente no Brasil, que representa um marco tão importante para a empresa quanto a conceituada linha Racor.  
A principal característica do E-max está em substituir o metal tradicionalmente empregado em boa parte dos filtros no mercado por plástico de engenharia, com novidades e atributos que o credenciam a substituir, gradativamente e com vantagens, a própria linha Racor. 
Inicialmente serão fabricados filtros de combustível para veículos pesados e devido aos excelentes resultados obtidos, já estão em desenvolvimento aplicações para outros segmentos, como ar e óleo lubrificante.
Na inauguração, Cândido Lima, presidente da Parker Latin America, elogiou a equipe envolvida “pelo esforço fantástico e, o mais importante, o entendimento do trabalho conjunto, ouvindo a voz do cliente, pensando nas tendências e fazendo com que um projeto tão significativo se concretizasse”. 
Paulo Nascimento, gerente de marketing e vendas, destacou o alcance da iniciativa: “Este é um momento importante na vida de todos da equipe e da própria Parker. Estamos hoje iniciando o futuro, com um produto que além de alta performance, leva em seu DNA o conceito ambiental de filtração”.
Como líder do projeto, o engenheiro de produtos Daniel Araújo homenageou cada membro da engenharia de inovação, agradeceu a Parker por acreditar na ideia, à divisão pelo suporte necessário e ao time de projeto, “ressaltando que esse produto é 100% nacional, concebido e construído aqui, pelos engenheiros dessa divisão”. O E-max já foi testado com sucesso por clientes da Parker e deverá ganhar mercado no decorrer de 2017.


 

Ouvir o cliente 
Fruto de mais de dois anos e meio de desenvolvimento e investimento de R$ 2 milhões, o E-max nasceu da filosofia da Parker em ouvir e atender as necessidades dos clientes. Araújo conta como a ideia surgiu: “Eu e o Paulo Nascimento fomos fazer uma visita de rotina a uma montadora, e, em uma conversa no café, foi comentado que lançariam um veículo novo no fim de 2017 - estávamos no final de 2015. Dessa conversa surgiu a ideia de desenvolver algo totalmente novo, mais leve e eficiente.  E aí, tudo começou”, relembra. 
Inicialmente voltado a uma necessidade específica, o projeto ganhou corpo e se transformou em um produto versátil, criado para atender a diversas aplicações e segmentos. 
“Fizemos diversos testes de eficiência de separação de água, vazão, design, pressão e, principalmente, temperatura de trabalho, em condições extremas de até 120°C. Os resultados convenceram as montadoras a aceitar o nosso projeto, pois a temperatura é um grande paradigma”, explica Araújo. “Sempre há dúvida se o plástico resiste a altas temperaturas. Nós provamos que resiste e pode ser uma matéria-prima de excelente custo-benefício e confiabilidade”, salienta.
O propósito inicial foi plenamente atingido: “Em atendimento à necessidade do cliente em diminuir o peso do veículo, chegamos a um produto 50% menor, mais leve e inovador”, destaca Araújo.



Parker em processo de aquisição da Clarcor
Negociação é avaliada em US$ 4,3 bilhões
O grupo Parker Hannifin anunciou em 1º de dezembro, acordo para aquisição definitiva da Clarcor Inc., envolvendo 6.000 colaboradores, as marcas Clarcor, Baldwin, Fuel Manager, PECOFacet, Airguard, Altair, BHA, Clearcurrent, Clark Filter, Hastings, United Air Specialists, Keddeg e Purolator, e o faturamento de US$ 1,4 bilhão em todo o mundo. 
No encerramento do processo, que adicionará um grande número de produtos, processos e tecnologias em filtração industrial de ar e líquidos ao portfólio da Parker, a Clarcor passará a fazer parte do grupo Parker Hannifin.
“A união da Parker e a Clarcor é altamente complementar e oferece uma grande oportunidade de combinar nossa força em mercados internacionais e OEMs, com a destacada presença da Clarcor nos Estados Unidos e elevada percentagem de vendas recorrentes no aftermarket”, declarou Tom Williams, presidente e CEO da Parker Hannifin. 




Simulações virtuais 
O desenvolvimento do E-max envolveu simulações virtuais de fluxo, eficiência e análise computadorizada dos elementos injetados, para avaliar as influências que o plástico seria submetido no processo de injeção e a resistência durante a aplicação. 
“Como partimos do zero, não sabíamos se a ideia iria funcionar. Na época, nos preocupamos antes de investir dinheiro em ferramental, em fazer protótipos impressos para verificar as interfaces, inclusive de conexão com o cliente, validar as patentes e análises para o fechamento prévio do conceito”, conta Araújo.
Toda a preocupação se justifica, uma vez que o E-max nasceu com a evolução da já estabelecida linha Racor. “Estamos substituindo um produto consolidado desde 1987 e que nunca quebrou em campo, por um produto com matéria-prima em plástico. Por isso, todos os esforços estavam voltados a manter a melhor performance e resistência, com o menor peso bruto possível. As simulações nos ajudaram muito para chegar ao produto final”, avalia Araújo.




Vantagens
Além da performance, redução de peso e a possibilidade de uso de outros tipos de meio filtrante, Araújo destaca a confiabilidade e versatilidade dos filtros E-max: “São seis tipos de conexões disponíveis e aplicadas diretamente no cabeçote, o que simplifica o processo produtivo, além de contar com opcionais como sensor de restrição, aquecedor no copo, sensores de pressão e presença de água”. 
O E-max ainda amplia a segurança contra vazamentos: “Nos filtros Racor do tipo spin on, compramos o conector usinado e fazemos a montagem, o que gera potenciais de vazamento. No E-max, a conexão que o cliente precisa já sai direto da máquina injetora, no momento da produção do cabeçote. Assim, eliminamos os potenciais de vazamento e melhoramos a estanqueidade na aplicação”, explica.  
O uso do E-max também contribui para a fidelização do cliente e garantia da qualidade do processo de filtração: “Devido ao cabeçote do filtro ter um sistema exclusivo e patenteado, o usuário somente pode utilizar elementos filtrantes originais, senão o sistema corta a passagem de combustível por medida de segurança e proteção do motor”. 




Flexibilidade
O E-max é um filtro versátil que pode ser utilizado em diversos segmentos, como agrícola, mineração, construção, entre outros. Além do filtro de combustível, a Parker está desenvolvendo outros tipos de aplicação e promete lançamentos em um futuro próximo. 
Paulo Nascimento cita um exemplo: “Até alguns anos, era inimaginável colocar plástico numa parte quente do motor. Durante os dois anos e meio do projeto, vimos que isto é possível e trabalhamos com várias montadoras para desenvolver tanto filtros de óleo lubrificante, como filtros finais de combustível montados diretamente no motor”. 
Na linha E-max, o meio filtrante pode ser trocada de acordo com cada tipo de aplicação. “Por exemplo, para etanol é utilizado um tipo de meio filtrante, e assim também para o biodiesel, diesel ou outro combustível, o que possibilita atender necessidades específicas de cada cliente”, complementa Araújo.  
“É importante aumentar o market share junto ao nosso próprio cliente, além de proporcionar experiências significativas para novos clientes com os produtos Parker. Além dos já reconhecidos filtros de combustível Racor, estamos presentes em diversos filtros para veículos pesados, como filtro de ar, lubrificante, entre outros. Queremos colocar a tecnologia e inovação do E-max em todas as nossas filtrações, podendo desenvolver e substituir o metal pelo plástico”, afirma Nascimento. “Com isso, proporcionamos diversos benefícios aos usuários finais, como redução do peso do filtro, redução de materiais e custo para reciclagem, já que o processo de descarte considera o peso do filtro após uso para contabilização de valores”, enfatiza.




Apelo ecológico
Por ser fabricado em plástico de engenharia, o E-max é mais leve, facilitando a troca e o descarte, enquanto o Racor é feito de aço e com vários componentes internos que aumentam as etapas envolvidas no processo. 
Trabalhado numa visão ecológica, com o novo filtro o consumidor substitui somente o elemento filtrante, em vez de toda a carcaça.  Segundo Araújo, isso representa grande vantagem: “Há redução de 50% de peso se comparado a um filtro de metal, além da redução da massa do elemento filtrante em torno de 70%”, afirma. 
O peso menor contribui para a diminuição da geração de resíduos e do custo da reciclagem, uma vez que as empresas aplicam os valores baseados no peso específico do filtro após o uso. 
“Com o E-max, o descarte é simplificado e haverá uma redução significativa do custo. Hoje é preciso separar as peças metálicas, plásticas e o papel do elemento filtrante, para que sejam destinados corretamente. No novo filtro, o principal resíduo é o elemento filtrante, gerando grande economia pela menor quantidade e peso do material a ser reciclado”, esclarece Nascimento. 
“Reduzir custos para nossos clientes é um dos pontos principais no desenvolvimento de produtos. O E-max cumpre esse propósito, pois além da redução de peso e custos no descarte, irá proporcionar ao cliente menor custo de manutenção e armazenagem, já que a troca será mais rápida e a área reduzida no estoque”, complementa. 


 


Benefícios da linha E-max
Ecológico – menor geração de resíduos e custo de reciclagem;
Sistema patenteado – garantia de qualidade, retenção de pós-venda e de mercado para elementos filtrantes originais;
Menor custo e tempo de manutenção – aquisição e substituição somente do elemento filtrante;
Estanqueidade – menor risco de vazamento. Os conectores são aplicados no cabeçote do filtro durante o processo de injeção;
Redução de massa – 50% em relação ao mesmo filtro da série 400 e elemento filtrante cerca de 70% mais leve; 
Confiabilidade – produzido no sistema Poka Yoke, com dispositivos à prova de erros que evitam a ocorrência de defeitos de fabricação;
Rastreabilidade – cada filtro passa por rigorosos testes de qualidade, com número de série que permite identificar o histórico e resultados;
Inovação – Construído em plástico de engenharia por processo produtivo diferenciado, com substituição apenas do elemento filtrante;
Versatilidade – Possibilidade de uso de vários tipos de meio filtrante e aplicações;
Alta capacidade – vazão de até 600 litros por hora;
Disponibilidade – linha preparada para produzir 80 filtros por hora. 



Qualidade e rastreabilidade
Wesley Pummer, engenheiro de processo da Parker, ressalta o empenho constante da organização com a segurança e a qualidade da nova linha: “Empregamos o sistema Poka Yoke, com dispositivos à prova de erros que evitam a ocorrência de defeitos no processo de fabricação. Tudo é monitorado e as máquinas têm cortina de luz, o que garante a perfeita execução na montagem dos componentes”, explica. 
“Todas as etapas e resultado dos testes, inclusive a verificação de passagem de fluxo, ficam guardados no banco de dados e é gerado um código de rastreabilidade, onde cada peça tem seu registro específico. Em qualquer eventualidade, conseguimos identificar a peça envolvida e os testes executados”, ressalta Pummer. Na Parker, a segurança dos colaboradores é prioridade. “Em todas as linhas de montagem, a máquina desarma automaticamente se for executada qualquer ação inadequada ou situação que possa trazer risco ao operador, minimizando a possibilidade de acidentes”, complementa. 



Histórico de inovação 
A Parker é reconhecida mundialmente pela tradição inovadora e desempenho de suas linhas de filtração. Especialmente no segmento dos filtros separadores de água do diesel, a Racor criou em 1983 o meio filtrante patenteado Aquabloc®, que tem a vantagem de dispensar o uso de bobina no processo de separação.
“Devido ao FH ser um filtro grande e pesado, com a tecnologia do papel filtrante Aquabloc®, conseguimos em 1984 diminuir o tamanho do filtro e criamos um novo conceito, o spin on série 200”, explica Paulo Nascimento.
Em 1985, a Racor passou a ser uma divisão da Parker, fortalecendo ainda mais a marca. Em 1987, com a evolução do mercado, o filtro série 200 ficou pequeno para aplicação nos veículos e foi criada uma nova série de filtros 600 e 400, com vazões maiores de até 600 litros por hora.
“Agora iniciamos um novo ciclo de inovação com a linha E-max, um produto diferenciado e com grande apelo ecológico, demonstrando na prática a filosofia da Parker em acompanhar as tendências globais e buscar maior eficiência com redução de custos”, diz Nascimento. 




Participação colaborativa
Desde que assumiu a presidência da Parker Latin America em 2012, Cândido Lima iniciou uma mudança cultural na companhia. “Tenho incentivado o engajamento dos colaboradores, com equipes de alta performance onde todos são treinados para que entendam as expectativas e como podem contribuir para que as metas sejam alcançadas, dentro e fora da sua estação de trabalho. São 10 princípios de atuação e as ideias são sempre bem-vindas”, ressalta Lima, que está há 14 anos na companhia. 
A comunicação é peça fundamental na gestão. “Ao visitar uma planta, faço reunião com um grupo de colaboradores, chamada Diálogo com o Presidente. Conversamos sem PowerPoint ou agenda definida, para nos conhecermos melhor, ouvirmos sugestões e passar também o que está acontecendo dentro da empresa”, explica. 



Entre os programas destaca o Caçadores de Eficiência, ferramenta na qual os colaboradores podem sugerir ideias tanto ambientais quanto de redução de custos e melhoria de processos, em suporte à inovação contínua dos produtos, gerando maior envolvimento nas atividades da empresa e com os clientes. 
“Identificamos que muitas pessoas não conhecem o potencial de filtração dentro de um veículo. Por isso, realizamos reuniões mensais com o apoio dos especialistas de vendas e levamos informações sobre os produtos e a variedade de aplicações, na qual participam as áreas de produção, compras, logística, entre outros”, conta José Augusto, gerente de unidade de negócios. 
A empresa também valoriza a integração do colaborador como pessoa e a comunidade, abrindo a fábrica para visitas periódicas de familiares e de escolas. “Quando o engajamento é genuíno, vemos o brilho nos olhos do colaborador. Ele percebe que pertence a algo maior”, afirma José Augusto.  



Os programas estão em linha com a política de inovação mundial Winovation, implantada pela Parker em todas as suas unidades. “Como resultado do engajamento, todos compreendem a necessidade de implementar os projetos no tempo certo, ao custo correto, em todos os níveis da organização. Respiramos Lean sempre pensando na melhoria contínua e temos colaboradores motivados para que as coisas deem certo”, diz Paulo Nascimento.

Sempre à frente
Diante das perspectivas de mercado, a Parker já trabalha em aprimoramentos do sistema E-max: “Estamos constantemente analisando possibilidades de evolução, sempre buscando a inovação e modernização da linha”, comenta José Augusto.
“O lançamento da linha E-max simboliza a visão da Parker, de ouvir o cliente, entender suas necessidades, tendências de mercado e não viver só do momento presente, mas olhar para o futuro, nos mobilizando para sempre estarmos um passo à frente”, finaliza o presidente Cândido Lima.  


Parker Hannifin

Site: www.parker.com.br
Tel.: 12 4009-3500

Fonte: Revista Meio Filtrante

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